A hora da Estrela – Clarice Lispector.

imagesFicha Técnica:

Editora: Rocco

Páginas: 87

Ano de Lançamento: 1977

 

 

 

 

É o penúltimo livro escrito pela ilustre Clarice Lispector, ainda em fragmentos de papel onde a autora obteve ajuda de sua secretária Olga Borelli por conta da suas limitações, lançado especificamente no dia 26 de outubro de 1977. Diria que é um livro curto de apenas 87 páginas, porém muito rico em reflexões, é narrado sob a perspectiva de Rodrigo S. M., que de início percebemos que não se trata apenas da personagem principal, mas também dos impasses da vida do narrador. Deixa transparecer em alguns momentos a verdadeira Clarice, que pouco tempo antes de morrer, passeava por devaneios sobre a morte e a vida, antítese perfeita para se abordar em um romance.

Conta a história da alagoana Macabéa que se muda para o Rio de Janeiro em busca de uma vida melhor, ela vive sem existir, não se dá conta das coisas a sua volta, não possui anseios, garanto ao leitor que este irá experimentar de inúmeras sensações durante a leitura, tanto boas quanto ruins. É o primeiro livro que Clarice (sob a perspectiva do narrador Rodrigo) usa de regionalismo e faz críticas as classes sociais. É perceptível vários momentos de epifania, em que o personagem descobre algo inovador e se dá conta de algo que faz sua vida mudar.

Perto de completar 40 anos da data de publicação, a narrativa é atual e passível de segundas e terceiras leituras, nos faz refletir sobre o que é estar vivo, percebendo o mundo a nossa volta e como uma vida miserável pode nos incomodar.

  • Alguns trechos interresantes:

“Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? “ (Pág.11)

“Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história.” (Pág. 11)

“Quem já não se perguntou: sou um monstro ou isto é ser uma pessoa?” (Pág. 15)

Este é meu primeiro post e espero que tenham gostado, até a próxima,

Roecker.

A hora da Estrela – Clarice Lispector.

Falta tempo ou excesso nas redes sociais?

Nós não temos tempo. Ao menos, acreditamos que não. Acordamos todos os dias, cansados e já exaustos, com dias cheios de coisas para fazer. E isso, meus caros, é de Domingo a Domingo. A contas para pagar gritam, o tempo precisa virar dinheiro.

O apresentador na televisão, o qual senta-se às pressas enquanto almoça, para ter um mínimo de distração diária, diz que precisamos tirar horas semanais para o lazer ou para um mero descanso, fazendo o que gostamos. “Balela?” Sequer temos tempo para os afazeres que devemos, obrigatoriamente, cumprir. Mais uma vez, ressalto: acreditamos que não.

Há uma comicidade na capacidade do ser humano em argumentar, para si mesmo, quanto suas incapacidades e faltas. Nós críamos um terço das situações em seus caráteres impossíveis ou faltosos.

Certo dia, assistindo um documentário exatamente sobre o tempo, deparei-me com a situação de que: acredito que não tenho tempo. Em meio aos mil afazeres, tudo precisa virar dinheiro. Além: lazer? NÃO HAVIA TEMPO. Exponho: não havia.

Lembro de um verdadeiro “tapa na cara” que levei quando exposto que nos falta tempo, mas as redes sociais estão sempre atualizadas. As chamadas atendidas, as mensagens respondidas, o e-mails em dia. O whatsapp que não para, as fotos todas curtidas. E quanto tempo eu levava para tudo isso? Será que não poderia então ser focado, alguns desses minutos, a um lazer diferente?

Digo que, as mídias sociais, não são excluídas de forma de distração em meio à rotina. Esclareço tal fato àqueles que como eu, usam além dos limites e vivem conectados em excesso. Que chegam a sair do campo dos minutos para horas, conectados, curtindo, compartilhando, respondendo. Que se esquecem do mundo real, das pessoas reais, da vida.

Ouvi quanto especialistas afirmarem que uso excessivo das redes sociais são grandes causadores de ansiedade e doenças/problemas similares e decorrentes. O estresse, o nervosismo e males parecidos que vem acometendo muitas pessoas na atualidade. E, uma boa parcela, em decorrência do abuso das mídias sociais.

O mundo, meu caro, vai além das  telas. Experimente largar as horas em frente ao celular para aproveitar fazendo algo diferente em sua rotina. Saia das noites jogando para um compromisso além. Abandone os excessos com as mídias. Saia um pouco do virtual e conheça o real. Aproveite mais a vida…

Beijos, Vanessa.

Falta tempo ou excesso nas redes sociais?

Ode de sangue- Nana Garces

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Autora: Nana Garces
Editora: Essência Literária
Número de Páginas: 73

 

 

 

 

 

Sinopse:Com quase quatrocentos anos, a Vampira Madalena busca a salvação de sua alma vivendo e trabalhando dentro de um monastério católico. Diferente do que parecia natural, essa vampira está acostumada com a religião e seus símbolos. Foi apenas quando se depara com alguém de fé verdadeira que Madalena sente a maldição de sua raça arder sob a pele.
Colocada em uma situação de vida ou morte, ela apenas tem um pedido, que ela possa contar sua vida para alguém, para que sua existência como humana e seu despertar para o dom da noite não desapareça com sua morte.
Narrado em primeira pessoa, Madalena fala um pouco de como era a Itália do séc. XVII, descreve suas dificuldades e suas paixões pela arte, leitura e música. Mesmo antiga, sua humanidade e amor pela raça humana apenas crescem, e é com esse pensamento que Madalena narra sua experiência enquanto mulher e religiosa.

De todos o livros com o tema vampiro que eu já li esse com certeza foi o mais diferente. Isso porquê Madalena  luta com os dois lados dela,  um que reza todos os dias por salvação e outro que é um mostro sedento por sangue e sua  historia não é romantizada, ela passou por muita coisa.
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A historia dela de uma simples garota do século XVII a um ser da noite te faz passar por um turbilhão de sentimentos e por fim não tem como não amar o conto, ele te conquista a cada pagina e no final te deixa com um gostinho de quero mais , muito mais e, apesar de ser um livro curto ele é bem construído e com eventos que são necessário para o desenrolar da historia.
Ode de sangue- Nana Garces

Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

Ficha Técnica:

Título: Morgan Dull Blade – O olho e a Sombra
Autoria: Beatriz Pacca
Ano: 2016
Número de páginas: 328
ISBN: 978-989-51-7234-4
Genero: Ficção
Editora: Chiado

Sinopse:
“O mundo está repleto de malfeitores, ladrões e assassinos. E é por isso que a Inglaterra tem uma justiceira. Responsável por colocar vários criminosos na cadeia, procurada pela morte de muitas pessoas más. Essa é Morgan Dull Blade, baixa, ranzinza e Capitã de um exército, cujo dever é limpar as ruas da Inglaterra, acompanhada, na maior parte do tempo, por Alphonse Oak, Tenente e filho de um famoso empresário assassinado anos atrás.
No momento, Morgan está em guerra com a Kage no Ichizoku, um clã japonês, liderado por alguém bem conhecido de Morgan. Ao longo do tempo, Morgan descobre que outros países também têm seus justiceiros, e é ao lado deles que irá travar uma batalha quase definitiva, que mudará muito sua vida. Reencontrará muitas pessoas de seu passado, sem saber se pode ou não confiar nelas, enquanto seus amigos tentam descobrir o que tem por debaixo daquele tapa-olho.”

Classificação: 5/5

Eu tinha um apreço imenso pela obra antes mesmo de a ter lido. Ao ter contato com a autora, um tempo atrás, conheci uma pessoa cheia de luz, sonhos e inspiradora. Sabe aquela pessoa extremamente cativante, o qual se consegue ver a simpatia nela? Pois é, ela é essa pessoa. E nada me cativou ainda mais quando de surpresa, recebi a obra aqui em casa. É emocionante receber o carinho de autores assim, e sim, fiquei extremamente emocionada e lisonjeada. E além, grata pela surpresa, pelo presente e por ter tido contato com alguém tão iluminado.

Cá estou eu em amores por mais uma obra do gênero que tanto aprecio e leio: ficção. Somos apresentados a justiceiros, liderados pela baixinha e bem ranzinza Morgan Dull Blade, que trava uma luta imensa contra Kage no Ichizoku, um clã japonês que tem como líder uma pessoa que olha, meus caros, é surpreendente a todos. Ela conta com o apoio de muitos justiceiros, mas em especial seu tenente, Alphonse Oak, a quem ela tem um carinho especial. Cheio de aventura, surpresas e até climas de romance, a gente se joga na leitura e não consegue sair sem um apego a obra.

Eu aponto, inicialmente, como um diferencial o qual eu gostei demais, que é o fato de os capítulos não serem tão longos e a narrativa ser bem objetiva. Estamos acostumados (generalizo um costume meu) a tramas de capítulos bem longos. E a autora surpreende com capítulos mais cursos, consequentemente mais números, mas que de forma muito bem feita, consegue objetivar a narração e tornar mais curta, adequada aos capítulos, sem perder a linha de raciocínio ou a beleza da escrita.

Aliás, citado a escrita, costumo ressaltar o quão significativo é o escrever simples, mas feito com empenho e capricho. Não há um rebuscamento, linguajar extremamente culto. É acessível, simples e sem perder o charme. Acredito sempre que os livros ficcionais com essa característica traz uma proximidade maior para com o leitor.

Eu fiquei apaixonada pela Morgan e pelo Alphonse. Não há como não se encantar com os personagens, em suas particularidades e neles, juntos. Aquele tal “Eu shippo” para os dois. Ela, sempre fria, imponente, mostrando-se forte apesar de suas tantas fraquezas e ele, aquele típico cara que vê além da frieza dela, que não se importa com suas reações agressivas ou frias porque consegue atingir o lado sentimental, enxergá-lo.

A construção do enredo vem cheio de surpresas e criatividade. Ela consegue trazer elementos à trama que dão um encanto todo especial. Esse ponto fica até difícil de ser explicado sem deixar alguns spoilers, mas quem leu ou tiver a oportunidade de ler, entenderá do que estou falando. Ela constrói fatos os quais ficamos boquiabertos e extremamente ansiosos para saber como tudo desenrolará (sem contar uma galera do passado que começa a surgir).

E o mais legal nisso tudo, é que conseguimos sentir o mesmo que os personagens, em especial, que Morgan. Juro que eu ficava aflita quando surgia qualquer pessoa na trama, em especial os que voltavam do passado dela, porque eu ficava naquela de “será que é mais um traidor? Será que está falando a verdade? Será que não a está enganando?”. É de ficar mais desconfiada que a própria protagonista.

Bem, meus caros, o único ponto negativo que encontrei foram alguns erros de digitação (e é visível não serem falhas ortográficas, antecipo, é literalmente de digitação). Mas nada que atrapalhe a leitura ou tragam modificações bruscas no entendimento…

Se tiver a oportunidade: leia. É magnífico da autora à obra…

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Beijos, Vanessa.

Resenha: O olho e a Sombra (Morgan Dull Blade) – Beatriz Pacca

Resenha: O embaixador – Morris West

O EmbaixadorFicha técnica:

Título: O embaixador

Autor: Morris West

Ano: 1985

Número de páginas: 290

Editora: Abril Cultural

Sinopse: Aproveitando a realidade histórica – os horrores da maior tragédia das duas últimas décadas, a Guerra do Vietnam – Morris West criou um universo imaginário. Maxwell Gordon, embaixador em Saigon, abandona o serviço diplomático norte-americano em busca da paz interior. Ele sabe que serviu bem à sua pátria, mas não está em paz com sua consciência.

Classificação: 4/5

Primeiramente, essa resenha deveria ter saído na semana passada, mas por algum problema na plataforma, não saiu como deveria ter ficado e tive que excluir o post. Então, hora de repostar a resenha…

Sem conhecer a sinopse e sequer o autor, eu adquiri esse livro por estar sendo vendido em uma papelaria por apenas R$10,00. Na hora, escolhi pela capa (apesar de que sou ciente de “Quem vê capa, não vê conteúdo”). Saibam que não me arrependi…

Diferente das temáticas que costumo ler, a história mistura realidade com ficção, se passando durante a guerra do Vietnam, onde conhecemos o embaixador norte-americano Maxwell Gordon, suas escolhas e problemáticas.

Eu, particularmente, em meio a leitura, li a respeito do fato histórico o qual o autor coloca como cenário da trama e é possível identificar alguns aspectos bem reais, com diferenças, evidentemente, mas há um embase nos acontecimentos que chama a atenção.

Distante das tramas cheias de aventuras ou os romances apaixonantes os quais geralmente leio e prefiro, a trama consegue te prender pela concisão, excelência em descrição e narração e como o autor consegue transpassar e nos fazer imaginar todas as situações.

Falando especificamente sobre o protagonista, Maxwell Gordon, há um atrativo em ser posto de um modo “humano”. Vemos o embaixador, estrategista e cheio de cálculos em cada passo, mas vemos o homem cheio de sentimentos, medos e amores, que como todos, sente, sofre, ama e vive seus muitos dilemas, consigo, com a falta da esposa e com as dores das perdas que tem de aceitar em sua falta.

Uma ótima dica para quem tem um “apego” a livros que nos remetem fortemente à história, e para quem gosta de livros mais tranquilos e até com caracteres um tanto biográficos.

Beijos, Vanessa.

 

Resenha: O embaixador – Morris West

Diário de faculdade: Cansaço e desmotivação!

Fala Galera, tudo bem com vocês?

Bom, meus caros, sabemos que estudar nem sempre é um mar de rosas. Em meio aos turbilhões de complicações que surgem, vim falar especificamente de quando perdemos aquele “gás” dos estudos, quando o ânimo morre, a motivação não mais existe e o único desejo que resta é de abandonar tudo. Sim, todos nós passamos por isso.

Ano passado, perto do fim do segundo semestre, eu tive um verdadeiro desmoronamento psicológico. Simplesmente queria jogar tudo para o ar, largar a faculdade, desistir das mil e uma coisas que faço e dormir por dias seguidos, sem interrupção. Melhorei consideravelmente desse surto, porém percebi que iniciei o ano extremamente cansada, ainda, e um tanto desanimada (possivelmente resquícios do cansaço do ano passado). Eu venho em uma rotina de estresse intenso, procrastinação em quaisquer atividades e tenho ficado muito improdutiva e sem saber aproveitar meu tempo.

Sim, eu poderia jogar tudo para o ar nessa maré ruim, assim como sei que muitos tem passado pelo mesmo, e muitos outros já deve ter abandonado as coisas. Mas eu tenho optado por buscar me reanimar e não desistir…

Se você tem estado assim como eu, vou deixar algumas dicas do que tenho feito para tentar tirar todo esse desanimo da minha vida.

1. Foque no seu objetivo

Nada é atoa. Sempre há um porquê. E esse é o ponto chave onde você deve mirar. Tenha sempre em mente tudo aquilo que você objetiva e principalmente que esse é o caminho para atingir seus desejos.

2. Organize-se

Eu, quando começo desanimar, viro uma perfeita bagunça. “Empurro tudo com a barriga”, enrolo em tudo e acabo não fazendo nada. Faça listas diárias de atividades. Eu, particularmente, escrevo duas listas: uma de atividades obrigatórias de serem concluídas naquele dia e outra de atividades secundárias, que se não feitas, podem ser colocadas para conclusão em outro dia. A dica é se organizar e se impor a cumprir aquilo que programou.

3. Não exija demais de si.

Gente, um dos maiores problemas que me cansaram demais foi querer fazer mil coisas de uma vez só. Eu queria fazer muita coisa e acabava não fazendo nada e ainda mais: estressada. Não se imponha demais e nem queira fazer muitas coisas. Abandone algumas atividades que forem necessárias e possíveis.

4. Descanse

Você não é uma máquina. Separe tempo para o lazer ou simplesmente para dormir, ou ficar vendo um filme. Dê descanso a si, por favor! Você não é de ferro!

5. Você é capaz

Por fim, jamais desacredite de si e dos seus sonhos. Vá em frente, do jeito que der. E confie em si, que o mundo todo será seu!

Beijos, Vanessa.

Diário de faculdade: Cansaço e desmotivação!

Primeiras impressões: Encontros e Desencantos – Nathália Batista da Silva

Ficha técnica:

Título: Encontros e desencantos

Autor: Nathália Batista da Silva

ISBN: 978-989-51-6341-0

Ano: 2015

Número de páginas: 256

Editora: Chiado

Sinopse:

A Inglaterra, do início do século XIX, é palco de um romance repleto de paixão, dor, encontros, encantos, desencontros e desencantos. O romance é composto por pessoas e com elas, tudo o que há de pior e de melhor no ser humano. São sentimentos explorados em uma cadência lenta nas fases mais difíceis da vida de uma mulher. Suzanne é uma doce e ingênua moça de dezessete anos, cercada e castigada pela maldosa Veronika, de quem era dama de companhia. A vida tem seu próprio jeito de ensinar aos ingênuos e proporciona um longo e árduo caminho a menina em meio a uma sociedade onde respeito e posição não raramente eram construídos com crueldade, inveja, mentiras, intrigas e vingança.

Bom, meus caros leitores, gentilmente a autora Nathália Batista nos cedeu os três primeiros capítulos de sua obra, Encontros e Desencantos, para que viéssemos dar nosso parecer sobre esse breve contato.

Sabemos da velha questão de que “Quem vê capa, não vê conteúdo” mas não posso deixar de ressalvar que fiquei encantadíssima quando vi como era a capa. Recebi, recentemente, os marcadores e tive um amor a primeira vista. Gente, uma graciosidade a parte, não?!

Adentrando ao conteúdo, nós conhecemos a história da jovem órfã Suzanne, que é dama de companhia da invejosa e cruel Veronika. Deixada aos cuidados da baronesa Sra. Hampton, em pedido de sua mãe em leito de morte, ela recebe uma educação e cuidados diferentes de outros criados, tornando-se uma dama de jeitos e beleza admiráveis. Obviamente, gerando a inveja e ira da herdeira dos Hampton, que de grandes destaque tem apenas a fortuna.

Claramente, que um grande amor  vai lhe surgir. Não podendo eu alegar,  diante que as páginas iniciais vinham até o momento em que ambos se conheceram, posso apostar aqui que vai ser um romance e tanto, cheio de dificuldades e lições.

Com características de romances de época, a autora escreve de uma forma o qual lemos levemente, se encantando pela protagonista e criando um mundo encantado para esta. Juro a vocês que leio imaginando como um conto de fadas, diante que a autora consegue transpassar, perfeitamente, esse clima romântico e “fofo” de obras com tais características.

Tenho que dizer que fiquei curiosa para saber o desfecho dessa história e o que poderá acontecer cm a protagonista da trama, a Suzanne. É apaixonada por romances, assim como eu? Acho que é uma boa dica, ein! Só nos três primeiros capítulos, já fiquei encantada com os personagens.

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Beijos, Vanessa.

Primeiras impressões: Encontros e Desencantos – Nathália Batista da Silva