Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

Ficha Técnica:

Título: Morgan Dull Blade – O olho e a Sombra
Autoria: Beatriz Pacca
Ano: 2016
Número de páginas: 328
ISBN: 978-989-51-7234-4
Genero: Ficção
Editora: Chiado

Sinopse:
“O mundo está repleto de malfeitores, ladrões e assassinos. E é por isso que a Inglaterra tem uma justiceira. Responsável por colocar vários criminosos na cadeia, procurada pela morte de muitas pessoas más. Essa é Morgan Dull Blade, baixa, ranzinza e Capitã de um exército, cujo dever é limpar as ruas da Inglaterra, acompanhada, na maior parte do tempo, por Alphonse Oak, Tenente e filho de um famoso empresário assassinado anos atrás.
No momento, Morgan está em guerra com a Kage no Ichizoku, um clã japonês, liderado por alguém bem conhecido de Morgan. Ao longo do tempo, Morgan descobre que outros países também têm seus justiceiros, e é ao lado deles que irá travar uma batalha quase definitiva, que mudará muito sua vida. Reencontrará muitas pessoas de seu passado, sem saber se pode ou não confiar nelas, enquanto seus amigos tentam descobrir o que tem por debaixo daquele tapa-olho.”

Classificação: 5/5

Eu tinha um apreço imenso pela obra antes mesmo de a ter lido. Ao ter contato com a autora, um tempo atrás, conheci uma pessoa cheia de luz, sonhos e inspiradora. Sabe aquela pessoa extremamente cativante, o qual se consegue ver a simpatia nela? Pois é, ela é essa pessoa. E nada me cativou ainda mais quando de surpresa, recebi a obra aqui em casa. É emocionante receber o carinho de autores assim, e sim, fiquei extremamente emocionada e lisonjeada. E além, grata pela surpresa, pelo presente e por ter tido contato com alguém tão iluminado.

Cá estou eu em amores por mais uma obra do gênero que tanto aprecio e leio: ficção. Somos apresentados a justiceiros, liderados pela baixinha e bem ranzinza Morgan Dull Blade, que trava uma luta imensa contra Kage no Ichizoku, um clã japonês que tem como líder uma pessoa que olha, meus caros, é surpreendente a todos. Ela conta com o apoio de muitos justiceiros, mas em especial seu tenente, Alphonse Oak, a quem ela tem um carinho especial. Cheio de aventura, surpresas e até climas de romance, a gente se joga na leitura e não consegue sair sem um apego a obra.

Eu aponto, inicialmente, como um diferencial o qual eu gostei demais, que é o fato de os capítulos não serem tão longos e a narrativa ser bem objetiva. Estamos acostumados (generalizo um costume meu) a tramas de capítulos bem longos. E a autora surpreende com capítulos mais cursos, consequentemente mais números, mas que de forma muito bem feita, consegue objetivar a narração e tornar mais curta, adequada aos capítulos, sem perder a linha de raciocínio ou a beleza da escrita.

Aliás, citado a escrita, costumo ressaltar o quão significativo é o escrever simples, mas feito com empenho e capricho. Não há um rebuscamento, linguajar extremamente culto. É acessível, simples e sem perder o charme. Acredito sempre que os livros ficcionais com essa característica traz uma proximidade maior para com o leitor.

Eu fiquei apaixonada pela Morgan e pelo Alphonse. Não há como não se encantar com os personagens, em suas particularidades e neles, juntos. Aquele tal “Eu shippo” para os dois. Ela, sempre fria, imponente, mostrando-se forte apesar de suas tantas fraquezas e ele, aquele típico cara que vê além da frieza dela, que não se importa com suas reações agressivas ou frias porque consegue atingir o lado sentimental, enxergá-lo.

A construção do enredo vem cheio de surpresas e criatividade. Ela consegue trazer elementos à trama que dão um encanto todo especial. Esse ponto fica até difícil de ser explicado sem deixar alguns spoilers, mas quem leu ou tiver a oportunidade de ler, entenderá do que estou falando. Ela constrói fatos os quais ficamos boquiabertos e extremamente ansiosos para saber como tudo desenrolará (sem contar uma galera do passado que começa a surgir).

E o mais legal nisso tudo, é que conseguimos sentir o mesmo que os personagens, em especial, que Morgan. Juro que eu ficava aflita quando surgia qualquer pessoa na trama, em especial os que voltavam do passado dela, porque eu ficava naquela de “será que é mais um traidor? Será que está falando a verdade? Será que não a está enganando?”. É de ficar mais desconfiada que a própria protagonista.

Bem, meus caros, o único ponto negativo que encontrei foram alguns erros de digitação (e é visível não serem falhas ortográficas, antecipo, é literalmente de digitação). Mas nada que atrapalhe a leitura ou tragam modificações bruscas no entendimento…

Se tiver a oportunidade: leia. É magnífico da autora à obra…

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Beijos, Vanessa.

Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

Resenha: Depois de você – Jojo Moyes

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Ficha técnica

Título: Depois de você

Autor: Jojo Moyes

Número de páginas: 288

Editora: Intrínseca

ISBN: 978-85-8057-813-3

Tradução: Adalgisa Campos da Silva

 

 

Sinopse

“Lou Clark tem muitas perguntas. Por que acabou indo trabalhar no bar de um aeroporto, onde passa o expediente inteiro observando outras pessoas voarem para novos lugares? Por que o apartamento onde mora há um ano ainda não parece um lar? A família será capaz de perdoá-la pelo que ela fez a dezoito meses antes? Algum dia ela vai superar ter perdido o amor de sua vida? Mas o que Lou sabe com certeza é que as coisas precisam mudar. Até que, certa noite, uma pessoa desconhecida bate à sua porta. Será que ela tem as respostas que Lou procura… Ou apenas mais perguntas? Se Lou fechar a porta, a vida vai continuar igual? simples, ordenada, segura. Se abrir, estará arriscando tudo. Lou prometeu que continuaria viva. E se vai cumprir isso, terá que convidar essa pessoa a entrar…”

Classificação: 5/5

Resenha

Bom, apesar de a primeira obra, Como eu era antes de você, ter me chamado a atenção, ter sido um presente especial e eu ter gostado, a cativação não foi tanto quanto eu esperava (não a desmerecendo. Acho que foi um problema específico meu!). Mas, mesmo apesar dos pesares que encontrei, tive curiosidade de ler a segunda obra, e acabei gostando mais dessa (totalmente antagônica à maioria,eu sei).

Em Depois de você, encontramos uma Lou séria, reservada e triste, enfrentando o luto, após a perda do grande amor de sua vida. Com uma vida mais ou menos, e Will Traynor em sua mente, ela tenta sobreviver aos pesados dias e seguir em frente, da maneira mais fácil possível. Porém, acontecimentos a farão mudar drasticamente sua então realidade, de forma a começar a realmente viver, como seu amado lhe pedira…

“Não pense muito em mim.. Apenas viva bem. Apenas viva.”

Acho que o mais atrativo foi toda essa questão de acompanhamento não só da busca por sobreviver ao luto, mas pelo amadurecimento visto na protagonista. Lou muda bastante e por mais que ainda haja vestígios da velha e antiga garota, principalmente boas páginas do início, nós leitores podemos sentir que ela está diferente…

Acompanhamos sua tentativa por superar a morte de Will Traynor, assim como quaisquer um vivencia à triste busca de sobrevivência após percas de pessoas muito próximas, e a identificação é inevitável. A autora evidencia a dificuldade de conseguir continuar após “baques” significativos, e a gente vê pelas conversas, até que com lados cômicos, do grupo de apoio que a protagonista passa a seguir, até mesmo vendo o decorrer de sua vida e seu modo de agir, pensar e lidar com as situações.

ALERTA DE SPOILER

Se você ainda não leu o livro, o próximo parágrafo pode ser um spoiler.

E ainda, ganhando um “quê” a mais, vem a questão de aparecer uma filha dele, trazendo um pouquinho do personagem nos trejeitos e cativando não só os protagonistas, como aos leitores. Fiquei encantadíssima com ela, sério. Eu conseguia identificar, assim como os personagens, a colocação de similaridades do personagem Will Traynor na Lily. Sem contar que a autora ainda expôs os dois lados dela, não só demonstrando seu lado de jovem revoltada, mas justificando inteligentemente suas ações, motivando as “infantilidades” e atitudes incoerentes e desnecessárias. Além que ela encontrar um outro amor, mesmo depois da incrível história de romance vivida com o Will, é uma demonstração perfeita de como ela continuou, diante de todas as dificuldades que ela vivenciava não só em se envolver com outro alguém, mas de se “desapegar” e seguir sem ele. Nos evidencia que não é fácil, para ninguém. Que por mais que se tente, a pessoa permanece ali e o necessário é conseguir sobreviver com essa situação.

Por fim, concluo dizendo que gostei bastante de como a história foi concluída e de todos os aspectos tratados pela autora no decorrer do livro. Girar em volta do luto foi interessante, e ainda conhecer a fundo a busca da protagonista por conseguir melhorar, por superar a dor que sente e ver como tudo foi desenrolado, tornou o livro sensacional.

Se você já leu a primeira obra, por favor, eu recomendo que leia esta continuação.

Beijos, Vanessa!

Resenha: Depois de você – Jojo Moyes

Resenha: Eu me possuo – Stella Florence

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Ficha técnica:

Título: Eu me possuo

Autora: Stella Florence

Número de páginas: 184

Editora: Panda Books

ISBN: 978-85-7888-599-1

Sinopse:

 Karina é uma mulher tímida, que abandona a odontologia para abrir um bar. Sua vida passa, então, por várias revoluções: profissional, sexual, psicológica, afetiva, familiar. Nessa nova fase, de muito trabalho e muitos homens, ela reencontra um antigo amor que a estuprou seis anos antes. A tensão entre ambos gera abalos e confrontos. Uma pessoa especialíssima, porém, a acompanha todo o tempo: sua moderna e sábia avó Evelyn.

Classificação: 5/5

Eu tinha certeza que o livro seria bom desde o momento quando tive contato, pela primeira vez, quanto sua temática. O que mais me surpreendeu, em toda o contexto, foi como a autora conseguiu expor a problemática…

“Em Eu me possuo acompanhamos a saga de Karina, uma dentista tímida que vive seu cotidiano sem qualquer sobressalto, quando Renata, amiga de infância e dona de um bar, pede sua ajuda no trabalho por um final de semana. Nas noites movimentadas no bar, Karina conhece Thiago, com quem se envolve num sólido amor líquido. Com o tempo, Karina passa a se dividir em rotinas bem distintas: a do consultório e a do bar. Na cama de Karina, os homens se multiplicam: além de Thiago, Enzo, Lúcio, Iago, Caio, Ivan. Quando, para surpresa de todos, o bar de Renata fecha, Karina toma uma decisão radical: ela abandona de vez a odontologia e abre com a amiga o Taverna Z. No dia da inauguração do novo bar, porém, mais uma reviravolta: Karina reencontra Gustavo Jota, um antigo amor que a havia estuprado seis anos antes. A tensão que se estabelece entre ambos gera abalos e confrontos. Uma pessoa especialíssima, porém, acompanha Karina todo o tempo: sua moderna e sábia avó Evelyn.”

Bom, somos imersos, como exposto, à história da jovem Karina, o qual, no início, percebemos evidente insegurança e temor. Claro, diante do prévio conhecimento sobre qual tema é envolto na narrativa, já se é claro por qual motivo ela é assim. Ao decorrer dos fatos, aos poucos, vamos conhecendo e vendo ser construída uma nova Karina, diante do enfrentamento de seus medos, e do trauma vivenciado. O charme maior é como a história se desfecha, o amadurecimento da protagonista em todos os aspectos e a sua “libertação”, apesar do trauma ser algo a carregar para sempre.

” ‘É doloroso viver com medo’, outra frase de Blade Runner que sempre voltava a sua mente.Sim, Karina sabe como é viver com medo.Qualquer mulher sabe. As ruas não nos pertencem: obedecemos a um eterno toque de recolher. Metrôs e ônibus nos acossam enquanto nos transportam. Tribunais de Justiça nos constrangem enquanto nos defendem. E até o vento, quem diria, pode nos amedrontar”

A autora consegue discorrer sobre um tema tão complexo de forma leve e tranquila, contrariando ao que eu esperava que fosse ser, diante de ser um tema extremamente pesado. Ela transcreve não só a realidade de quem já vivenciou a infelicidade de sofrer tal violência, de ter sido vítima desse monstruoso crime, mas consegue inserir o tema de forma a deixar claro quanto a ideia errônea que muitos tem quanto ao estupro e ainda passar ensinamentos, gerais, por meio do aprendizado dos personagens. Claro, há um foco ao lado de “relacionamentos” e da vida sexual, mas também aprendemos muito com as superações na vida da protagonista, na forma com o qual ela busca superar seus problemas e sua mudança radical de forma de viver.

Um livro de curta extensão, linguagem extremamente gostosa de se apreciar, como já exposto, de leveza e tranquilidade, que apesar de aparentar tão simples por suas características, tem uma dimensão gigante. É aquilo de que não importa o tamanho e sim a qualidade, certo? Esta obra faz jus. Terminei com uma visão renovada, com o pensamento imerso ao tema e o quanto a autora soube expor.

Quer mesmo saber? Desejaria que todos tivessem o prazer de ler essa obra…

Sobre a autora:

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Stella Florence é escritora, tem 1 filha, 10 livros, 30 tatuagens e vive em São Paulo. É autora dos sucessos Hoje acordei gorda, O diabo que te carregue!, 32 e Os indecentes, entre outros títulos. Cronista veterana, hoje escreve semanalmente para o site da Top Magazine. http://www.stellaflorence.net.

 

 

Beijos, Vanessa.

Resenha: Eu me possuo – Stella Florence

Resenha: Espelho das cores – Pedro Ivo

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Ficha técnica:

Título: Espelho das cores.

Autor: Pedro Ivo.

Editora: Quártica Premium

Número de páginas: 208

Ano: 2015

ISBN:978-85-8221-076-5

Sinopse:

Gabriel é um adolescente comum: vai à escola, cultiva amigos, frequenta um grupo de adolescentes da igreja e, como pode acontecer com qualquer outro de sua idade, perturba-se com a descoberta da paixão. Não esperava, contudo, que essa paixão pudesse se dividir entre Anabelle e o melhor amigo, Juan, causando um conflito inesperado entre sua sexualidade e as convicções de sua religião

A descoberta de uma nova amizade, contudo, poderá ser capaz de abrir-lhe os olhos para seguir um novo caminho, mas somente a sinceridade de todos ao seu redor será capaz de revelar as verdades que os conduzirão até últimas consequências de suas experiências e perspectivas de vida.

Classificação: 5/5

Bom, evidentemente, aqueles que acompanham o blog com frequência, já viu um pouco sobre o autor por aqui. Mas, retomando a tudo já dito, ele foi uma das pessoas com quem tive contato e que em pouco tempo pude ter uma simpatia e admiração imensa. É uma pessoa excepcional, evidentemente brilhante e que consegue transpassar isso em cada mínima fala. Tipicamente a quem sentimos os ideais e o caráter de longe. Então, meus caros, evidentemente que a expectativa pela obra seria imensa. E, inicio dizendo que não  foi o tanto que eu esperava, mas sim,muito além…

“Gabriel é um jovem que decide trazer à tona sua história de conflitos na adolescência com sua sexualidade, sua religião, suas amizades e sua paixão pelo melhor amigo, que parece nunca se resolver. Ele busca, na sua memória e na dos amigos Anabelle, Bruno e Juan, a reconstrução do seu passado, entre segredos e traições, para relatar uma experiência de vida que acredita poder ajudar outros não se sentirem tão sozinhos no mundo – como ele mesmo se sentiu um dia- ao se perceberem completos estranhos em uma sociedade heteronormativa, despreparada para lidar com as diferenças.

O que Gabriel não esperava é que o acaso pudesse contribuir de forma tão contundente para descrever seu passado, assim como não esperava que agisse sobre o futuro – talvez, o destino.”

Eu tenho muito que ressaltar o quanto, ultimamente, comecei a gostar bastante de ler livros que falem sobre essa temática de juventude e todas as perturbações da fase. Acho que desde que li, após ganhar de presente, As vantagens de ser invisível, o gênero começou a chamar mais a minha atenção e o apreço por tal foi construído ao longo dessas obras posteriores as quais pude ler. E este livro gira um tanto quanto essa temática.

Nós, leitores, conhecemos a história do Gabriel, um jovem que como qualquer outro enfrenta uma série de conturbações na vida (como todo bom e digno adolescente), envolvendo sua orientação sexual,seus relacionamentos, e acabamos imergindo também na história dos amigos deles – Anabelle, Bruno e Juan.

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As temáticas abordadas são extremamente chamativas e que me cativou, evidentemente. Trazer questões sociais são sempre algo o qual eu vou gostar, me apegar e querer aplaudir o autor pela preocupação em expor e evidenciar as diversas situações problemáticas da sociedade. Acredito que trazer quanto a questão da orientação

sexual foi um “xeque mate”, diante da evidente, ainda, exclusão na sociedade e dos diversos preconceitos impregnados, de forma a tornar até vergonhoso estar imerso em convívio com demais os quais vemos se acharem os “donos do certo e do errado”, julgando, menosprezando e anulando ao outro como pessoa, em suas possibilidades de escolha, de ser quem bem quiser ser. Eu diria que há uma anormalização daquilo que evidentemente é normal, ou deveria ser visto por todos como comum.

O livro retrata a descoberta de um jovem quanto sua sexualidade, quanto ao amor, e ainda traz essa retratação das influências do meio ao qual se está inserido, como quanto a vivência interiorana, onde tudo é gerador de polêmica e principalmente em questão de religiosidade. Trazendo a amostra de que o visionar preconceituoso das pessoas e a padronização imposta pela sociedade, traz até uma própria não-aceitação. Um julgamento errado contra a si mesmo.

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Por fim, deixo, ressaltando, quanto a ideia e o caminho que ela segue. Tentando não deixar tão claro como foi feito, diante que eu achei uma surpresa na estrutura do livro e não gostaria de estragar àqueles que vão ler, o autor coloca a ideia de uma forma que você faz uma relação evidente com o real, o que faz que a veracidade sentida na história, aumente ainda mais e você tenha uma identificação com os personagens e suas relações com a realidade a qual estamos inseridos, assim como a situação é algo decorrente (diante de eu ser uma garota interiorana e saber que tudo funciona extremamente parecido com o que ali foi relatado, em todos os aspectos presentes). Eu tive vontade de abraçar cada um dos personagens, sério!

Não deixe de adquirir seu exemplar e se envolver com esses personagens tão cativantes!

Sobre o autor:

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BIOGRAFIA

Pedro Ivo, 33 anos, brasiliense, professor da SEDF, licenciado em Letras pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em “Educação em e para os Direitos Humanos no Contexto da Diversidade Cultural” pela mesma universidade e atualmente mestrando do Mestrado Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias, da Universidade Estadual de Goiás (UEG). O autor organiza e participa de saraus culturais junto à juventude e já teve textos finalistas e vencedores de concursos literários publicados nos livros “A Matriz da Palavra: o negro em prosa e verso” e “Amor, Paixão ou Loucura”. Seu romance de estreia é “Espelho das Cores”, lançado em 2015, e este ano lançou “Amores, Angústias e Flores: poesias escolhidas”, sob o pseudônimo Gabriel da Cruz, personagem de seu primeiro livro.

Caso queira entrar em contato com o autor, deixo abaixo alguns links das mídias sociais dele.

Instagram/Twitter: @pedroivoautor
Youtube: @espelhodascores

Vanessa Ribeiro

Resenha: Espelho das cores – Pedro Ivo

Projeto Além das páginas: Autor Pedro Ivo.

Hoje, venho trazer mais um post do nosso projeto Além das páginas. Se você ainda não o conhece, clique aqui para acessar ao post de divulgação e entender como funciona. Bem, meus caros leitores, sinto-me um tanto “suspeita” para vir falar do autor o qual destinaremos este post: Pedro Ivo.  É que simplesmente o cara é O cara! Simpático, educadíssimo e de fortes ideais, claramente é daqueles que sabe o que diz, e que luta pelo que acredita. Encontrei uma forte identificação e evidente admiração no pouco contato, e não é exagero. Ele é uma das raríssimas pessoas que realmente carregam tais qualidade as quais citei. Não só um típico “falador”, mas aquele que diz sabendo O que diz. Em palavras do próprio autor, ele vê-se como um:

“Educador, pesquisador, militante por causas sociais, sonhador em busca de uma vida melhor para todas e todos. Acredito em fazer a minha parte e procurar contribuir pelo bem coletivo.” 

Uma série de questões formam um escritor. Em post anterior, a autora havia sido motivada por um ótimo educador, que a fez se apaixonar pela escrita. Hoje, temos um autor que viu um meio de expressar a sua vivência e suas negativas experiências. Algo que eu compartilho, quanto também as ter vivenciado em fase pré-adolescente pela identidade racial, o que acarreta ao entendimento às consequências drásticas que isso pode acarretar na vida de muitas pessoas, como lidar com uma série de complexos graves ou similares. Nem todos conseguem enfrentar tais situações da melhor forma possível. Haja vista, é nobre ter um autor que se coloque, como ele mesmo expõe,  a trazer experiências próprias e tentar ajudar aqueles que ainda vivenciam tais dramas a superarem-os, a aprenderem a lidar da melhor forma, não deixando quaisquer resquícios, ou em mínima interferência:

“Percebi que escrever era algo pra mim na universidade. Cursei Letras e percebi que minha expressividade era melhor por escrito que nas relações sociais diárias. Isso se deveu a experiências negativas sofridas na adolescência contra minha identidade racial e de orientação sexual e que refletiram na minha vida adulta, o que trouxe entendimento acerca do mundo (sobre suas tristezas, hipocrisias, mas também alegrias). Comecei, assim, em 2007, um processo de 7 anos de escrita do livro “Espelho das Cores”, juntamente com poemas, publicados em um segundo livro este ano, “Amores, Angústias e Flores”, ambos refletindo essas vivências por que passei, além de transformar igualmente em literatura experiências vistas e ouvidas todos os dias de pessoas próximas ou não a mim, sempre associado ao conhecimento teórico que estava obtendo naquele período. Nesse meio tempo, percebi que mais que um sonho próprio escrever era um meio de alcançar aqueles e aquelas que passaram ou estão passando pelos acontecimentos negativos em minhas vivências, a fim de fortalecer identidades, autoestima, senso de humanidade nas pessoas, principalmente as que tiveram experiências como as minhas.”

Sabe quando te dizem que sonhos podem custar caro? O autor nos prova que sim. Como posto, uma realidade o qual presencio ao conversar com alguns autores, são os custos altos para conseguir a publicação. E quer coisa pior? A dificuldade de inserção no mercado e de conseguir conquistar o público, mesmo as obras sendo boas e super bem produzidas. Uma trajetória exaustiva para os autores, não? Assim expressa o escritor Pedro Ivo sobre sua trajetória:

“Comecei, como disse, em 2007, com o projeto do primeiro livro. Nesse processo, parei, retomei, desisti, quis jogar fora, recomecei. Após 7 anos, vi a obra concluída, mas outra luta se iniciou: a da publicação. Mandei os originais para diversas editoras, as quais negaram. Inclusive as que acharia que de cara aceitariam – porque publicavam literatura LGBT, e meu livro tratava sobre relacionamentos homoafetivos – também a negaram sob as desculpas mais genéricas… Foi a última editora que aceitou, entretanto mediante um contrato em que os custos da produção de tiragem era totalmente a meu cargo – e isso é uma realidade em todas as editoras que trabalham com autores novos, variando o preço que esse autor paga pela sua tiragem impressa. Como não sou nenhum youtuber que decidiu escrever qualquer coisa aproveitando a visibilidade na Internet e o número de “likes”, ou alguém com expressivo nome no cenário literário, acadêmico ou virtual, nenhuma editora se propôs a assumir os custos da obra. Paguei pela produção. Não me importava que pagasse; queria ver o meu sonho realizado. Sou um escritor com obras publicadas, com um sonho realizado e não me arrependo disso, independente de minhas obras terem ou não tido expressividade nacional. Posso até dizer que teve alguma: entrevistas pra jornais online; indicação ao Prêmio Papomix da Diversidade 2016, em São Paulo, na categoria literatura LGBT… Reconhecimento acadêmico, com minha obra sendo usada em disciplinas de extensão e de cursos de graduação na UFG e na UnB; reconhecimento da UEG, em que atualmente sou mestrando, com um convite para lançar meu livro lá; reconhecimento do Movimento LGBT de Brasília, com um convite pra compor uma mesa-redonda de escritores LGBT. Acho tudo isso muito legal, mas sem a expressividade no cenário nacional. E por quê? Por que não foi uma grande editora que publicou a obra, meu tema e meu nome não lhes dá dinheiro. Não posso julgá-las, quem tem uma empresa quer ver seu produto no mercado. Comigo isso não iria acontecer.”

E, posta a indagação que eu mais gostei aliás em todo o projeto, quanto os problemas da  literatura nacional, vemos um forte posicionamento (avisei-os que ele falava, e com plena noção do que dizia). Um educador de sólida carreira, com buscas constantes pelo seu sonho de escrever cada vez mais, deparamo-nos com seu posicionamento quanto a força da literatura, mas a problemática do “sucesso” fácil. Ou seja, o mercado insiste em lançar obras daqueles que já tenham sucesso, e que, não desmerecendo, muitas vezes perdem e muito em conteúdo para obras que poderiam ser grandes sucessos, mas não são de autorias famosas antes de sua publicação. Ter um renome já é evidencia de apoio na literatura, e não a atenção à obra, efetivamente. A problemática é exposta, na íntegra, pelo autor, nos seguintes termos:

“A literatura nacional é grandiosa, instigante, maravilhosamente bem-construída e com grande expressividade internacional. O que ainda me incomoda são os supostos “novos escritores de literatura”, que sem conhecimento algum sobre o que signifique a literatura nacional para o País ou sem qualquer conhecimento teórico literário, são lançados pelo mercado e passam a viralizar sob a condição única de que estão “dando retorno” para este mercado. Qualidade literária? Problematização social? Conceito artístico? Não, isso não é necessário para o mercado literário. Faça um canal no Youtube de humor; faça as pessoas rirem com boçalidades; tenha condições de “discutir” com princípios bem conformistas ou discursos banais sobre qualquer assunto atual na Internet, ou ainda viver de “crítica literária” sem embasamento algum senão sua própria opinião, e ganhar centenas seguidores, pronto! Receita mágica para vender e tirar o mercado literário nacional da crise em que se encontra. Felizmente não vivo de literatura; sendo de origem pobre e de periferia, galguei com muito esforço o espaço acadêmico e um lugar na área educacional como profissão. Escrever para mim é um sonho realizado e que pretendo levar adiante, sem pretensão de alterar algo no mercado literário… Este mercado é o que é e tem suas próprias leis para sobreviver. Penso que não são as questões de mercado que têm de mudar, mas os escritores independentes que precisam se organizar e mobilizar para trocar informações, conhecimentos; construírem algo juntos em prol de si mesmos, estejam trabalhando qualquer temática que lhes seja conveniente, porém com senso de ajuda mútua. Admiro as editoras independentes e grupos de escritores independentes que trabalham conjuntamente em benefício da literatura nacional e não do mercado. Certamente que, vivendo numa sociedade capitalista, a questão mercadológica e o tão esperado “sucesso” por algo que se produziu são esperados. Quem sabe, com essa perspectiva independente, não consigamos fazer com que mercado e qualidade literária andem juntos? Ainda não saberia responder a essa questão…”
Bem, se você ainda não conhece o autor Pedro Ivo, não deixe de conhecer nosso post de apresentação à ele, clicando aqui. Deixo abaixo a sinopse de suas obras:
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Sinopse “Espelho das Cores”:
O livro traz a história de Gabriel, um adolescente comum que vai à escola, frequenta um grupo de jovens da igreja e perturba-se com a descoberta da paixão, causando um conflito inesperado entre sua sexualidade e as convicções de sua religião. Entre segredos prometidos e traições inesperadas, essa história trata sobre a descoberta da sexualidade e o conflito amoroso, religioso e familiar. Escrito em múltiplas linguagens e por diversas vozes, o romance dialoga com a atualidade em busca do entendimento do outro, da compreensão humana, que vemos cada dia menos acontecer.
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SINOPSE: Amores, Angústias e flores: poesias escolhidas.

 “O livro surge anos após o desenrolar dos fatos vividos no romance Espeho das Cores pela personagem Gabriel, tornando-se um compêndio de poemas que traz a vivência e o desenvolvimento de sentimentos e conflitos da adolescência à idade adulta, por meio de temas ligados à juventude, sexualidade e raça, envolvendo seus desdobramentos. Idealizações e desilusões amorosas, conflitos individuais e sociais, percepções positivas e negativas da humanidade buscam dar o sentido existencial do eu lírico, que busca seu lugar no mundo.O lançamento oficial de Amores, Angústias e Flores: poesias escolhidas foi realizado na 24a Bienal do Livro de São Paulo, no estande da Editora PerSe, com sessão de autógrafos.

Beijos, Vanessa.

Projeto Além das páginas: Autor Pedro Ivo.

Projeto Além das páginas: Autora Beatriz Pacca.

Caros leitores, damos o primeiríssimo passo do nosso novo projeto, que trará entrevista com alguns autores, mostrando-os “Além das páginas”. E hoje, para essa estreia aqui no blog, traremos, obviamente, a autora que nos inspirou ao projeto: Beatriz Pacca, uma jovem movida pelo amor à leitura e à escrita, carregando como hobbies (assim como muitos de nós) o vicio por séries e filmes, com destaque aos livros da saga (sucesso mundial) de Harry Potter. Fã de Beatles, e uma (digníssima) pisciana, sonha em ganhar cada vez mais leitores, e ganhar destaque no país o qual é apaixonada e pretende muito conhecer: A Inglaterra!

“Adoro ler, escrever. Tenho hobbies comuns, como assistir séries e filmes, etc. Meus livros preferidos são de Harry Potter. Minha banda preferida é Beatles, e sou pisciana com ascendência em Escorpião. Minha viagem dos sonhos é para a Inglaterra. E espero algum dia me tornar bem conhecido no país, espero conquistar leitores, e sempre despertar a curiosidade deles, pois tenho planos para ainda escrever muito mais.”

Como nasce um escritor? Como se aflora a alma em paixão pelas palavras? Há várias formas e cada autor certamente dará seu próprio motivo, aquele clique que motivou-o à escrita. Sabe quem foi o motivador a acender essa luz na vida da autora? Um professor! Um verdadeiro educador, que em executar de seu trabalho, colocou uma “sementinha” a mais no mundo, nos trazendo o prazer de ter tamanha preciosidade como a obra dela em meio a nossa literatura. E a autora, em seu relato, ainda nos transmite o quão escrever lhe é prazeroso, de uma forma encantadora e cativante. Confira no trecho abaixo:

“No sexto e sétimo ano tive aula com um professor de língua portuguesa que adoro. Ele também gosta muito de escrever, e foi nesses dois anos em que nossas aulas eram mais focadas em redações e histórias. Foi aí que tive vontade de escrever. E quando comecei, não tive mais como parar. Eu comecei a gostar tanto de escrever que se tornou um vício. Acho relaxante, divertido, emocionante. E como gosto muito de ler, me sentir nos mundos que outros autores criaram é incrível, mas ter meu próprio mundo, onde eu decido tudo é ainda melhor.”

Em simpatia contagiante, a autora comentou conosco o quão trabalhoso é todo o processo para a publicação de uma obra. Eu, pelo menos, mera leitura e leiga quanto aos “bastidores”, chego a até tentar imaginar a correria da busca por efetivação do sonho. Mas, tem como não sentir aquele sensação de “vale a pena” com os comentários finais da autora?!

“Escrevi meu livro e mandei para algumas editoras. Obtive a resposta da Chiado, que me interessou mais. O processo de edição é complicado. Assinar contrato, criar a capa, paginação, revisão, revisão de novo e de novo. E depois, meses para os livros chegar. Mas vale a pena, porque, quando eles chegam, você não consegue conter sua alegria. Ver aquela capa linda, sentir o cheiro das páginas, ver tudo aquilo que você criou, finalmente impresso e em mãos. É uma sensação incrível.”

E, para encerrar o bate papo que tivemos com a autora, trouxemos a tona a problemática o qual, ao ponto de vista de alguém tão imerso aos bastidores,quanto a literatura e a imersão dos iniciantes no mercado. Claro, apontado evidentemente os problemas sempre expostos: a força do estrangeiro perante nossa literatura, e a dificuldade de se ganhar espaço. De forma cativante, ela expõe seu desejo de um dia estar inserida no mercado internacional:

A literatura brasileira é um assunto complicado, pois todos temos certa preferência pela estrangeira, muito mais reconhecida.Tanto as editoras, quanto as livrarias abrem muito mais espaço para autores já conhecidos, estrangeiros e vloggeiros em geral, e acho que exatamente essa questão devia ser mudada. Queremos ser reconhecidos lá fora (inclusive eu, algum dia, gostaria de ver algum estrangeiro que goste do meu livro), mas não abrimos espaço para autores novos e desconhecidos.

Para conhecimento, a autora escreveu o livro Morgan Dull Blade – O olho e a sombra.

Sinopse:

O mundo está repleto de malfeitores, ladrões e assassinos. E é por isso que a Inglaterra tem uma justiceira. Responsável por colocar vários criminosos na cadeia, procurada pela morte de muitas pessoas más. Essa é Morgan Dull Blade, baixa, ranzinza e Capitã de um exército, cujo dever é limpar as ruas da Inglaterra, acompanhada, na maior parte do tempo, por Alphonse Oak, Tenente e filho de um famoso empresário assassinado anos atrás.

No momento, Morgan está em guerra com a Kage no Ichizoku, um clã japonês, liderado por alguém bem conhecido de Morgan. Ao longo do tempo, Morgan descobre que outros países também têm seus justiceiros, e é ao lado deles que irá travar uma batalha quase definitiva, que mudará muito sua vida. Reencontrará muitas pessoas de seu passado, sem saber se pode ou não confiar nelas, enquanto seus amigos tentam descobrir o que tem por debaixo daquele tapa-olho.

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Beijos, Vanessa.

Projeto Além das páginas: Autora Beatriz Pacca.

Parceria: Autora G.J. Pinheiro

Costumeiramente ouvimos falar para não julgar um livro pela capa, não é? Mas, meus caros, preciso assumir que meu interesse primordial ao livro da autora foi sim pela capa. Não sei explicar bem o porquê, mas a ilustração chamou meu interesse ao ponto de eu me propor a procurar a sinopse do livro. Alguém tem dúvida de que acabei me apaixonando definitivamente pela obra, e ficado louca de vontade por um exemplar? Pois, como consequência desse amor a primeira capa, apresento a vocês a nossa mais nova autora parceira: G.J. Pinheiro!

BIOGRAFIA

Nasceu em 1990, são Paulo. Desenhista desde pequena, começou a escrever a série “As Crônicas
de Kennaya” aos 13 anos. Amante dos livros, principalmente de aventura, fantasia e históricos, entrou para o ramo de livreiros no qual trabalhou por alguns anos. Formada pela USP em Ciências da Natureza, hoje mora com seu esposo Felipe, seu filho Miguel Aquiles, seu gato Elvis e uma vira-lata chamada Banguela no estado de São Paulo

Tudo bem, mas qual o tal livro que tanto me chamou atenção? Pois bem, o título deste é O Acaiah, composto de 657 páginas, o destaque surpreendente da ilustração, que ganha ainda mais charme em saber que são todos produzidos pela própria autora. Tem coisa melhor? Depois da descoberta e de ler a sinopse (contida abaixo), não há como controlar a ansiedade!

SINOPSE:

Wendel sempre foi uma cidade bela e calma, mas a chegada de uma criança fez soprar um vento que seria capaz de mudar o mundo.

Sahgua Khalil sempre foi risonha, alegre e acima de tudo, conhecida por sua tamanha beleza. Desde criança ela mora com os Branagh’s que a criaram com muito amor, mas ser apenas um deles parecia não ser o suficiente, sempre que algo estranho acontecia a pequena menina tinha visões estranhas. Os Branagh’s sempre foram muito próximos dos Williams, uma família que escondia muitos segredos, principalmente com a rainha de Lincitter, mesmo sendo muito apegada a Merlina Williams, Sahgua nunca se deu bem com Aquiles, filho mais velho deles e quando uma grande tragédia invade a família dos Williams, apenas a caçula Safira continua próxima com o passar dos anos.

Com o passar dos anos coisas estranhas começam a acontecer, e tudo toma início com um grande reencontro que poderia ser capaz de alterar todo o futuro; Sath Aquiles Williams estava de volta, crescido, mudado e para a surpresa de Sahgua; Ele era herdeiro do grande reinado de Lincitter; Príncipe Aquiles. Mesmo com tudo, parecia que com sua volta, veio todos os problemas. Vários assassinatos começam a ocorrer em Wendel seguido de roubos estranhos de livros. Será que Sahgua poderia confiar no jovem Aquiles que estava completamente diferente? E o assassino, que agora queria Sahgua, seria uma criatura da floresta de Asban? Os inimigos poderiam estar mais próximos do que imaginariam e às vezes quem mais confiamos, seria de quem viria a maior traição… Entre neste universo de  “O Acaiah”  e viaje nesta fantasia que acaba de começar…

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Segue abaixo um banner com as redes sociais da autora, caso queiram entrar em contato!

Beijos, Vanessa.

Parceria: Autora G.J. Pinheiro