Resenha: Princesa Mecânica (As peças infernais) – Cassandra Clare

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Título: Princesa mecânica (As peças infernais)

Autor: Cassandra Clare

Editora: Galera Record

Ano: 2015

Páginas: 434

ISBN: 978-85-01-09270-0

 

SINOPSE:

O mistério que liga Tessa Gray ao Magistrado continua indecifrável. Por que Mortmain precisa tanto de Tessa para fechar o quebra-cabeça das Peças Infernais? Além de tudo, ela enquanto luta para descobrir mais sobre o próprio passado, ela acaba se envolvendo cada vez mais no mundo dos Caçadores de Sombras e num triângulo amoroso que pode trazer consequências nefastas para todos que ela ama.

 

Classificação: 5/5

 

Não poderia começar de outra forma que não fosse prestando congratulações e expressões do amor e encantamento que a forma de escrever e de evoluir as histórias, desenvolvidas pela honrosa autora Cassandra Clare, proporciona sobre em mim. Não consigo não ser apaixonada por suas obras e não me sentir envolvida.

Sei que já comentei em resenha anterior sobre o cansaço que tive com a saga Os instrumentos mortais e referente ao fato de, ainda, não conclui de ler. Mas, a minha desmotivação quanto a obra não abarca ao fato da genialidade da autora, que reconhecidamente precisei expor inicialmente, aqui, para vocês. Ela é sensacional e esse ponto é incontestável.

Bom, a obra Princesa Mecânica é o terceiro e último livro da trilogia As peças infernais, que traz o mesmo mundo de Os instrumentos mortais, porém, em tempos anteriores. Aliás, ressalvo que, se você ainda não leu Os instrumentos mortais, não há problemas em ler esta trilogia. Apesar de existir esse nexo entre ambos, a história é totalmente independente, de forma a não atrapalhar absolutamente nada a não leitura de um ou do outro.

Antecipo que, tentarei o máximo possível, ser explicativa para quem não leu a obra: tentarei, ao máximo, evitar spoilers.

Primeiramente a história gira em torno de Tessa Gray, uma jovem que, misteriosamente, não sabe quem é (a maiores são seres encantados), e que é perseguida por Mortmain, um vilão enigmático que, por motivos até então desconhecidos, tenta de todas as formas possíveis capturar a jovem Tessa.

Em meio a todo esse enredo da vida da protagonista, temos que esta vive e é protegida, desde o primeiro livro da trilogia, por um grupo chamado “Caçadores de Sombras” que, descendentes do Anjo, lutam contra criaturas do mal. Nisto, a trama também se desenrola em volta da relação da Tessa com os Caçadores de Sombra, àqueles que, de certa forma, viram sua filha e a um triângulo amoroso de tirar o fôlego.

Tendo em vista que é o último livro da trilogia, nem precisarei adiantar que todas as questões pendentes são resolvidas, certo? Tem-se o desfecho de todas as questões que penderam durante as duas obras anteriores e finalmente, aquele “tcharam” acontece (antecipo que mais uma somos surpreendidos).

Se você quer saber se o mistério por trás dos intuitos acerca do “magistrado” são descobertos, saliento que sim! Finalmente descobrimos o porquê, quem realmente ele é e tudo que acerca ao tema.

É óbvio que nem tudo é tão fácil assim, antes da descoberta, muita coisa nova vai acontecer e muitas emoções virão.

Bom, quanto à Tessa, sempre costumo ter problemas com algumas protagonistas, pois via de regra são colocadas em um excesso de vitimismo o qual não costumo gostar muito. Nos dois primeiros livros, arrastei um gostar não gostando, uma indiferença que beirava mais ao desgosto quanto ela. Mas, nesse último livro, ela atingiu ao nível de protagonista com força de vontade e valente que eu costumo gostar. Pois é, terminei a obra bem apaixonada por ela!!!

E, falando sobre o então desfecho do triângulo amoroso entre Tessa, Jem e Will: não gostei! Tentarei evitar muito que tenha quaisquer spoilers nesse comentário, pois é uma questão bem particular da obra, nesse desfecho, que me desagradou. A autora inovou totalmente no fim, quanto esse triângulo que se perdurou em um altruísmo, parceria e amor, de forma que, cheguei a ver bastantes comentários positivos, mas fiquei bem insatisfeita nesse aspecto. Não sei explicar bem, mas esperava um fim mais ao caráter surpreendente da obra e achei um fim não muito “incrível” ao meu gosto literário…

Por fim, encerro dizendo (proclamando) que concluí com o coração na mão a obra. Os personagens são muito apegáveis e a obra é muito viciante. É uma das minhas trilogias favoritas, sem dúvidas. Se você ainda não leu, fica aqui a recomendação. Vem se apaixonar por essa história de tirar o fôlego.

Beijos, Vanessa.

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Resenha: Princesa Mecânica (As peças infernais) – Cassandra Clare

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

Estudar, para algumas pessoas, posiciona-se como um verbo temível e dos quais tendenciam a manter distancia. Quando muitos indagam-me sobre como consigo manter a frequência nos estudos, mesmo nas férias, saliento ser uma questão de hábito. Não aprofundarei muito nessa parte, pois quero deixar para fazer um post específico sobre o assunto.

O que venho falar hoje é sobre utilizarmos essa “terrível” atividade em meio as férias. Sim, estudar durante o seu tempo anual de descanso, tão esperado e aclamado em sua chegada…

Particularmente, citando meu caso, quando no ensino fundamental e parte do ensino médio, nunca atentei-me ao aspecto de debruçar-me sobre os livros e colocar-me a estudar. Hoje, sinto muito pelas ganhos não obtidos e tempo que dever-se-iam ter sido aproveitados.

Comecei a fazer isso a partir das férias do segundo ano do ensino médio, quando vi-me a beira de encarar a prova do “Enem” e minha necessidade de aprovação. Como digo, por o estudo ser algo de costume, acabei  aderindo essa prática por agora, em curso do ensino superior, o qual repito o feito em segundo ano consecutivo.

Certo, meus caros, o ponto é claro quanto o quão lucrativo pode ser estudar nas férias, mas a questão se contrapõe ao aspecto de que o período é, efetivamente, concedido para que o acadêmico descanse do ano possivelmente cansativo e desgastante. Como faz então?

Digo a você que tudo deve-se pautar na proporcionalidade. Aqui, não falo para você estudar cada segundinho do dia, em uma maratona exaustiva. Não, longe disso! Férias foram proporcionadas para buscar o descanso e tudo deve ser ponderado.

Você, meu caro, pode (e deve) sair, ir onde quer que queira, ver amigos, dormir mais que o comum, fazer coisas que goste. Mas, necessariamente, não vai ter um drástico desgaste mental em separar uma hora que o seja, por exemplo, para dedicar-se a estudos de conteúdos da faculdade, a leitura de um livro de seu curso ou em propor-se a estudar aquele idioma que você procrastina durante todo o ano. Eu não falo em, arduamente, propor-se a virar um doutor do estudo sozinho de todos os conteúdos de seu curso, mas a utilizar do tempo para dedicar-se a alguns conteúdos que ainda lhe são não claros ou, como dito, ao estudo de idiomas ou outros cursos e questões que tanto desejas mas que a correria diária não lhe permite no decorrer do ano letivo.

É propor-se a colocar o cérebro em funcionamento e não deixá-lo  desacostumar com a rotina de estudos. Eu, particularmente, coloco-me a estudar com mais afinco à Língua Inglesa e sempre manter-me em leitura de dois livros: um vinculado ao meu curso universitário e outro que seja sobre quaisquer outra temática. Foco estes aspectos como partes de motivação ao estudo, de manter meu cérebro e corpo acostumados à estudar. Saliento que este verbo não representa só a dificuldade acadêmica anual, mas também debruçar-se sobre temas e coisas que você realmente goste de ver e aprender. Quem disse que isso também não é estudar?

Vanessa

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

Diário de faculdade: Cansaço e desmotivação!

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Bom, meus caros, sabemos que estudar nem sempre é um mar de rosas. Em meio aos turbilhões de complicações que surgem, vim falar especificamente de quando perdemos aquele “gás” dos estudos, quando o ânimo morre, a motivação não mais existe e o único desejo que resta é de abandonar tudo. Sim, todos nós passamos por isso.

Ano passado, perto do fim do segundo semestre, eu tive um verdadeiro desmoronamento psicológico. Simplesmente queria jogar tudo para o ar, largar a faculdade, desistir das mil e uma coisas que faço e dormir por dias seguidos, sem interrupção. Melhorei consideravelmente desse surto, porém percebi que iniciei o ano extremamente cansada, ainda, e um tanto desanimada (possivelmente resquícios do cansaço do ano passado). Eu venho em uma rotina de estresse intenso, procrastinação em quaisquer atividades e tenho ficado muito improdutiva e sem saber aproveitar meu tempo.

Sim, eu poderia jogar tudo para o ar nessa maré ruim, assim como sei que muitos tem passado pelo mesmo, e muitos outros já deve ter abandonado as coisas. Mas eu tenho optado por buscar me reanimar e não desistir…

Se você tem estado assim como eu, vou deixar algumas dicas do que tenho feito para tentar tirar todo esse desanimo da minha vida.

1. Foque no seu objetivo

Nada é atoa. Sempre há um porquê. E esse é o ponto chave onde você deve mirar. Tenha sempre em mente tudo aquilo que você objetiva e principalmente que esse é o caminho para atingir seus desejos.

2. Organize-se

Eu, quando começo desanimar, viro uma perfeita bagunça. “Empurro tudo com a barriga”, enrolo em tudo e acabo não fazendo nada. Faça listas diárias de atividades. Eu, particularmente, escrevo duas listas: uma de atividades obrigatórias de serem concluídas naquele dia e outra de atividades secundárias, que se não feitas, podem ser colocadas para conclusão em outro dia. A dica é se organizar e se impor a cumprir aquilo que programou.

3. Não exija demais de si.

Gente, um dos maiores problemas que me cansaram demais foi querer fazer mil coisas de uma vez só. Eu queria fazer muita coisa e acabava não fazendo nada e ainda mais: estressada. Não se imponha demais e nem queira fazer muitas coisas. Abandone algumas atividades que forem necessárias e possíveis.

4. Descanse

Você não é uma máquina. Separe tempo para o lazer ou simplesmente para dormir, ou ficar vendo um filme. Dê descanso a si, por favor! Você não é de ferro!

5. Você é capaz

Por fim, jamais desacredite de si e dos seus sonhos. Vá em frente, do jeito que der. E confie em si, que o mundo todo será seu!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Cansaço e desmotivação!

Helena de Troia

Com reputação de A mulher mais bela do mundo, segundo a mitologia, esta seria a peça chave para o desencadeio da tão afamada guerra de Troia.

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Fonte: Produto mercado livre

Consta-se que esta seria filha de Zeus e de uma mortal, Leda, que seria casada com o rei de Esparta, Tíndaro.

A história conta que ainda pequena fora raptada por Teseu, em que posterior foi libertada e levada de volta à Esparta, para junto de sua família. Sua significante beleza era-lhe um charme e atrativo especial, como já colocado, sendo intitulada como a mulher mais bela do mundo. Esse atributo conferia-lhe um número grande de pretendentes, o qual Tíndaro temia conceder-lhe a mão para possibilidade de fúria de algum…

É aí, então, que um de seus pretendentes, Odisseu, sugestiona que todos os pretendentes jurassem protege-la, e a permitissem o poder de escolha do marido, protegendo-o também. Helena optou por casar com Menelau, que tornou-se, depois, rei de Esparta.

Seu vínculo com a guerra de Troia viria quando Páris, em viagem para Esparta, conhece a jovem e bela esposa do rei Menelau. Quando este viaja, abre-se então a aproveitada oportunidade de raptá-la e ambos irem para Troia. A mitologia conta que a guerra teria sido motivada pelo desejo do traído marido de Helena, que decide-se então vingar-se, dando início à guerra (o que também teria uma motivação política). A guerra durou 10 anos.

Beijos, Vanessa.

Helena de Troia

Relatos de sextas-feiras

Sobre amores, Darcy’s e autoestimas.

E lá estava eu, mais um dia, jogada sobre minha cama, relendo aquele livro já tomado pelas marcas do tempo, que tinha há anos na prateleira. Gostava de pensar que talvez eu encontrasse um Mr. Darcy na próxima segunda, quem sabe?  Talvez houvesse um maluco que olhasse e visse em mim aquele potencial para ser “o grande amor da vida”. Alguém poderia ver, porque no caso, nem eu mesmo via…

Com os óculos no rosto, lia atentamente, com as folhas estapeando-me em suas doses de amor, os quais eu nunca vivera, e evidentemente, para mim, jamais viria a viver. Eu era dor sob aquele amor. Tive que fechar e o devolver a prateleira, mais uma vez, lançando-me a cama, deixando lentamente as lágrimas rolarem por meus olhos.

Eu estava cansada. Sim, a semana havia sido desgastante. Mas o cansaço do espírito gritava ainda mais alto. Você sabe o quanto dói olhar-se só? Sentir-se perdida? Inamável? Era eu, em meu corpo fora das medidas, com gorduras sobrando em todo canto. O cabelo esvoaçante dava-me um ar de mal cuidado. As espinhas gritavam ainda por meu rosto, enquanto eu tentava eliminá-las a todo custo. Meu rosto era fora de medida. Sendo sincera? Eu estava cansada de ser eu.

Quando estamos em situações de autoestima em decaimento, não vemos mínimos potenciais sequer. E eu sabia que tinha algo bom em mim. Deveria haver. Mas parecia me faltar algo como aquele começo de fita que a gente procura insistentemente até encontrar. E eu procurava ainda, sem êxito.

Eu olhava minhas paredes mortas, em seu branco sem vida, que para muitos, significaria paz, mas para mim, soava solidão. Apertei bem o travesseiro sob o rosto, contendo mínimos soluços que insistiam em escapar. Acreditem, o desamor dói além do que se pensa. E, meus caros, a falta de amor próprio perturba ainda mais.

Eu sabia, naquela sexta feira, que eu precisaria levantar da cama e fazer algo por mim. Que deveria sair daquele estado.Porém, estava cansada demais. Chorei até o sono chegar. Talvez, no amanhã, eu tentasse buscar um novo rumo… Mas, naquela sexta feira, eu dormiria sendo apenas desilusão.

Relatos de sextas-feiras

Diário de faculdade: Procrastinação

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Esse é um problema que muita gente enfrenta. E, ás vezes, sequer sabe que está passando por ele. Mas, o que é essa tal procrastinação?

Procrastinar é o ato de adiar algo ou prolongar uma situação para ser resolvida depois.

Sim, é aquilo de sempre ficar adiando para fazer as coisas. Não é um problema apenas quanto aos estudos mas pode estar relacionado a vida também. Eu, por exemplo, sou uma pessoa extremamente ansiosa então sempre sigo o caminho oposto. Mas, quanto vida pessoal, costumo procrastinar e muito. Mas, hoje, o tema é quanto aos estudos, onde muitos vão adiando os trabalhos, os estudos para as provas e sempre “empurrando com a barriga”, deixando para depois.

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Fonte: Beneficium Juris nemini est denegandi

Tudo bem, meus caros, eu sei que não é simplesmente pensar “não vou mais enrolar” e pronto, está resolvido. Quando se acostuma a procrastinar, a situação vira um hábito e não é fácil de largar. Os estudos passam a parecer uma tortura. Mas, vou deixar aqui algumas dicas que possam ajuda-los a se libertar desse problema:

  • Planeje horários mais curtos

Se você costuma procrastinar, até se por a pensar em horas a fio de estudo já parece fazer desistir. E acredito que isso assusta até aos mais empenhados. A dica é você manter um planejamento de tempo de estudo, curtos, com pausas regulares. Por exemplo: invés de estudar 6 horas seguidas, estude de 2 em 2 horas com pausas de meia hora, ou talvez 1 hora. Assim você descansa e não transforma o estudo em um martírio…

  • Divida o material, estipulando meta

A dica é: se imponha metas. Por exemplo: Semana X terei que estudar até página “tal”. Ou estudar “tanto” por semana. Mas cuidado: Não vá estipular metas cansativas ou impossíveis. Estipule de acordo com seu planejamento de tempo de estudo e o quanto você consegue.

  • Pare de dar pausas

Você sabe bem do que estou falando. Sabe aquelas pausas para conferir notificações no celular, verificar o facebook “rapidinho”, ir conta uma fofoca no whats e todas essas pausas no meio do tempo de estudo? Pare! É cilada! Isso com certeza te desmotiva a estudar, interrompe a sequencia a qual seguia e deixa a preguiça adentrar. Você terá o tempo de pausa conforme estipular, então deixe tudo isso para esse momento!

  • Recompense-se

Quer se motivar? Ganhar o que quer. Fazer o que gosta. E que tal se isso for dado por si mesmo, em recompensa ao próprio esforço? Estabeleça recompensas para si nas situações de que se fizer exatamente o planejado, fará “X”, ou ganhará “Y”.

  • Mantenha longe as distrações

Parceiro da dica das pausas, essa diz sobre desligar o celular, bloquear aplicativos, ficar longe de tudo que te faça se distrair.

  • Cuidado com o ambiente

Procure estudar em lugares silenciosos, que não tenham distrações algumas e que não sejam “enjoativas” para vocês. Por exemplo: eu não consigo ler, nem mesmo se estiver sentada, no meu quarto. Me dá um sono assustador. Então o que faço? Não leio no quarto! Se o lugar de der sono, te canse, seja desmotivador: procure algum o qual você se sinta melhor.

A questão é: comece a estudar. Essa é a dica maior. Largue tudo e sente-se, e mãos a obra. Enquanto você enrolar, nada vai fluir.

Beijos, Vanessa.

 

 

Diário de faculdade: Procrastinação

Diário de faculdade: Dica de estudo: revise após a aula

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Eis que as aulas já dão seu ar da graça. Hora de dizer adeus as férias e focar nos estudos, afinal, é preciso dar seu melhor. Mas, as provas complicam tanto, não? Muitas e muitas matérias, conteúdos excessivos e um dia antes o qual tiramos para estudar efetivamente. É, meus caros, há um jeito de descomplicar isso tudo… E não, não é milagre!

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Fonte: Motivado para vencer

Claro, há uma série de fatores como treinar o que se aprende com exercícios, mas e aí, eu, por exemplo, não tenho exercícios. Como fazer? Bem, primeiramente que contribui muito prestar atenção à aula. E anotar os aspectos mais relevantes para poder estudar.

E depois? Separe algum tempo do dia para revisar os conteúdos. Após a aula e se possível, antes dela, revisar o conteúdo, relembrando tudo o que foi visto. Isso faz com que você aprenda a matéria, com ela ficando bem clara, pelo constate revisar dela. Você se ‘familiariza’ com ela.

Por exemplo, eu estudo a noite. Claro que não estudo depois que eu chego, mas costumo revisar os conteúdos logo após, na manhã seguinte. E, em sequência, revisar a disciplina que terei no dia. Assim, me preparo para a aula do dia e relembro o que vi na aula anterior.

E não, não gasto horas fazendo isso. Eu apenas me auto explico o conteúdo, o que leva entre 20 a 30 minutos ou até menos, de acordo com o tanto de coisa que tem para revisar. A primeira revisão, após a aula, eu faço uma leitura, concentrada, tentando deixar o mais claro possível o conteúdo e depois, nas demais revisões, apenas me auto explico.

Como dito, eu não tenho exercícios. Mas, uma dica é usar exercícios como meio de revisão, onde você aplica aquilo que aprendeu, o que é realmente o que se espera nos testes. Além de ser uma verificação se você realmente aprendeu e consegue desenvolver bem o conteúdo.

Ou, uma coisa o qual eu faço, é reescrever todo o conteúdo (o que é mais demorado!). Eu consigo perceber e aprender muito mais uma matérias, escrevendo. E por isso, costumo revisar reescrevendo todas as anotações.

Ficam as dicas para vocês. Espero que os ajude!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Dica de estudo: revise após a aula