Diário de faculdade: precisamos ir além ao aprendizado das salas de aulas.

Estudar sempre foi uma atividade a qual mantive em extrema organização e busca por melhor qualidade. Sempre soa bizarro, para algumas pessoas, quando pauto sobre o tema de gostar de estudar e sentir prazer em fazer isso, desde sempre, saliento.

Apesar de sempre ter sido uma pessoa dedicada aos estudos, durante os anos do colegial e nesses anos iniciais do ensino superior, é sempre preciso alavancar os conhecimentos. Não refiro apenas quanto aos conteúdos apenas da faculdade, por exemplo, mas referente a conhecimentos em outras áreas e até quanto os idiomas.

Uma das coisas mais importantes que carrego comigo é que o conhecimento e a aprendizagem jamais pode ser restrita ao transmitido pelo professor, em sala de aula.

Meus caros, precisamos ir mais além…

O aprendizado nas salas de aula compõe uma parte, apenas, do que podemos aprender sobre algo. Não é versando sobre impossibilidade dos professores, mas sim que ali eles são instrutores iniciais do conteúdo. Nunca podemos levar que uma aula é o ensino pleno e completo de um conteúdo, ou estaremos imersos em um mar de fantasias.

Tenho um professor que costuma repetir que o estudo se faz na escrivaninha de casa. E concordo plenamente com ele. Quando perguntam-me como faço para manter um valor considerável de média e até de conhecimento, esse é, sem dúvidas, o conselho que sempre darei: a gente precisa ir além ao que vemos na sala de aula. Sentar e estudar muito mais opções, visões e livros além ao mencionados ou passados em nossos cursos universitários.

Vou além, ainda nessa questão, que também não podemos ser movidos pela visão unitária de ler e estudar apenas ao que refere aos nossos cursos. Não, precisamos ir além. Eu cometia o grosseiro erro de focar apenas nos conteúdos vinculados à Direito, meu curso, imersa apenas nas doutrinas, e esquecia que a vida profissional e até pessoal, requer muito mais que meros conhecimentos teóricos. Precisamos de um conhecimento mais amplo, além de ser saudável e divertido.

Hoje, sei que a maior influência para minha vida é o estudo na minha escravinha, daquilo que meus professores me direcionam. Sei também que outros livros, filmes e vivências são exemplares importantes na minha coletânea para a busca do “sucesso” pessoal e profissional.

 

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Diário de faculdade: precisamos ir além ao aprendizado das salas de aulas.

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

Estudar, para algumas pessoas, posiciona-se como um verbo temível e dos quais tendenciam a manter distancia. Quando muitos indagam-me sobre como consigo manter a frequência nos estudos, mesmo nas férias, saliento ser uma questão de hábito. Não aprofundarei muito nessa parte, pois quero deixar para fazer um post específico sobre o assunto.

O que venho falar hoje é sobre utilizarmos essa “terrível” atividade em meio as férias. Sim, estudar durante o seu tempo anual de descanso, tão esperado e aclamado em sua chegada…

Particularmente, citando meu caso, quando no ensino fundamental e parte do ensino médio, nunca atentei-me ao aspecto de debruçar-me sobre os livros e colocar-me a estudar. Hoje, sinto muito pelas ganhos não obtidos e tempo que dever-se-iam ter sido aproveitados.

Comecei a fazer isso a partir das férias do segundo ano do ensino médio, quando vi-me a beira de encarar a prova do “Enem” e minha necessidade de aprovação. Como digo, por o estudo ser algo de costume, acabei  aderindo essa prática por agora, em curso do ensino superior, o qual repito o feito em segundo ano consecutivo.

Certo, meus caros, o ponto é claro quanto o quão lucrativo pode ser estudar nas férias, mas a questão se contrapõe ao aspecto de que o período é, efetivamente, concedido para que o acadêmico descanse do ano possivelmente cansativo e desgastante. Como faz então?

Digo a você que tudo deve-se pautar na proporcionalidade. Aqui, não falo para você estudar cada segundinho do dia, em uma maratona exaustiva. Não, longe disso! Férias foram proporcionadas para buscar o descanso e tudo deve ser ponderado.

Você, meu caro, pode (e deve) sair, ir onde quer que queira, ver amigos, dormir mais que o comum, fazer coisas que goste. Mas, necessariamente, não vai ter um drástico desgaste mental em separar uma hora que o seja, por exemplo, para dedicar-se a estudos de conteúdos da faculdade, a leitura de um livro de seu curso ou em propor-se a estudar aquele idioma que você procrastina durante todo o ano. Eu não falo em, arduamente, propor-se a virar um doutor do estudo sozinho de todos os conteúdos de seu curso, mas a utilizar do tempo para dedicar-se a alguns conteúdos que ainda lhe são não claros ou, como dito, ao estudo de idiomas ou outros cursos e questões que tanto desejas mas que a correria diária não lhe permite no decorrer do ano letivo.

É propor-se a colocar o cérebro em funcionamento e não deixá-lo  desacostumar com a rotina de estudos. Eu, particularmente, coloco-me a estudar com mais afinco à Língua Inglesa e sempre manter-me em leitura de dois livros: um vinculado ao meu curso universitário e outro que seja sobre quaisquer outra temática. Foco estes aspectos como partes de motivação ao estudo, de manter meu cérebro e corpo acostumados à estudar. Saliento que este verbo não representa só a dificuldade acadêmica anual, mas também debruçar-se sobre temas e coisas que você realmente goste de ver e aprender. Quem disse que isso também não é estudar?

Vanessa

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

Diário de faculdade: Cansaço e desmotivação!

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Bom, meus caros, sabemos que estudar nem sempre é um mar de rosas. Em meio aos turbilhões de complicações que surgem, vim falar especificamente de quando perdemos aquele “gás” dos estudos, quando o ânimo morre, a motivação não mais existe e o único desejo que resta é de abandonar tudo. Sim, todos nós passamos por isso.

Ano passado, perto do fim do segundo semestre, eu tive um verdadeiro desmoronamento psicológico. Simplesmente queria jogar tudo para o ar, largar a faculdade, desistir das mil e uma coisas que faço e dormir por dias seguidos, sem interrupção. Melhorei consideravelmente desse surto, porém percebi que iniciei o ano extremamente cansada, ainda, e um tanto desanimada (possivelmente resquícios do cansaço do ano passado). Eu venho em uma rotina de estresse intenso, procrastinação em quaisquer atividades e tenho ficado muito improdutiva e sem saber aproveitar meu tempo.

Sim, eu poderia jogar tudo para o ar nessa maré ruim, assim como sei que muitos tem passado pelo mesmo, e muitos outros já deve ter abandonado as coisas. Mas eu tenho optado por buscar me reanimar e não desistir…

Se você tem estado assim como eu, vou deixar algumas dicas do que tenho feito para tentar tirar todo esse desanimo da minha vida.

1. Foque no seu objetivo

Nada é atoa. Sempre há um porquê. E esse é o ponto chave onde você deve mirar. Tenha sempre em mente tudo aquilo que você objetiva e principalmente que esse é o caminho para atingir seus desejos.

2. Organize-se

Eu, quando começo desanimar, viro uma perfeita bagunça. “Empurro tudo com a barriga”, enrolo em tudo e acabo não fazendo nada. Faça listas diárias de atividades. Eu, particularmente, escrevo duas listas: uma de atividades obrigatórias de serem concluídas naquele dia e outra de atividades secundárias, que se não feitas, podem ser colocadas para conclusão em outro dia. A dica é se organizar e se impor a cumprir aquilo que programou.

3. Não exija demais de si.

Gente, um dos maiores problemas que me cansaram demais foi querer fazer mil coisas de uma vez só. Eu queria fazer muita coisa e acabava não fazendo nada e ainda mais: estressada. Não se imponha demais e nem queira fazer muitas coisas. Abandone algumas atividades que forem necessárias e possíveis.

4. Descanse

Você não é uma máquina. Separe tempo para o lazer ou simplesmente para dormir, ou ficar vendo um filme. Dê descanso a si, por favor! Você não é de ferro!

5. Você é capaz

Por fim, jamais desacredite de si e dos seus sonhos. Vá em frente, do jeito que der. E confie em si, que o mundo todo será seu!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Cansaço e desmotivação!

Diário de faculdade: Procrastinação

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Esse é um problema que muita gente enfrenta. E, ás vezes, sequer sabe que está passando por ele. Mas, o que é essa tal procrastinação?

Procrastinar é o ato de adiar algo ou prolongar uma situação para ser resolvida depois.

Sim, é aquilo de sempre ficar adiando para fazer as coisas. Não é um problema apenas quanto aos estudos mas pode estar relacionado a vida também. Eu, por exemplo, sou uma pessoa extremamente ansiosa então sempre sigo o caminho oposto. Mas, quanto vida pessoal, costumo procrastinar e muito. Mas, hoje, o tema é quanto aos estudos, onde muitos vão adiando os trabalhos, os estudos para as provas e sempre “empurrando com a barriga”, deixando para depois.

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Fonte: Beneficium Juris nemini est denegandi

Tudo bem, meus caros, eu sei que não é simplesmente pensar “não vou mais enrolar” e pronto, está resolvido. Quando se acostuma a procrastinar, a situação vira um hábito e não é fácil de largar. Os estudos passam a parecer uma tortura. Mas, vou deixar aqui algumas dicas que possam ajuda-los a se libertar desse problema:

  • Planeje horários mais curtos

Se você costuma procrastinar, até se por a pensar em horas a fio de estudo já parece fazer desistir. E acredito que isso assusta até aos mais empenhados. A dica é você manter um planejamento de tempo de estudo, curtos, com pausas regulares. Por exemplo: invés de estudar 6 horas seguidas, estude de 2 em 2 horas com pausas de meia hora, ou talvez 1 hora. Assim você descansa e não transforma o estudo em um martírio…

  • Divida o material, estipulando meta

A dica é: se imponha metas. Por exemplo: Semana X terei que estudar até página “tal”. Ou estudar “tanto” por semana. Mas cuidado: Não vá estipular metas cansativas ou impossíveis. Estipule de acordo com seu planejamento de tempo de estudo e o quanto você consegue.

  • Pare de dar pausas

Você sabe bem do que estou falando. Sabe aquelas pausas para conferir notificações no celular, verificar o facebook “rapidinho”, ir conta uma fofoca no whats e todas essas pausas no meio do tempo de estudo? Pare! É cilada! Isso com certeza te desmotiva a estudar, interrompe a sequencia a qual seguia e deixa a preguiça adentrar. Você terá o tempo de pausa conforme estipular, então deixe tudo isso para esse momento!

  • Recompense-se

Quer se motivar? Ganhar o que quer. Fazer o que gosta. E que tal se isso for dado por si mesmo, em recompensa ao próprio esforço? Estabeleça recompensas para si nas situações de que se fizer exatamente o planejado, fará “X”, ou ganhará “Y”.

  • Mantenha longe as distrações

Parceiro da dica das pausas, essa diz sobre desligar o celular, bloquear aplicativos, ficar longe de tudo que te faça se distrair.

  • Cuidado com o ambiente

Procure estudar em lugares silenciosos, que não tenham distrações algumas e que não sejam “enjoativas” para vocês. Por exemplo: eu não consigo ler, nem mesmo se estiver sentada, no meu quarto. Me dá um sono assustador. Então o que faço? Não leio no quarto! Se o lugar de der sono, te canse, seja desmotivador: procure algum o qual você se sinta melhor.

A questão é: comece a estudar. Essa é a dica maior. Largue tudo e sente-se, e mãos a obra. Enquanto você enrolar, nada vai fluir.

Beijos, Vanessa.

 

 

Diário de faculdade: Procrastinação

Diário de faculdade: Dica de estudo: revise após a aula

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Eis que as aulas já dão seu ar da graça. Hora de dizer adeus as férias e focar nos estudos, afinal, é preciso dar seu melhor. Mas, as provas complicam tanto, não? Muitas e muitas matérias, conteúdos excessivos e um dia antes o qual tiramos para estudar efetivamente. É, meus caros, há um jeito de descomplicar isso tudo… E não, não é milagre!

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Fonte: Motivado para vencer

Claro, há uma série de fatores como treinar o que se aprende com exercícios, mas e aí, eu, por exemplo, não tenho exercícios. Como fazer? Bem, primeiramente que contribui muito prestar atenção à aula. E anotar os aspectos mais relevantes para poder estudar.

E depois? Separe algum tempo do dia para revisar os conteúdos. Após a aula e se possível, antes dela, revisar o conteúdo, relembrando tudo o que foi visto. Isso faz com que você aprenda a matéria, com ela ficando bem clara, pelo constate revisar dela. Você se ‘familiariza’ com ela.

Por exemplo, eu estudo a noite. Claro que não estudo depois que eu chego, mas costumo revisar os conteúdos logo após, na manhã seguinte. E, em sequência, revisar a disciplina que terei no dia. Assim, me preparo para a aula do dia e relembro o que vi na aula anterior.

E não, não gasto horas fazendo isso. Eu apenas me auto explico o conteúdo, o que leva entre 20 a 30 minutos ou até menos, de acordo com o tanto de coisa que tem para revisar. A primeira revisão, após a aula, eu faço uma leitura, concentrada, tentando deixar o mais claro possível o conteúdo e depois, nas demais revisões, apenas me auto explico.

Como dito, eu não tenho exercícios. Mas, uma dica é usar exercícios como meio de revisão, onde você aplica aquilo que aprendeu, o que é realmente o que se espera nos testes. Além de ser uma verificação se você realmente aprendeu e consegue desenvolver bem o conteúdo.

Ou, uma coisa o qual eu faço, é reescrever todo o conteúdo (o que é mais demorado!). Eu consigo perceber e aprender muito mais uma matérias, escrevendo. E por isso, costumo revisar reescrevendo todas as anotações.

Ficam as dicas para vocês. Espero que os ajude!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Dica de estudo: revise após a aula

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

Fala Galera, tudo bem?

Sim, o título do post deve ter causado temor e dor de cabeça em muita gente. Imagine só, depois da “tortura” de estudar um ano letivo todo, ainda querem que se estude nas férias? Pois é, meus caros, soa loucura, mas não é tão “piração” assim!

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Bom, não estamos falando de você sentar um dia todo para estudar, ou deixar de se divertir e aproveitar as férias. Nada disso. Afinal, ninguém é de ferro! Mas, já parou para analisar que você poderia gastar aquela horinha do dia em que você não tem absolutamente nada para fazer, “estudando” alguma coisa?

Essa loucura é algo que muita gente faz. Mas o que se estuda? Bem, muitos deixam para revisar conteúdos do ano nesse período ou estudar uma língua diferente. E sim, eu faço ambos. Enquanto reviso um conteúdo da faculdade (no momento, direito civil), aproveito alguns minutos para estudar um pouquinho de Inglês.

Então, porque não aproveitar também?

Separe um tempinho do dia para revisar alguns conteúdos aprendidos no ano ou algo similar. Tem vontade de aprender uma nova língua? Que tal investir tempo em começar a estudar nas férias? Você vai ver que vale a pena e ocupa o vasto tempo vago!

Beijos, Vanessa!

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

Diário aos 18!

Fala Galera, tudo bem com vocês?

É sempre bom retornar ao passado. É sempre bom relembrar tudo o que vivemos e poder analisar exatamente da mesmíssima forma o qual nos sentíamos quando aconteceu. Soa engraçado quando nos deparamos com posicionamentos que posterior, quando vemos o restante de toda a história, acaba soando óbvio as consequências. Sabe quando gritamos ao protagonista não fazer isso? Ou não agir assim? Mas ele o age? Pois é! Eu poderia estar falando dos sentimentos quanto a um filme, mas estou falando de como foi reler meu primeiro diário.

Dia 10 de março de 2007, há quase 10 anos atrás, uma garota às vésperas de seu aniversário de 9 anos, começava a escrever em um diário que ganhara como premiação em um concurso qualquer de cartazes, salvo engano. Gente, quando eu ia lendo, vendo como eu colocava as coisas, o simplório linguajar e a inocência em pessoa, não tinha como não entrar em total nostalgia.

Por isso, praticamente 10 anos depois, decidi voltar a escrever um diário. Sério, que até pensei em fazer igualzinho quanto à data, mas não me contive, e comecei até antes do previsto, ainda no ano passado (dia 23 de dezembro, para ser exata). Acho que é um meio de manter o ocorrido, de se auto memorizar e ainda de poder deixar um pouquinho de si guardado.

Será que daqui 10 anos verei, com olhos totalmente diferentes, como vi o de 10 anos atrás?!

Beijos, Vanessa.

Diário aos 18!