Resenha: A visita.

 

Resultado de imagem para a visita filme

Título: A visita (The visit).

Idioma: Inglês.

Ano: 2015.

Gênero: Terror/Suspense.

Faixa indicativa: 14 anos.

Sinopse: Um garoto (Ed Oxenbould) e sua irmã (Olivia DeJonge) são mandados pela mãe (Kathryn Hahn) para visitar seus avós que moram em uma remota fazenda. Não demora muito até que os irmãos descubram que os idosos estão envolvidos com coisas profundamente pertubadoras que colocam a vida dos netos em perigo.

Trailer:

Classificação: 03/05

Becca e Tyler são duas crianças que convivem com sua mãe, uma jovem mulher desgastada pela rotina exaustiva e uma separação conjugal complicada com o pai de seus filhos, em que, movida por terapias, aparenta necessitar um tempo só para si, para diversão, o que é impedido, por uma série de fatores, incluindo o cuidado aos filhos.

Em razão de ela poder cuidar e curtir a própria vida, esta decide enviar os filhos para a casa de seus pais, durante uma semana.

Becca e Tyler estão felizes com a situação de conhecer, finalmente, seus avós, afinal, sua mãe, quando fora embora de casa, tivera um conflito tão grave, ao ponto de não mais retornar a revê-los, ocasionado aos filhos o desconhecimento e não contato com os avós.

A história se desenrola nessa curta estadia das crianças em que, com o passar dos dias, começam a notar atitudes estranhas por parte dos avós, em sua maior parte após às 21h30. E ainda mais: no fim, um grande segredo será revelado.

Conforme o acima relatado, a história se passa sobre Becca e Tyler e a estadia na casa dos (estranhos) avós. Assisti o filme na casa de uma amiga e o sentimento comum , de todos lá presentes, foi de certa frustração. Não que o filme seja absurdamente ruim, mas tem um vínculo muito mais forte ao suspense que ao terror, os sustos são convencionais e a trama só desenrola cenas com um ar mais tenebroso e com sequência quando chega-se ao fim da trama.

A  história tenta trazer um certo realismo de sensações, onde não tem-se aquele terror (perverso) de nos deixar com o coração quase na boca. As descobertas, sob quaisquer ruídos ou situações estranhas, podem ser descobertos na simplicidade de descer e olhar, abrir a porta e verificar o que acontece. Sem grandes sustos e poucas aparições repentinas que causassem um certo tremor.

Uma certa pontuação ao filme, positivamente, pode ser dada à tentativa de mudar o cenário e enredo trazendo uma reviravolta ao final, que conforme já pautei inicialmente, traz uma certa característica de interesse ao filme. Pena que só colocado no final, não?!

Ainda, deve-se pautar ao tom cômico que busca-se colocar nos personagens principais, sempre trazendo algumas piadinhas ou situações inusitadas. Sem contar à ideia de utilizar os personagens Becca e Tyler como quem são os verdadeiros entes a filmar, como se todo o filme fosse uma amostra amadora, já que Becca está filmando toda essa semana em que está na casa dos avós, em intuito de fazer um documentário.

Não é um filme considerável bom ao seu gênero, pelo meu ponto de vista.

Alguém mais já assistiu? O que achou?

 

Anúncios
Resenha: A visita.

Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

Ficha Técnica:

Título: Morgan Dull Blade – O olho e a Sombra
Autoria: Beatriz Pacca
Ano: 2016
Número de páginas: 328
ISBN: 978-989-51-7234-4
Genero: Ficção
Editora: Chiado

Sinopse:
“O mundo está repleto de malfeitores, ladrões e assassinos. E é por isso que a Inglaterra tem uma justiceira. Responsável por colocar vários criminosos na cadeia, procurada pela morte de muitas pessoas más. Essa é Morgan Dull Blade, baixa, ranzinza e Capitã de um exército, cujo dever é limpar as ruas da Inglaterra, acompanhada, na maior parte do tempo, por Alphonse Oak, Tenente e filho de um famoso empresário assassinado anos atrás.
No momento, Morgan está em guerra com a Kage no Ichizoku, um clã japonês, liderado por alguém bem conhecido de Morgan. Ao longo do tempo, Morgan descobre que outros países também têm seus justiceiros, e é ao lado deles que irá travar uma batalha quase definitiva, que mudará muito sua vida. Reencontrará muitas pessoas de seu passado, sem saber se pode ou não confiar nelas, enquanto seus amigos tentam descobrir o que tem por debaixo daquele tapa-olho.”

Classificação: 5/5

Eu tinha um apreço imenso pela obra antes mesmo de a ter lido. Ao ter contato com a autora, um tempo atrás, conheci uma pessoa cheia de luz, sonhos e inspiradora. Sabe aquela pessoa extremamente cativante, o qual se consegue ver a simpatia nela? Pois é, ela é essa pessoa. E nada me cativou ainda mais quando de surpresa, recebi a obra aqui em casa. É emocionante receber o carinho de autores assim, e sim, fiquei extremamente emocionada e lisonjeada. E além, grata pela surpresa, pelo presente e por ter tido contato com alguém tão iluminado.

Cá estou eu em amores por mais uma obra do gênero que tanto aprecio e leio: ficção. Somos apresentados a justiceiros, liderados pela baixinha e bem ranzinza Morgan Dull Blade, que trava uma luta imensa contra Kage no Ichizoku, um clã japonês que tem como líder uma pessoa que olha, meus caros, é surpreendente a todos. Ela conta com o apoio de muitos justiceiros, mas em especial seu tenente, Alphonse Oak, a quem ela tem um carinho especial. Cheio de aventura, surpresas e até climas de romance, a gente se joga na leitura e não consegue sair sem um apego a obra.

Eu aponto, inicialmente, como um diferencial o qual eu gostei demais, que é o fato de os capítulos não serem tão longos e a narrativa ser bem objetiva. Estamos acostumados (generalizo um costume meu) a tramas de capítulos bem longos. E a autora surpreende com capítulos mais cursos, consequentemente mais números, mas que de forma muito bem feita, consegue objetivar a narração e tornar mais curta, adequada aos capítulos, sem perder a linha de raciocínio ou a beleza da escrita.

Aliás, citado a escrita, costumo ressaltar o quão significativo é o escrever simples, mas feito com empenho e capricho. Não há um rebuscamento, linguajar extremamente culto. É acessível, simples e sem perder o charme. Acredito sempre que os livros ficcionais com essa característica traz uma proximidade maior para com o leitor.

Eu fiquei apaixonada pela Morgan e pelo Alphonse. Não há como não se encantar com os personagens, em suas particularidades e neles, juntos. Aquele tal “Eu shippo” para os dois. Ela, sempre fria, imponente, mostrando-se forte apesar de suas tantas fraquezas e ele, aquele típico cara que vê além da frieza dela, que não se importa com suas reações agressivas ou frias porque consegue atingir o lado sentimental, enxergá-lo.

A construção do enredo vem cheio de surpresas e criatividade. Ela consegue trazer elementos à trama que dão um encanto todo especial. Esse ponto fica até difícil de ser explicado sem deixar alguns spoilers, mas quem leu ou tiver a oportunidade de ler, entenderá do que estou falando. Ela constrói fatos os quais ficamos boquiabertos e extremamente ansiosos para saber como tudo desenrolará (sem contar uma galera do passado que começa a surgir).

E o mais legal nisso tudo, é que conseguimos sentir o mesmo que os personagens, em especial, que Morgan. Juro que eu ficava aflita quando surgia qualquer pessoa na trama, em especial os que voltavam do passado dela, porque eu ficava naquela de “será que é mais um traidor? Será que está falando a verdade? Será que não a está enganando?”. É de ficar mais desconfiada que a própria protagonista.

Bem, meus caros, o único ponto negativo que encontrei foram alguns erros de digitação (e é visível não serem falhas ortográficas, antecipo, é literalmente de digitação). Mas nada que atrapalhe a leitura ou tragam modificações bruscas no entendimento…

Se tiver a oportunidade: leia. É magnífico da autora à obra…

Caso você queira adquirir:

Livraria Curitiba: clique aqui

Editora Chiado: Clique aqui

Beijos, Vanessa.

Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

A grama do vizinho soa sempre tão mais verde…

Mas é que quando se refere aos outros, tudo parece mais perfeito. Tudo soa mais colorido, mais feliz, incrível…

A gente parece não se ver. A primeira vez que um alguém disse o velho “eu queria ser como você”, eu quis sentar e abraçá-lo pelo grande engano. Eu sou um caos, mas ainda assim ele queria ser como eu.

Mas, parando para pensar, todos nós queremos ser tantos caos. Mas o fundo disso tudo, é que não aparenta ser caos, por isso o queremos. Quer-se ser inteligente como fulana, mas mal sabe a batalha de estudos que ela enfrenta para atingir aquelas notas. A gente quer ser bonita igual ciclana, mas mal sabe o tanto de tempo que ela gasta na academia, o quanto ela se esforçava para parecer bonita. A gente quer ser  incrível como beltrano, mas mal sabemos o quanto ele se controla e luta diariamente para conseguir um mínimo para si.

A gente gasta mais tempo querendo ser fulanos, ciclanos e beltranos, do que nos vendo, nos sendo, nos sentindo. Quer ser inteligente? Estude como você. Quer ser bonito? Seja como você é. Quer ser incrível? Seja incrível como você. O problema é usar o “como” em comparatividade aos outros, e deixar-se em qualquer cantinho, desejando ser um outro qualquer…

Almeje ser você! Cara, é simples: A grama do vizinho sempre vai soar ser mais verde. Mas, ela simplesmente pode ser sintética!

Beijos, Vanessa.

A grama do vizinho soa sempre tão mais verde…

Diário de faculdade: Dica de estudo: revise após a aula

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Eis que as aulas já dão seu ar da graça. Hora de dizer adeus as férias e focar nos estudos, afinal, é preciso dar seu melhor. Mas, as provas complicam tanto, não? Muitas e muitas matérias, conteúdos excessivos e um dia antes o qual tiramos para estudar efetivamente. É, meus caros, há um jeito de descomplicar isso tudo… E não, não é milagre!

Resultado de imagem para estudar muito
Fonte: Motivado para vencer

Claro, há uma série de fatores como treinar o que se aprende com exercícios, mas e aí, eu, por exemplo, não tenho exercícios. Como fazer? Bem, primeiramente que contribui muito prestar atenção à aula. E anotar os aspectos mais relevantes para poder estudar.

E depois? Separe algum tempo do dia para revisar os conteúdos. Após a aula e se possível, antes dela, revisar o conteúdo, relembrando tudo o que foi visto. Isso faz com que você aprenda a matéria, com ela ficando bem clara, pelo constate revisar dela. Você se ‘familiariza’ com ela.

Por exemplo, eu estudo a noite. Claro que não estudo depois que eu chego, mas costumo revisar os conteúdos logo após, na manhã seguinte. E, em sequência, revisar a disciplina que terei no dia. Assim, me preparo para a aula do dia e relembro o que vi na aula anterior.

E não, não gasto horas fazendo isso. Eu apenas me auto explico o conteúdo, o que leva entre 20 a 30 minutos ou até menos, de acordo com o tanto de coisa que tem para revisar. A primeira revisão, após a aula, eu faço uma leitura, concentrada, tentando deixar o mais claro possível o conteúdo e depois, nas demais revisões, apenas me auto explico.

Como dito, eu não tenho exercícios. Mas, uma dica é usar exercícios como meio de revisão, onde você aplica aquilo que aprendeu, o que é realmente o que se espera nos testes. Além de ser uma verificação se você realmente aprendeu e consegue desenvolver bem o conteúdo.

Ou, uma coisa o qual eu faço, é reescrever todo o conteúdo (o que é mais demorado!). Eu consigo perceber e aprender muito mais uma matérias, escrevendo. E por isso, costumo revisar reescrevendo todas as anotações.

Ficam as dicas para vocês. Espero que os ajude!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Dica de estudo: revise após a aula

Uma dose de história: A muralha da china

A Muralha da China, ou também conhecida por A grande muralha, é uma construção formada ao longo de anos e anos (dois milênios), sendo construída e fortificada por diversas dinastias, localizada (claro) na China.

Resultado de imagem para Muralha da china
Fonte: História e geografia

Qual a finalidade? Em 220 a.C, quando ela começou a ser construída, na dinastia do imperador chinês Qin Shihuang, havia uma grande incidência de invasão de povos inimigos, vindos do norte, e o intuito então foi de proteção militar contra povos nômades.

Para a construção, evidentemente, foi necessário muita mão-de-obra, sendo esta escrava. Relata-se que estes eram forçados ao trabalho até a exaustão. Ela não é uniforme, sendo constituída de torres para vigilância e portas, evidentemente, por ocasião de seu fim militar e de proteção.

A muralha possui aproximadamente 2 300 km de extensão, uma altura média de 7,5 metros e cerca de 3,75 metros de largura; tais características fazem com que essa seja uma das maiores obras feitas pela humanidade. A Muralha da China, que no passado tinha finalidade militar, hoje é um símbolo chinês e um dos mais famosos pontos turísticos do mundo.

Fonte: Mundo Educação

Beijos, Vanessa.

Uma dose de história: A muralha da china

Cleópatra

A mais famosa rainha do Egito, Cleópatra, tem o nome conhecido e marcado na história mundial. Circundado por vários mitos e lendas, é perdurada sua fama. Mas, quem afinal, foi essa mulher?

cleópatra
Fonte: só história

 

Uma das faces, por assim dizer, de Cleópatra, é conhecida pelo mundo. A voluptuosa mulher, vaidosa, voltada aos luxos e prazeres da vida. Mas há ainda, a face de governante…

(…) Nunca foi a detentora única do poder em sua terra natal – de fato co-governou sempre com um homem ao seu lado: o seu pai, o seu irmão (com quem casaria mais tarde) e, depois, com o seu filho. Contudo, em todos estes casos, os seus companheiros eram apenas reis titularmente, mantendo ela a autoridade de fato.

Cleópatra nasceu em 69 a.C., na cidade de Alexandria, fundada por Alexandre, o Grande no delta do Nilo e que nos séculos anteriores ao nascimento de Cristo desempenhou o papel de metrópole cultural, artística e econômica do Mediterrâneo Oriental. Embora fosse egípcia por nascimento, pertencia a uma dinastia macedônica que se estabelecera no Egito em 305 a.C., quando o general macedônio Ptolomeu tomou o título de rei. Era filha do rei Ptolomeu XII Auleta e da rainha Cleópatra V. Apesar da origem estrangeira da dinastia à qual pertencia, Cleópatra foi a única da sua dinastia a dominar a língua egípcia.
Cleópatra foi a última Rainha da Dinastia ptolomaica que dominou o Egito após a Grécia ter invadido aquele país. Subiu ao trono egípcio aos 17 anos de idade, após a morte do pai.

Fonte: Só história

Uma sagaz e inteligente governante, sua determinação combinada às anteriores características citadas foram os marcos para perpetuarem seu nome na história não só egípcia, mas mundial.

Não só buscando alcançar o poder e as consequências destes, quanto à riqueza e suas vaidades, mas também atingir a soberania quanto dar fim às dominações estrangeiras e proteger o povo o qual tanto sentia-se parte. Tinha domínio de diversas línguas e atributos característicos que possibilitaram seu renome e triunfo como governante, diante de, como exposto, ter sigo quem efetivamente reinava no período.

A história, sintetizando, marca sua trajetória pelas grandes alianças formada e por sua audácia, seu forte poder de sedução e sua “ganancia” pelo poder. Em atitudes extremamente exuberantes e inteligentes, a rainha marcou sua trajetória política pela conquista de fortes aliados, como, por exemplo, com o líder militar e político Julio César.

Mas, por fim, como esta teria morrido e dado fim ao seu triunfante governo? Bem, apontam os estudos que após triunfo de Otaviano, ou seja, do império Romano, ela teria sido encarcerada em um dos quartos, em tentativa de mantê-la viva em intenção vexaminosa e explicitar sua derrota. Ela, porém, em clara não aceitação da situação, teria colocado a mão em um jarro onde continha uma cobra, morrendo assim pela picada. Esta foi encontrada morta, em trajes reais, terminando assim uma jornada marcante, de um jeito também marcante.

Beijos, Vanessa.

Cleópatra

Diário aos 18!

Fala Galera, tudo bem com vocês?

É sempre bom retornar ao passado. É sempre bom relembrar tudo o que vivemos e poder analisar exatamente da mesmíssima forma o qual nos sentíamos quando aconteceu. Soa engraçado quando nos deparamos com posicionamentos que posterior, quando vemos o restante de toda a história, acaba soando óbvio as consequências. Sabe quando gritamos ao protagonista não fazer isso? Ou não agir assim? Mas ele o age? Pois é! Eu poderia estar falando dos sentimentos quanto a um filme, mas estou falando de como foi reler meu primeiro diário.

Dia 10 de março de 2007, há quase 10 anos atrás, uma garota às vésperas de seu aniversário de 9 anos, começava a escrever em um diário que ganhara como premiação em um concurso qualquer de cartazes, salvo engano. Gente, quando eu ia lendo, vendo como eu colocava as coisas, o simplório linguajar e a inocência em pessoa, não tinha como não entrar em total nostalgia.

Por isso, praticamente 10 anos depois, decidi voltar a escrever um diário. Sério, que até pensei em fazer igualzinho quanto à data, mas não me contive, e comecei até antes do previsto, ainda no ano passado (dia 23 de dezembro, para ser exata). Acho que é um meio de manter o ocorrido, de se auto memorizar e ainda de poder deixar um pouquinho de si guardado.

Será que daqui 10 anos verei, com olhos totalmente diferentes, como vi o de 10 anos atrás?!

Beijos, Vanessa.

Diário aos 18!