Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

Ficha Técnica:

Título: Morgan Dull Blade – O olho e a Sombra
Autoria: Beatriz Pacca
Ano: 2016
Número de páginas: 328
ISBN: 978-989-51-7234-4
Genero: Ficção
Editora: Chiado

Sinopse:
“O mundo está repleto de malfeitores, ladrões e assassinos. E é por isso que a Inglaterra tem uma justiceira. Responsável por colocar vários criminosos na cadeia, procurada pela morte de muitas pessoas más. Essa é Morgan Dull Blade, baixa, ranzinza e Capitã de um exército, cujo dever é limpar as ruas da Inglaterra, acompanhada, na maior parte do tempo, por Alphonse Oak, Tenente e filho de um famoso empresário assassinado anos atrás.
No momento, Morgan está em guerra com a Kage no Ichizoku, um clã japonês, liderado por alguém bem conhecido de Morgan. Ao longo do tempo, Morgan descobre que outros países também têm seus justiceiros, e é ao lado deles que irá travar uma batalha quase definitiva, que mudará muito sua vida. Reencontrará muitas pessoas de seu passado, sem saber se pode ou não confiar nelas, enquanto seus amigos tentam descobrir o que tem por debaixo daquele tapa-olho.”

Classificação: 5/5

Eu tinha um apreço imenso pela obra antes mesmo de a ter lido. Ao ter contato com a autora, um tempo atrás, conheci uma pessoa cheia de luz, sonhos e inspiradora. Sabe aquela pessoa extremamente cativante, o qual se consegue ver a simpatia nela? Pois é, ela é essa pessoa. E nada me cativou ainda mais quando de surpresa, recebi a obra aqui em casa. É emocionante receber o carinho de autores assim, e sim, fiquei extremamente emocionada e lisonjeada. E além, grata pela surpresa, pelo presente e por ter tido contato com alguém tão iluminado.

Cá estou eu em amores por mais uma obra do gênero que tanto aprecio e leio: ficção. Somos apresentados a justiceiros, liderados pela baixinha e bem ranzinza Morgan Dull Blade, que trava uma luta imensa contra Kage no Ichizoku, um clã japonês que tem como líder uma pessoa que olha, meus caros, é surpreendente a todos. Ela conta com o apoio de muitos justiceiros, mas em especial seu tenente, Alphonse Oak, a quem ela tem um carinho especial. Cheio de aventura, surpresas e até climas de romance, a gente se joga na leitura e não consegue sair sem um apego a obra.

Eu aponto, inicialmente, como um diferencial o qual eu gostei demais, que é o fato de os capítulos não serem tão longos e a narrativa ser bem objetiva. Estamos acostumados (generalizo um costume meu) a tramas de capítulos bem longos. E a autora surpreende com capítulos mais cursos, consequentemente mais números, mas que de forma muito bem feita, consegue objetivar a narração e tornar mais curta, adequada aos capítulos, sem perder a linha de raciocínio ou a beleza da escrita.

Aliás, citado a escrita, costumo ressaltar o quão significativo é o escrever simples, mas feito com empenho e capricho. Não há um rebuscamento, linguajar extremamente culto. É acessível, simples e sem perder o charme. Acredito sempre que os livros ficcionais com essa característica traz uma proximidade maior para com o leitor.

Eu fiquei apaixonada pela Morgan e pelo Alphonse. Não há como não se encantar com os personagens, em suas particularidades e neles, juntos. Aquele tal “Eu shippo” para os dois. Ela, sempre fria, imponente, mostrando-se forte apesar de suas tantas fraquezas e ele, aquele típico cara que vê além da frieza dela, que não se importa com suas reações agressivas ou frias porque consegue atingir o lado sentimental, enxergá-lo.

A construção do enredo vem cheio de surpresas e criatividade. Ela consegue trazer elementos à trama que dão um encanto todo especial. Esse ponto fica até difícil de ser explicado sem deixar alguns spoilers, mas quem leu ou tiver a oportunidade de ler, entenderá do que estou falando. Ela constrói fatos os quais ficamos boquiabertos e extremamente ansiosos para saber como tudo desenrolará (sem contar uma galera do passado que começa a surgir).

E o mais legal nisso tudo, é que conseguimos sentir o mesmo que os personagens, em especial, que Morgan. Juro que eu ficava aflita quando surgia qualquer pessoa na trama, em especial os que voltavam do passado dela, porque eu ficava naquela de “será que é mais um traidor? Será que está falando a verdade? Será que não a está enganando?”. É de ficar mais desconfiada que a própria protagonista.

Bem, meus caros, o único ponto negativo que encontrei foram alguns erros de digitação (e é visível não serem falhas ortográficas, antecipo, é literalmente de digitação). Mas nada que atrapalhe a leitura ou tragam modificações bruscas no entendimento…

Se tiver a oportunidade: leia. É magnífico da autora à obra…

Caso você queira adquirir:

Livraria Curitiba: clique aqui

Editora Chiado: Clique aqui

Beijos, Vanessa.

Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

Projeto Além das páginas: Nádia Nóbrega.

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Hoje trazemos mais um post do nosso projeto Além das páginas (Caso você não conheça, clique aqui para conferir como funciona). E, estamos vindo com uma autora apaixonante: Nádia Nóbrega. Com seu livro, O castelo mágico da Princesa Melinda, publicado pela editora Chiado, a autora portuguesa conquistou o público brasileiro.

Quem é Nádia Nóbrega? Além da escritora e Youtuber? Uma pessoa, como qualquer outra, em questão de ser dotada de defeitos e qualidades, mas diferenciando-se de muitos pelo seu reconhecimento quanto a eles.Apesar das características ressaltantes e positivas de sua personalidade (e a imensa simpatia e alegria que transmite) a autora não deixa de expor seus defeitos, a realidade de sua personalidade, e o mais bonito: sua capacidade de buscar ser cada vez melhor, contendo-se e limitando-se, buscando “suavizar” as características negativas que apresenta. Quer mais? Escreve pelo belo desejo de ajudar alguém…

Olá, sou a Nádia Nóbrega, sou escritora e estudante de ciências da educação na universidade da Madeira; sou da Madeira. Tenho 19, quase 20 anos e adoro de paixão tudo o que envolva literatura; adoro música, sou descrita como sendo simpática, responsável, amiga e talentosa, humilde e sensível no que toda a temas que são muito criticados, também por influência do meu estudo. Sou muito nervosa, teimosa e rabugenta mas consigo conter os meus limites! Sou perfeccionista e adoro ir à busca de coisas novas! O meu objectivo como escritora é tentar ajudar alguém. Tenho um canal de YouTube AMariadosLivros.

E como surge o amor pela escrita? Como muitos autores, influências contabilizam muito para fortalecer esse anseio e paixão do qual muitos alegam o ter desde sempre, o que não é diferente com a autora que apresentamos hoje. Amante da leitura e escrita desde pequena, foi influenciada por pessoas ao seu redor, em especial a mãe!

Sempre desde pequenina que adoro ler e escrever; A minha maior influência foi e é a minha mãe e como fui muito incentivada por família, professores e amigos, o secundário foi a época em que comecei a aperfeiçoar o meu talento e desde aí não parei.

E a trajetória para se conseguir realizar o sonho de publicação nunca é fácil. Mas, como expresso pela autora, é preciso confiar em si e no seu sonho. Humildemente, ela ressalta sobre ver-se ainda pouco experiente no ramo, com muito a aprender mas deixando claro o quão necessário foi ter ao lado pessoas que a ajudasse e principalmente: confiar em si.

Não tenho muita experiência, tendo em conta que só tenho um livro no mercado e ainda tenho muito que aprender neste ramo; Sempre tive muita ajuda porque é preciso rever o que escrevemos, entre outras coisas e claro ver qual a editora mais indicada para o autor! Não foi fácil e ainda por mais que viver só dá profissão de escritora não dá para a vida mas é ir tentando até ser valorizado (a) e nunca desistir,  mesmo que levemos muitos não, mas claro é preciso ter noção que  somos bons no que fazemos e arriscar!
Para mim ver o meu sonho realizado foi uma alegria enorme porque 1 nunca pensei, 2 alguém acreditou em mim e 3 o que mais à o está à vista de todos, para quem quer!
Por fim, o que ela acha sobre a literatura? A busca por maior valorização é a peça chave. As críticas caem demais enquanto pouco se faz… E ainda, deixa uma dica quanto maior incentivo àqueles autores iniciantes e sem ainda reconhecimento e carreira estruturada. Um sonho, particularmente, se conseguíssemos apoios similares, não?
Na minha opinião, a Literatura deveria ser mais valorizada e menos criticada e acho que os minis escritores deveriam arriscar mais e existir uma maior aposta das editoras e formações grátis, porque como sabemos o dinheiro pesa muito e nem todos podemos!
Bem, se você ficou interessado, segue abaixo a sinopse do livro dela e suas mídias sociais:
O reino mágico da princesa Melinda vive dias muito agitados.  A  princesa está a chegar ao final do seu reinado e, por isso, precisa de  encontrar, urgentemente, uma nova sucessora. Porém, a futura princesa, que tem, tal como Melinda, um dom único, anda desaparecida, o tempo está a esgotar-se e a sobrevivência dos seres misteriosos que vivem no castelo, longe dos olhares do mundo, está em risco. Conseguirá Melinda salvá-los?
Beijos, Vanessa!
Projeto Além das páginas: Nádia Nóbrega.

Diário de faculdade: Dica para aumentar o vocabulário

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Acredito que já falei um milhão de vezes que estudo inglês sozinha. E então busco sempre um milhão e meio de formas de conseguir falar cada vez melhor. E então, esses dias, descobri uma dica tão simples e tão produtiva, que resolvi vir trazer para vocês.

Eu estudo por meio de apostilas e uma plataforma online, assim como aplicativos que vou encontrando e que eu vou gostando. Mas, uma maior parte, tem um foco em gramática. Mas e como aumentar o vocabulário, então? Pois é, uma série de fatores contribuem. E uma série de dicas podem ser usadas. Mas, hoje, vim trazer uma que adotei recentemente e tem me ajudado bastante (além de não demorar tanto).

Resultado de imagem para ingles
Fonte: TecCiencia

Sabe seu dicionário de inglês que está lá paradinho na gaveta? Ora de tirá-lo de lá, porque ele é a ferramenta principal que você vai usar.

O que fazer?

Simples! Todos os dias, pegue 5 palavras (ou mais, caso queira) e aprenda-as. Deixe anotado em um lugar onde você vê com constância, ao longo do dia, para assim revisá-las sempre que as ver.

Soa simples, mas se você analisar, serão 5 palavras por dia e cerca de 150 palavras ao mês. Já pensou? Vai ajudar e muito quanto aprendizagem de vocabulário! Simples, rápido e eficaz, do jeitinho que a gente quer!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Dica para aumentar o vocabulário

Olhando o mundo do jeito certo

Tudo depende de como você observa. A gente acha que é clichê, fala atoa das pessoas como consolação. Que são dizeres apenas para aliviar a angustia a qual enfrentamos. Mas não, não é.

Um outro super clichê: todos nós temos problemas. Eu, você, a garota que você acha incrível por estar sempre sorrindo, o rapaz que está sempre de bom humor… Todo mundo! Não há uma vida perfeita, não existe pessoa que não enfrente um turbilhão diariamente. A diferença está em como se lida com isso, em como se olha o mundo.

Eu sei que é difícil. Eu, por exemplo, quando imersa em problemas, tenho a tendencia de só ver o lado ruim. Por que parece que me nocauteio com dores. Sofro pelo problema atual, por alguma coisa de anos atrás, por algo que perturba-me infimamente mas que no momento, toma proporções gigantescas. Volto meus olhos ao tudo de ruim que há em volta na minha vida. E aí está o erro, caso você esteja na mesma que eu.

Se tem dor, olhe para o amor. Dias assim tendem a dar tudo errado, mas busque voltar-se a tudo aquilo que te faz bem, para as pessoas que te amam. Analise o que há de belo e relaxe. Não é como te dizer para fingir que os problemas não existem, mas sim para que você seja maior que eles. Cresça e não os deixe dominar sua vida.

Olhando o mundo do jeito certo

Males que vem para o bem!

E doeu. Tem marcas os quais matam por dentro e sempre acreditamos que não iremos suportar. Lágrimas corroendo a pele, em uma dor imensurável. Às vezes, dura tempo demais. Lembro-me de chorar noites a fio, de desejar sumir do mundo, de não ser mais eu. Lembro também de ter mudado por isso. E hoje, mudo por isso, mais uma vez, porém do jeito certo.

Não calculamos o poder que as palavras podem nos atingir. Não percebemos os nocautes que levamos de algumas situações. Mas, isso nos transformam radicalmente. Lembro de por anos, formar um “casulo” ao meu redor. De fugir, me proteger, me esquivar da própria vida. Resultados? Alguém infeliz, inseguro, sem estima própria nenhuma. E sei que muitos encaram esse problema. Sabe como eu mudei? Ou, melhor colocado, busco mudar? Entendendo que há males que vem para o bem.

Precisamos analisar a situação e nos edificar com ela. Não deixar que nos destrua. Seguir, do jeito que for, mesmo nocauteado. Optar por ser feliz. Eu, aos poucos, fui saindo do “casulo” protetivo que havia criado e não direi que foi ou é fácil. É lançar-se naquilo que você teme, que você foge, que te desmonta, que desativa suas proteções. Mas, você precisa vencer cada um dos seus medos.

Vamos lá, o que te faz temer? O mundo? A vida? As pessoas? Ou você mesma? Enfrente! Se encare, se motive. Você é mais que um mero temor. Você é Você e isso já deveria ser suficiente para abandonar tudo o que te prende.

Doeu, magoo, te recuou. Te fez mudar. Mas, entenda, há males que vem para o bem e talvez você só esteja vendo pela perspectiva errada!

Males que vem para o bem!

Resenha: O contrato Social – Jean-Jacques Rousseau

Título: O contrato social

Autoria: Jean-Jacques Rousseau

Tradução: Paulo Neves

Número de páginas: 151

Idioma: Português

Ano: 2007

Editora: L&PM

ISBN:978-85-254-1665-0

Sinopse: Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história. Impactante ensaio, O contrato social ou Princípios de Direito político causou furor desde sua publicação, em 1762, e eternizou-se como um dos principais textos fundadores do Estado moderno. Nele, o filósofo iluminista, romancista, teórico e compositor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – em meio a uma Europa majoritariamente monarquista, defensora da legitimação sobrenatural dos governantes – lança e defende a novidade de que o poder político de uma sociedade está no povo e só dele emana. Estavam plantados os conceitos do povo soberano e da igualdade de direitos entre os homens. Nesta que é a sua principal obra política, da qual virtualmente todas as sociedades modernas são de alguma forma tributárias, Rousseau não apenas dá ao povo o que lhe é de direito, mas chama-o à responsabilidade pelo seu destino. ‘Assim que alguém diz dos assuntos do Estado ‘que me importa?’, deve-se contar que o Estado está perdido.’ Para o autor, a soberania está no exercício incessante do poder decisório, que não pode ser alienado, dividido ou delegado. Hoje, dois séculos e meio após sua publicação, a obra de Rousseau – subversivo, polêmico, amado, odiado, reverenciado e seguido – permanece atual. E seus ensinamentos se fazem lições necessárias e urgentes em todo e qualquer lugar em que se fale de inépcia, injustiça, corrupção e incompetência política.
Classificação: 5/5
Fui apresentada à obra por um professor da faculdade, que me pôs a ler alguns capítulos para poder usar como referência em um artigo científico que produzia. E, por fim, depois de ter gostado das partes as quais tive acesso, decidi adquirir a obra e finalmente, lê-la por completo.
Há aquele diferencial de obras datadas de épocas distintas mas que trazem conceituações marcantes historicamente. Um nome de grande vínculo ao iluminismo (o qual ouvimos muito durante as aulas de história, quando se trata desse tema, não é mesmo?!), Jean-Jacques Rousseau, imerso em um período monarquista, em uma Europa marcada pelo poderio dos governantes, ganhando aspectos divinos (sobrenaturais), traz ideários trazendo a força ao povo, dando-lhes soberania no Estado, atribuindo-lhes a emanação de poder. Além há a busca por igualdade entre os homens em seus direitos, postos como uma das poucas todas as quais deve e se é possível a todos.
A obra traz caracterizações quanto ao Estado, como já posto, que a soberania deveria ser do povo, colocando-os em um corpo, com direitos igualitários que teriam seus destinos sobre as mãos, decidindo os rumos do Estado.
Claro, há aspectos que não coincidem com o “Ser” (realidade), que não são possíveis de serem aplicadas, mas em sua maior parte, há concepções os quais vemos como presentes na atualidade e que fora fundada em obra de tanto tempo anterior.
E vamos falar do que? Da linguagem. Já falei em resenha anterior quanto ao meu temor pelos rebuscamentos que poderia encontrar em livros do tipo, grandes clássicos. Pois bem, digo que esse tem uma linguagem extremamente tranquila,requisitando apenas uma certa atenção que é vinculada à compreensão das ideias e não tanto quanto ao linguajar.
Nem é preciso dizer que é uma super dica a leitura, não é?! Leiam!
Beijos, Vanessa.
Resenha: O contrato Social – Jean-Jacques Rousseau

Quando você espera o bom…

Esperar o pior, pensamentos negativos, a certeza de que tudo dará errado. Ao longo dos meus 18 anos, os pensamentos pairavam não apenas em não esperar, mas sim em esperar o pior, de tudo e de todos. É cômico quanto que tudo parece não prestar, ninguém soa confiável e a vida é empurrada com a barriga. Tudo mais ou menos, tudo de mal a pior, tudo afundando. Não se arrisca, aliás, porque parece pairar a nuvem negra de que não dará certo, então porquê tentar?

O pior disso tudo é que nos fechamos. Criamos uma proteção contra tudo e contra todos, pelo temor de que sejamos estraçalhados mais uma vez. Consideremos pois que carregamos a certeza de que o seremos. Achamos que todos estão ali por querer algo em troca e que possivelmente seremos magoados. E deixamos a vida passar. Reclamando, caminhando, empurrando a vida e nunca buscando absolutamente nada. Não, isso não é viver.

Esperar o bom é temível. Acreditar que se é suficiente para o ter é um desafio. Esperar pelo tal do dar certo é o mesmo que abrir as portas para a frustração, pois, afinal, pode não dar certo. Pode vir o errado. E aí? Quem é forte o bastante para saber lidar? Para encarar como só mais uma em meio aos muitos bons? Depende do olhar, do jeito que vê a vida, do jeito que a encara.

Sabe o que, no geral, é preciso entender? Que não existe vida se não temos expectativas. Tem que ter esperança, acreditar, correr atrás, independente dos resultados, das respostas, do decorrente. Viver é correr riscos. É não se aniquilar tentando nunca esperar absolutamente nada. A confiança fica onde nessa vida zerada?

Quando você espera o bom…