Aquele lance de amor próprio.

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Cá estou eu para bancar a superada da vida que conhece de cabo a rabo sobre amor próprio? Não! Eu não me amo totalmente. Acho defeitos o tempo todo, tenho crises existenciais hora ou outra. Mas, nada supera a época em que eu não me amava, absolutamente em nada…

Somos, durante toda a nossa vida acumulados por uma série de preceitos estereótipos. Convenções que gritam todo o tempo que devemos ser X, ou Y. E a sociedade acredita! E como acredita!

Eu sei como dói se olhar no espelho e preferir abrir um buraco na terra e se enfiar, que ficar ali, vendo aquela pessoa que ao seu ver é extremamente horrível. Quando você se olha por dentro, e acha uma série de coisas legais, mas você sabe-se lá porque enfiou na cabeça que se o seu exterior é ruim, nada mais conta. Quer piorar? Geralmente nessa fase estamos a procura de um par ideal para que se apaixone por nós, queremos ser as pessoas mais desejadas no grupo de amigos ou se quer pelo menos aparecer um pouquinho que seja na luz social. E nada acontece. Resultado: um ódio próprio, contra si mesmo.

O que eu vou dizer, de cara, é que nem eu e nem ninguém pode te ensinar dicas de superação a esse ódio próprio. E vocês, certamente, já sabem que todos os sites vão dizer sobre aprender a se amar, a se enxergar bem, a se querer bem. A caminhar em direção do amor próprio. Ah! Mas eles dizem como se fosse a coisa mais fácil que tem…

Não é fácil. Eu garanto com toda a força. A busca é contínua, e eu até diria, sem comprovação científica nenhuma mas por uma questão de vivência na situação, que é vicioso. Você se odeia e o mínimo fato vai te levar a se odiar novamente, mesmo que tudo esteja muito bem. Eu sou assim. Por mais que esteja em uma escala legal de amor próprio, e até diria que o encontrei, não posso evitar ter recaídas. Não posso me controlar quando alguém diz algo e aquilo me abala. É natural. É humano. Normal ouvir alguma coisa ou encontrar algum defeito e sentir que não está legal, ficar um tanto “para baixo”. Mas isso tem que ser passageiro…

Eu acredito que para alcançar o amor próprio não é nada mais que necessário dois pontos básicos (e difíceis de se alcançar):

Primeiro: aprender a se aceitar. O clichezão do tema? sim! Mas também a dica mais valiosa. Você não tem que olhar no espelho e se achar a beldade da face da terra. A garota mais bonita da cidade. Nada disso! É se olhar no espelho e aceitar aquilo que vê. Eu por exemplo, sempre tive medo de ver como eu estava no espelho, principalmente em lugares públicos. Tinha medo de estar horrível em meio a todas aquelas pessoas e ainda mais: de ter a noção disso. E passei um bom tempo evitando espelhos. Por isso, digo: é aprender a se olhar. Aprender a se ver. E aceitar primeiramente que aquele ser em frente ao espelho é você, com jeitos e manias e beleza.

É claro que o primeiro ponto não para na aceitação. Você tanto pode quanto é precioso buscar sempre melhorar sua estética, mas sem abalar seu interior. Jamais queira mudar-se ou se arrumar para os outros. Faça isso por você. Primeiro, se aceite, depois vá em uma busca por seus pontos mais fortes e os explore. Quando você para de se olhar negativamente, o olhar crítico te leva a uma visão mais real de si. Mude o que te incomoda e o que não der para mudar, deixe para lá. Dane-se!

E o segundo e último ponto é: esqueça os outros! Ah! No meu caso, foi um dos mais difíceis… As pessoas vão falar mesmo, vão te magoar mesmo e vão te rebaixar mesmo. Natural. Eu costumava ligar muito para o que pensam sobre mim, para o que falavam, ou para como agiam. Sofria por ser ignorada por muitas pessoas, por elas não se importarem comigo e pelo fato de que eu sempre era a preterida entre tantas pessoas. Ah! E quando eu sabia ou ouvia falando mal de mim? Fim do mundo. Drama,choro e sintomas depressivos aparentes.

Uma dica é sempre analisar aqueles que estão a seu favor e que gostam de você como é. A gente tem a mania boba de ficar procurando por pessoas que nos fazem mal, que nos desprezam. Eu era assim. E vivia querendo o amor de quem não queria, a atenção de quem não ligava enquanto tinha uma série de pessoas ali, por mim, comigo pelo que eu era. Para de se martirizar por tão pouco. Hoje, eu fico ao lado de quem me faz bem. E os outros, são os outros.

Se aquele carinha é amigo de todas as suas amigas, mas sequer te cumprimenta na rodinha? Finja que ele não existe também. Se aquela garota faz piadinhas sobre você, que te humilham? Finja que não ouve. Ria junto. Se te olham de cara feia? Amorzinho, jogue o cabelo e passe esbanjando sua beleza. Os outros serão sempre os outros, nunca se esqueça disso. Ninguém que não te valoriza, merece sua atenção!

Vamos nos amar! haha

Beijos, Vanessa!

 

 

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