Quando amadurecemos…

Fala galera, tudo bem com vocês?

Primeiramente, gostaria de justificar a ausência do blog. Entendam, meus caros, que o sumiço é em vista da agenda maluca a qual estou imersa. Tanta coisa na rotina, que o tempo torna-se mínimo para uma dedicação em trazer posts com regularidade.

Venho dizer que, tentarei, com máximo de vontades, trazer posts com alguma mínima regularidade. Nem que seja textos singelos, como estes.

Mas, focando-me a temática a qual intitulei e evidencia sobre o que comentarei, quero dizer que as madrugadas trazem-me as mais belas inspirações. Digo isso pois, há alguns dias, peguei-me a pensar sobre essa temática. Vi-me deitada na cama, em plena madrugada, fazendo comparações sobre o meu eu de hoje com aquele de alguns anos atrás. E sabe que reparei o quanto cresci.

Aliás, conclui além: crescemos e nem nos damos conta.

Um eu mais sereno, tranquilo, confiante em si mesmo. Uma pessoa que, hoje, consegue afastar o que não faz bem, assim como quem não traz o bem. Alguém que sabe dizer não, negar ser influenciado, que consegue ser autentica e livre.

Queria eu ser o que sou hoje, anos atrás.

Queria eu ser hoje, o que sei que serei anos a frente.

Mas, não há como. E nem queria eu que tivesse. Nada representa mais essa ideia de que um clichê popular: o tempo é a melhor escola. E aprendemos, com ele e com tudo que vivenciamos no decorrer deste. Hoje, vejo que cada tropeço, cada tombo e cada lágrima, foram necessários para um crescimento interior.

O tempo vai passando e a gente vai crescendo. E que assim seja, por todo o sempre.

Beijos, Vanessa.

 

 

 

Anúncios
Quando amadurecemos…