Eu ainda acredito que há amor no mundo.

Eu ainda acredito que há amor no mundo. Eu sei que há. Porém, cada dia mais o precisaremos replantar.

Sabe, sou tipicamente o ser humano que chora assistindo aos jornais. Que o coração se angustia com cada notícia de desamor. Eu não consigo pensar na crueldade como algo que deva ser visto rotineiramente. Não é comum. Queria eu, do fundo do meu coração, que esses jornais que apresentam reportagens de violências e crimes, não tivessem mais conteúdo para apresentar. E queria que isso ocorresse porque o ódio chegou ao fim, porque o ser humano não mais mata uns aos outros, não mais reproduz atos violentos contra os seus.

A maior verdade que li certo dia, e perdoem-me pelo esquecimento de em qual matéria foi, mas referia-se a não reprodução de abraços em jornais. Porque tão raramente compartilhamos os atos de amor em nossas mídias? Porque deixamos a semente de paz morrer sem germinar?

Eu desacredito que o ódio seja maior. Não, não há como ser quando eu vejo um filho sendo abraçado pela mãe; o sorriso de um idoso para a netinha que está se sujando na areia; os meus pais, quando cuidam de mim, ternamente.

O ódio ganha notoriedade, mas o amor existe por todo canto. Ele está aqui, aí e em todo os lugares desse mundo. Mas, ainda assim, precisa ser alimentado. Precisa ter ganho de voz, para que grite tão alto, mas tão alto, que silencie todas as guerras.

Vai lá, meu caro. Abraça sua mãe, diz um “eu te amo” para o seu pai, tome atitudes para fazer alguém sorrir. Não deixe que o ódio faça você acreditar que não mais existe amor. Não deixe a violência silenciar a sua luz. Não permita que o desprezo destrua sua paz.

À sua maneira:

Espalhe o amor.

Sinta o amor

Reproduza o bem.

O mundo conta com você!

Beijos, Vanessa.

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Eu ainda acredito que há amor no mundo.