Lidos – Janeiro (5/30).

Fala galera, tudo bem com vocês?

Esse ano, como dito, quero aproveitar para ler os livros que estão encostados ali na prateleira, que tenho enrolado e não leio. Li 5 livros esse mês! A meta é 30, então, hora de seguir em frente que ainda falta muito.

Obs: Não conto as doutrinas da faculdade!

  • Anjo mecânico – Cassandra Clare

Com 10 milhões de exemplares vendidos mundo afora — 6 milhões nos Estados Unidos e 80 mil somente no Brasil —, Cassandra Clare é mais que um fenômeno editorial. Virou febre! A série Instrumentos mortais, uma fantasia urbana tendo como cenário a Nova York atual e que envolve o mito dos nephilim, fez tanto sucesso que chega às telas de cinema em agosto de 2013. Numa co-produção da Sony com direção de Scott Charles Stewart. O mesmo do cult Sin City.Os fãs da trilogia são tão alucinados, que ganharam de presente uma prequel. E, sim!, o primeiro tomo também chegou ao topo da lista do New York Times, como todos os outros livros de Cassandra. ‘ANJO MECÂNICO’, volume inaugural de As peças infernais, conta como os antepassados dos protagonistas de Instrumentos mortais se conheceram. E como existe muito mais mistérios entre eles do que se imagina.
  • Arcanista – Joe de Lima

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Marcel Seeder é um tímido rapaz de 16 anos que vive em Vera Cruz, uma nação dividida pelo jogo de poder entre o governo, o exército independente chamado Arcanum e a sombra do grupo ecoterrorista Voz Verde.

 Marcel se preparou desde a infância para uma carreira militar como arcanista, seguindo os passos de seu pai. Entretanto, a visita oficial do Regente-Geral e de sua família à Arcanum irá deflagrar um terrível incidente. Para enfrentar a conspiração que busca assassinar Camilla Noble, a filha mais velha do Regente, Marcel precisará superar suas limitações e dominar a gema incrustada em sua mão.
 Com uma narrativa cinematográfica, Arcanista é mais que uma história de superação e sobrevivência. É a história de pessoas que tentam encontrar seu lugar em uma sociedade com um complexo cenário político e um colossal abismo social que separa a elite e a classe menos favorecida.
  • A guardiã – B.R.Peruzzo

DESCUBRA, SOBREVIVA E DESEJE.
O crepúsculo de todas as batalhas se dá nos momentos mais tenebrosos que existem. Assim como as noites mais obscuras, o mundo é um lugar sombrio, cheio de segredos. Quando o universo estava afundando em seu momento de maior lástima, os Guardiões surgiram para trazer o alvorecer, a luz e a paz de volta ao universo, ao nosso mundo e à Terra. Meu planeta natal, Zodark, foi destruído pela ganância de meu povo, e a Terra está prestes a ser destruída também, pelo mesmo motivo. Mas eu não permitirei. Meu nome é Lilian Moore, eu sou uma Guardiã, a que salvará a Terra e Zodark. Pelo menos é isso que eu espero! A Guardiã traz uma história épica, cheia de ação, aventura e ficção. Uma distopia feita para agradar a todos os públicos.

  • Príncipe mecânico – Cassandra Clare

 

Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres – ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, ser traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada – foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.

  • Dos delitos e das penas – Cesare Beccaria

Desde a sua primeira edição, em 1764, ‘Dos Delitos e das Penas’ provocou (e continua provocando) as mais intensas polêmicas, devido principalmente ao seu embasamento francamente humanista. Os temas aqui discutidos – pena de morte, acusações secretas, prisão, torturas, roubo, contrabando, entre outros – continuam despertando o interesse de profissionais, pesquisadores e estudiosos, tornando esta obra, hoje clássica, uma permanente e profícua fonte de inspiração e reflexão para todos os que se preocupam com os Direitos Humanos.
A presente obra constitui-se num tratado que impulsionou grandes modificações no direito penal internacional e também nas Constituições brasileiras, cuja influência encontra-se presente nos princípios da anterioridade, da legalidade, da responsabilidade pessoal, da irretroatividade da lei penal, da presunção de inocência, da proporcionalidade da pena, entre outros. A intensa comoção instaurada a partir da sua publicação permanece viva a inspirar reflexões e o constante repensar de todos aqueles que se ocupam da solidificação do respeito aos Direitos humanos.

Beijos, Vanessa!

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