O preço do amanhã

É um filme dirigido por Andrew Niccol, e se passa em um futuro distópico, onde o tempo passa a ser controlado e a ser a principal moeda para se obter luxo. O tempo passa a ser controlado, como uma espécie de seleção, para que haja um controle populacional onde muitos morrem para que uma minoria viva eternamente. Porém, quando Will Salas recebe uma misteriosa doação, e é acusado injustamente por um crime, passando a ser perseguido pelos guardiões do tempo, as coisas começam a mudar. Este sequestra Sylvia, filha de um dos grandes magnatas dessa sociedade, e a relação deles pode e será um grande problema para esse sistema.

Opinião Pessoal.

Assisti o filme por indicação de um leitor, e quando li a sinopse e vi que só tinha como protagonistas Justin Timberlake e Amanda Seyfried é claro que fiquei muito ansiosa para assistir (Sem contar os outros nomes do elenco, que te fariam correr para assistir). E o filme não me desapontou!

O filme se passa em um futuro onde as pessoas foram alteradas geneticamente e seu envelhecimento é controlado. Eles vivem até os 25 anos e depois precisam literalmente ganhar tempo, pois após essa idade eles ganham apenas 1 ano de vida. Ou seja, literalmente “perda de tempo!” não pode haver ali. Aliás, “tempo é dinheiro”, já que por conta disso, a moeda se torna nada mais, nada menos que: o tempo.

A sociedade é hierarquizada em aqueles que dominam e tem tempo a vontade para gastar e os trabalhadores, que lutam diariamente por um dia a mais. A história se desenvolve quando Will Salas, um trabalhador, ganha misteriosamente uma grande quantia de tempo e passa a ser acusado e perseguido pelos Guardiões do tempo, que tem a função de regular e restringir o oferecimento de tempo. E é em meio a esse cenário, que para salvar-se, ele acaba sequestrando Sylvia, filha de um magnata.

Porém, a relação entre eles vai ser um dano á esse sistema, já que a garota vai acabar ajudando este em seu plano social contra o tempo na mão de poucos! Cenas de ação e aventura são o auge no enredo.

Nada mais clímax que Olivia Wilde interpretando a mãe do Justin, não é? Chega a ser cômico esse quesito de juventude apresentado na trama. Todo mundo jovem, apesar de ter muito mais idade do que aparentam (e coloca muito mais nisso!).

Semelhanças não são meros acasos. Na trama é visível as diversas comparações e embasamentos na realidade que vivemos. O que nos difere da busca incessante pelo poder? Apenas que eles querem apenas o tempo, que lhes vale dinheiro e eternidade. Mas nós, queremos o tempo, não? Assim também queremos o dinheiro! Uma sociedade hierarquizada, onde quem pode, pode. E quem não pode, se sacode. Não só se sacode, mas gasta seus dias para sobreviver, correr atrás e batalhar, enquanto alguns apenas deliciam-se de luxo e poder. Como disse, não há meros acasos. É uma ótima colocação, principalmente pela questão dos protagonistas pela busca da igualdade. Tirar o poder de poucos e igualar a todos. Sonhos idealizados de todos, não?

Adorei a trama e a forma que foi colocado aspectos reais, em uma sociedade distópica.

Beijos, Vanessa!

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5 comentários sobre “O preço do amanhã

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