Helena de Troia

Com reputação de A mulher mais bela do mundo, segundo a mitologia, esta seria a peça chave para o desencadeio da tão afamada guerra de Troia.

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Fonte: Produto mercado livre

Consta-se que esta seria filha de Zeus e de uma mortal, Leda, que seria casada com o rei de Esparta, Tíndaro.

A história conta que ainda pequena fora raptada por Teseu, em que posterior foi libertada e levada de volta à Esparta, para junto de sua família. Sua significante beleza era-lhe um charme e atrativo especial, como já colocado, sendo intitulada como a mulher mais bela do mundo. Esse atributo conferia-lhe um número grande de pretendentes, o qual Tíndaro temia conceder-lhe a mão para possibilidade de fúria de algum…

É aí, então, que um de seus pretendentes, Odisseu, sugestiona que todos os pretendentes jurassem protege-la, e a permitissem o poder de escolha do marido, protegendo-o também. Helena optou por casar com Menelau, que tornou-se, depois, rei de Esparta.

Seu vínculo com a guerra de Troia viria quando Páris, em viagem para Esparta, conhece a jovem e bela esposa do rei Menelau. Quando este viaja, abre-se então a aproveitada oportunidade de raptá-la e ambos irem para Troia. A mitologia conta que a guerra teria sido motivada pelo desejo do traído marido de Helena, que decide-se então vingar-se, dando início à guerra (o que também teria uma motivação política). A guerra durou 10 anos.

Beijos, Vanessa.

Helena de Troia

Resenha: Uma breve história do tempo – Stephen Hawking

Resultado de imagem para uma breve história do tempoTítulo: Uma breve história do tempo

Autoria: Stephen Hawking

Editora: Intrínseca

Ano: 2014

Número de páginas:  256

Sinopse: Marco definitivo da literatura de divulgação científica, “Uma breve história do tempo” é relançado em edição revista e atualizada.

Uma das mentes mais geniais do mundo moderno, Stephen Hawking guia o leitor na busca por respostas a algumas das maiores dúvidas da humanidade: Qual a origem do universo? Ele é infinito? E o tempo? Sempre existiu, ou houve um começo e haverá um fim? Existem outras dimensões além das três espaciais? E o que vai acontecer quando tudo terminar?

Com ilustrações criativas e texto lúcido e bem-humorado, Hawking desvenda desde os mistérios da física de partículas até a dinâmica que movimenta centenas de milhões de galáxias por todo o universo. Para o iniciado, Uma breve história do tempo é uma bela representação de conceitos complexos; para o leigo, é um vislumbre dos segredos mais profundos da criação

Classificação: 5/5
Cá estamos nós resenhando um livro de uma mente genial, como a de Stephen Hawking, de um assunto que para mim, mera leiga, tende a ser complexo e iniciando dizendo que fui contrariada nas expectativas de grandes dificuldades.
Não, não venho dizer que tive uma compreensão total de todos os assuntos, pois seria uma tremenda inverdade, mas a obra traz uma linguagem e explicações acessíveis, de forma a ser uma leitura bem mais tranquila do que se pode ser esperado.
Eu costumo ver um certo encanto quanto abordagens como “De onde veio tudo isso?” e quanto ao tudo que nos rodeia, das descobertas e conhecimentos científicos, então a obra me veio como um “prato” gigantesco, o qual tive o prazer de “saborear”.
Como dito, composto de linguagem acessível, ilustrações e um glossário no final, é um trabalho louvável em especial para aqueles que amam tais assuntos, como eu, mas que não detém de conhecimentos profundos sobre as temáticas…
Se você também gosta, fica uma dica de leitura!
Beijos, Vanessa.
Resenha: Uma breve história do tempo – Stephen Hawking

1 ano e 4 meses de transição

Fala galera, tudo bem com vocês?

Há uns meses atrás, eu fiz o relato de 7 meses de transição ( Clique aqui ).  E como eu vi que o post começou a ser acessado com uma certa regularidade, resolvi contar um pouco como as coisas tem estado, em um tempo significativo passado.

Chega a ser cômico o quanto o processo é transformador e o quanto você vai aprendendo com o decorrer do tempo. Lições vem de sofrimentos. E sim, é um período complicado. Gente, eu quis chorar antes pelas diferenças de texturas e quando fui conseguindo a lidar, quis chorar pelo volume e o último quase choro foi pela dificuldade. 1 ano e 4 meses sobrevivendo de tentativas e erros, além de texturizações, acaba trazendo um desgasto.

Mas, se você ainda está começando, não me canso de falar o quão gratificante é ver seus cachos voltando. Eu não me incomodava com os cabelos lisos e não me incomodaria em mantê-los. Mas as motivações que me trouxeram a tal foram grandes suficientes de soar como uma libertação e hoje vejo que foi uma ótima escolha.

Agora, falta pouco. Com boa parte do cabelo já cacheado, fica muito mais fácil. Eu optei por não cortar a parte lisa e ir deixando crescer assim. Acho que quem corta, passa por algumas questões diferentes, mas no fim, chegamos ao mesmo resultado. E felizes. Eu, hoje, me encontrei nos cachos. No começo eu achava estranho quando cacheadas vinham falar comigo, hoje, consigo me sentir parte desse grupo. E é muito vinculado a aceitação. Eu me sentia uma “falsa” cacheada por ainda estar em processo de transição. Há alguns dias, senti esse diferencial de finalmente me sentir cacheada, ter encontrado uma essência…

E, meus caros, não é uma transformação apenas exterior. Você muda radicalmente, em seu interior, também. Vai dando uma sensação de reta final, sabe? Quando você vê o tanto que falta e calcula que em poucos meses sairá desse período, dá aquela sensação de que tudo vai valendo a pena. Hoje, depois de tanto tempo, já consigo identificar produtos que não estão funcionando, o que funciona, como arrumar meu cabelo e sabe a mais nova superação de cerca de um mês? Penteados!

Gente, um parágrafo para isso porquê como eu vivia de texturização, qualquer coisa que já fizesse, ia desmanchar o cacho. Mas, com uns 70% dos cachos naturais, resolvi me libertar desse medo de mexer nele e comecei a testar penteados. Pensa em uma menina alegre: não desmanchou. E se não funcionasse, eu podia apenas soltar novamente, arrumar rapidinho e nada fora do lugar. Soa bobo, mas quando eu tentava e não funcionava, só restava prender, pois a texturização não aguentava. Mas, agora com boa parte natural, não desmancha. Foi a alegria do mês, gente!

Por isso, aguente firme que você verá o quanto vale a pena.

Beijos, Vanessa.

1 ano e 4 meses de transição

Relatos de sextas-feiras

Sobre amores, Darcy’s e autoestimas.

E lá estava eu, mais um dia, jogada sobre minha cama, relendo aquele livro já tomado pelas marcas do tempo, que tinha há anos na prateleira. Gostava de pensar que talvez eu encontrasse um Mr. Darcy na próxima segunda, quem sabe?  Talvez houvesse um maluco que olhasse e visse em mim aquele potencial para ser “o grande amor da vida”. Alguém poderia ver, porque no caso, nem eu mesmo via…

Com os óculos no rosto, lia atentamente, com as folhas estapeando-me em suas doses de amor, os quais eu nunca vivera, e evidentemente, para mim, jamais viria a viver. Eu era dor sob aquele amor. Tive que fechar e o devolver a prateleira, mais uma vez, lançando-me a cama, deixando lentamente as lágrimas rolarem por meus olhos.

Eu estava cansada. Sim, a semana havia sido desgastante. Mas o cansaço do espírito gritava ainda mais alto. Você sabe o quanto dói olhar-se só? Sentir-se perdida? Inamável? Era eu, em meu corpo fora das medidas, com gorduras sobrando em todo canto. O cabelo esvoaçante dava-me um ar de mal cuidado. As espinhas gritavam ainda por meu rosto, enquanto eu tentava eliminá-las a todo custo. Meu rosto era fora de medida. Sendo sincera? Eu estava cansada de ser eu.

Quando estamos em situações de autoestima em decaimento, não vemos mínimos potenciais sequer. E eu sabia que tinha algo bom em mim. Deveria haver. Mas parecia me faltar algo como aquele começo de fita que a gente procura insistentemente até encontrar. E eu procurava ainda, sem êxito.

Eu olhava minhas paredes mortas, em seu branco sem vida, que para muitos, significaria paz, mas para mim, soava solidão. Apertei bem o travesseiro sob o rosto, contendo mínimos soluços que insistiam em escapar. Acreditem, o desamor dói além do que se pensa. E, meus caros, a falta de amor próprio perturba ainda mais.

Eu sabia, naquela sexta feira, que eu precisaria levantar da cama e fazer algo por mim. Que deveria sair daquele estado.Porém, estava cansada demais. Chorei até o sono chegar. Talvez, no amanhã, eu tentasse buscar um novo rumo… Mas, naquela sexta feira, eu dormiria sendo apenas desilusão.

Relatos de sextas-feiras

Lidos – Fevereiro (10/30)

Fala galera, tudo bem com vocês?

Mantendo a quantia de 5 livros, como no mês passado, já consegui ler 10 dos 30 livros os quais estabeleci ler esse ano!

O contrato social – Jean Jacques Rousseau

Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história. Impactante ensaio, O contrato social ou Princípios de Direito político causou furor desde sua publicação, em 1762, e eternizou-se como um dos principais textos fundadores do Estado moderno. Nele, o filósofo iluminista, romancista, teórico e compositor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – em meio a uma Europa majoritariamente monarquista, defensora da legitimação sobrenatural dos governantes – lança e defende a novidade de que o poder político de uma sociedade está no povo e só dele emana. Estavam plantados os conceitos do povo soberano e da igualdade de direitos entre os homens. Nesta que é a sua principal obra política, da qual virtualmente todas as sociedades modernas são de alguma forma tributárias, Rousseau não apenas dá ao povo o que lhe é de direito, mas chama-o à responsabilidade pelo seu destino. ‘Assim que alguém diz dos assuntos do Estado ‘que me importa?’, deve-se contar que o Estado está perdido.’ Para o autor, a soberania está no exercício incessante do poder decisório, que não pode ser alienado, dividido ou delegado. Hoje, dois séculos e meio após sua publicação, a obra de Rousseau – subversivo, polêmico, amado, odiado, reverenciado e seguido – permanece atual. E seus ensinamentos se fazem lições necessárias e urgentes em todo e qualquer lugar em que se fale de inépcia, injustiça, corrupção e incompetência política.

O Armamentista – Joe de Lima

A conspiração era só o começo. Com a sombra da guerra civil pairando sobre Vera Cruz, Arcanum, Guarda Nacional e Voz Verde mostram suas armas.

Meses após o Assalto ao Trem Regencial, Marcel se vê longe de Camilla enquanto busca compreender qual é seu papel no confronto que se aproxima. Ao perceber que já não pode confiar no diretor Cecil, ele decide voltar-se contra a Arcanum, mergulhando num cenário cheio de segredos, onde é difícil saber quem é amigo e quem é inimigo. Encurralado por todos os lados, Marcel irá se lançar numa corrida contra o tempo para proteger aqueles que ama.

Segundo Volume da Trilogia Vera Cruz, Armamentista traz de volta o mix de narrativa cinematográfica, aventura, conspiração e romance, numa trama que fala sobre família, confiança e amor.

Lágrimas de Outono – Amanda Bonatti

Isabel tinha uma infância feliz cercada pelo carinho da família, e era especialmente apegada à sua mãe, que a ensinou a amar as flores e a cultivar o mesmo apreço que tinha pelo belo jardim da casa onde ambas nasceram. O encanto presente naquele lugar era a representação do amor que unia mãe e filha.
No entanto, Bel precisou aprender a lidar com as primeiras perdas ainda muito nova, vivendo momentos difíceis. Depois de perder a mãe, ela passou a questionar e se revoltar contra Deus: por que Deus permitia que ela sofresse tanto? O tempo passou, a menina cresceu e se tornou mulher, mas, a dor e a saudade ainda a perturbavam e, em seu coração permaneceram os mesmos medos e dúvidas de quando era criança. Ela conhece Joaquim e juntos traçam uma história de amor e superação, com mais algumas perdas, dificuldades, lições e recomeços. O amor lhes mostrará que a vida é feita de etapas e devemos compreender e acreditar na única força que nos faz continuar. Assim, o sofrimento aos poucos se transforma em aceitação, e é quando ela receberá de presente aquilo que acreditava nunca mais possuir.
Bel precisará passar por um caminho de provações que a levará a aprender a confiar nos planos de Deus, trilhando um caminho de aprendizado, para assim, entender que os laços de amor são muito fortes e nos acompanham eternamente.

Vida e morte feminina – Senadora Simone Tebet

Há no Brasil uma guerra surda (e, muitas vezes, muda) contra as mulheres. Uma guerra que fere, que deixa marcas indeléveis, que mata. Uma guerra contra os mais profundos princípios da civilização. Uma guerra que põe em risco o futuro de todo o país.

Quem somos? Quantas somos? Quantas são as Marias, as Joanas, as Socorros, as Dolores, as Das Dores? Quantas são essas mulheres que se escondem sob o véu do silêncio por medo, por preconceito, por desdém daqueles que deveriam protegê-la?

A OMS nos colocou na posição de 5° país que mais mata mulheres no mundo, dentre 83 nações. Segundo omapa da violencia, divulgado em 2015, 13 mulheres brasileiras são assassinadas por dia. Mais da metade dos feminicídios são cometidos por familiares, e um terço deles, por parceiros ou ex parceiros.

Uma breve história do tempo – Stephen Hawking

Marco definitivo da literatura de divulgação científica, “Uma breve história do tempo” é relançado em edição revista e atualizada.

Uma das mentes mais geniais do mundo moderno, Stephen Hawking guia o leitor na busca por respostas a algumas das maiores dúvidas da humanidade: Qual a origem do universo? Ele é infinito? E o tempo? Sempre existiu, ou houve um começo e haverá um fim? Existem outras dimensões além das três espaciais? E o que vai acontecer quando tudo terminar?

Com ilustrações criativas e texto lúcido e bem-humorado, Hawking desvenda desde os mistérios da física de partículas até a dinâmica que movimenta centenas de milhões de galáxias por todo o universo. Para o iniciado, Uma breve história do tempo é uma bela representação de conceitos complexos; para o leigo, é um vislumbre dos segredos mais profundos da criação

Beijos, Vanessa.

Lidos – Fevereiro (10/30)

Diário de faculdade: Dica para aumentar o vocabulário

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Acredito que já falei um milhão de vezes que estudo inglês sozinha. E então busco sempre um milhão e meio de formas de conseguir falar cada vez melhor. E então, esses dias, descobri uma dica tão simples e tão produtiva, que resolvi vir trazer para vocês.

Eu estudo por meio de apostilas e uma plataforma online, assim como aplicativos que vou encontrando e que eu vou gostando. Mas, uma maior parte, tem um foco em gramática. Mas e como aumentar o vocabulário, então? Pois é, uma série de fatores contribuem. E uma série de dicas podem ser usadas. Mas, hoje, vim trazer uma que adotei recentemente e tem me ajudado bastante (além de não demorar tanto).

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Fonte: TecCiencia

Sabe seu dicionário de inglês que está lá paradinho na gaveta? Ora de tirá-lo de lá, porque ele é a ferramenta principal que você vai usar.

O que fazer?

Simples! Todos os dias, pegue 5 palavras (ou mais, caso queira) e aprenda-as. Deixe anotado em um lugar onde você vê com constância, ao longo do dia, para assim revisá-las sempre que as ver.

Soa simples, mas se você analisar, serão 5 palavras por dia e cerca de 150 palavras ao mês. Já pensou? Vai ajudar e muito quanto aprendizagem de vocabulário! Simples, rápido e eficaz, do jeitinho que a gente quer!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Dica para aumentar o vocabulário

Olhando o mundo do jeito certo

Tudo depende de como você observa. A gente acha que é clichê, fala atoa das pessoas como consolação. Que são dizeres apenas para aliviar a angustia a qual enfrentamos. Mas não, não é.

Um outro super clichê: todos nós temos problemas. Eu, você, a garota que você acha incrível por estar sempre sorrindo, o rapaz que está sempre de bom humor… Todo mundo! Não há uma vida perfeita, não existe pessoa que não enfrente um turbilhão diariamente. A diferença está em como se lida com isso, em como se olha o mundo.

Eu sei que é difícil. Eu, por exemplo, quando imersa em problemas, tenho a tendencia de só ver o lado ruim. Por que parece que me nocauteio com dores. Sofro pelo problema atual, por alguma coisa de anos atrás, por algo que perturba-me infimamente mas que no momento, toma proporções gigantescas. Volto meus olhos ao tudo de ruim que há em volta na minha vida. E aí está o erro, caso você esteja na mesma que eu.

Se tem dor, olhe para o amor. Dias assim tendem a dar tudo errado, mas busque voltar-se a tudo aquilo que te faz bem, para as pessoas que te amam. Analise o que há de belo e relaxe. Não é como te dizer para fingir que os problemas não existem, mas sim para que você seja maior que eles. Cresça e não os deixe dominar sua vida.

Olhando o mundo do jeito certo