Resenha: O contrato Social – Jean-Jacques Rousseau

Título: O contrato social

Autoria: Jean-Jacques Rousseau

Tradução: Paulo Neves

Número de páginas: 151

Idioma: Português

Ano: 2007

Editora: L&PM

ISBN:978-85-254-1665-0

Sinopse: Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história. Impactante ensaio, O contrato social ou Princípios de Direito político causou furor desde sua publicação, em 1762, e eternizou-se como um dos principais textos fundadores do Estado moderno. Nele, o filósofo iluminista, romancista, teórico e compositor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – em meio a uma Europa majoritariamente monarquista, defensora da legitimação sobrenatural dos governantes – lança e defende a novidade de que o poder político de uma sociedade está no povo e só dele emana. Estavam plantados os conceitos do povo soberano e da igualdade de direitos entre os homens. Nesta que é a sua principal obra política, da qual virtualmente todas as sociedades modernas são de alguma forma tributárias, Rousseau não apenas dá ao povo o que lhe é de direito, mas chama-o à responsabilidade pelo seu destino. ‘Assim que alguém diz dos assuntos do Estado ‘que me importa?’, deve-se contar que o Estado está perdido.’ Para o autor, a soberania está no exercício incessante do poder decisório, que não pode ser alienado, dividido ou delegado. Hoje, dois séculos e meio após sua publicação, a obra de Rousseau – subversivo, polêmico, amado, odiado, reverenciado e seguido – permanece atual. E seus ensinamentos se fazem lições necessárias e urgentes em todo e qualquer lugar em que se fale de inépcia, injustiça, corrupção e incompetência política.
Classificação: 5/5
Fui apresentada à obra por um professor da faculdade, que me pôs a ler alguns capítulos para poder usar como referência em um artigo científico que produzia. E, por fim, depois de ter gostado das partes as quais tive acesso, decidi adquirir a obra e finalmente, lê-la por completo.
Há aquele diferencial de obras datadas de épocas distintas mas que trazem conceituações marcantes historicamente. Um nome de grande vínculo ao iluminismo (o qual ouvimos muito durante as aulas de história, quando se trata desse tema, não é mesmo?!), Jean-Jacques Rousseau, imerso em um período monarquista, em uma Europa marcada pelo poderio dos governantes, ganhando aspectos divinos (sobrenaturais), traz ideários trazendo a força ao povo, dando-lhes soberania no Estado, atribuindo-lhes a emanação de poder. Além há a busca por igualdade entre os homens em seus direitos, postos como uma das poucas todas as quais deve e se é possível a todos.
A obra traz caracterizações quanto ao Estado, como já posto, que a soberania deveria ser do povo, colocando-os em um corpo, com direitos igualitários que teriam seus destinos sobre as mãos, decidindo os rumos do Estado.
Claro, há aspectos que não coincidem com o “Ser” (realidade), que não são possíveis de serem aplicadas, mas em sua maior parte, há concepções os quais vemos como presentes na atualidade e que fora fundada em obra de tanto tempo anterior.
E vamos falar do que? Da linguagem. Já falei em resenha anterior quanto ao meu temor pelos rebuscamentos que poderia encontrar em livros do tipo, grandes clássicos. Pois bem, digo que esse tem uma linguagem extremamente tranquila,requisitando apenas uma certa atenção que é vinculada à compreensão das ideias e não tanto quanto ao linguajar.
Nem é preciso dizer que é uma super dica a leitura, não é?! Leiam!
Beijos, Vanessa.
Anúncios
Resenha: O contrato Social – Jean-Jacques Rousseau

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s