Esqueci de avisar a minha mãe.

Olá pessoal que acompanha o blog “Quase em crise?”, ou que por acaso, tenha se perdido por aqui. Vamos do início, eu me chamo Luiz Fernando Roecker, e esse é o meu segundo post aqui. O título pode soar estranho, mas prometo que vou explicar. Pois bem, eu sou acadêmico do curso de Letras, da Universidade Federal da Grande Dourados, que se localiza na cidade de Dourados – Mato Grosso do Sul. A estrutura curricular do meu curso possui uma matéria chamada Escrita e Ensino. Eu me matriculei para fazer essa matéria no 2º semestre de 2017. E agora, gostaria de compartilhar com vocês um texto que eu escrevi. Vamos lá?

Esqueci de avisar a minha mãe.

Acordei com o barulho de uma música alta vindo do celular. De súbito, imaginei que fosse o despertador. Mas era uma das muitas ligações que e Continuar lendo “Esqueci de avisar a minha mãe.”

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Esqueci de avisar a minha mãe.

O papel da estética e a busca pelo não “encanamento” .

Seria hipocrisia dizer que a imagem de uma pessoa não tem influência alguma. Sim, tem! Lembro-me quando uma conhecida disse, em época que era alheia a essas questões mais estéticas, que precisava me ligar a isso, afinal os outros ligam muito para isso, por mais não importante que o seja.

E a pessoa era de uma beleza interna tão ímpar que fiquei mensurando cada detalhe daquela cabeça. E certa vez, resolvi começar a colocar em prática, não pelos outros mas por mim. E foi aí que as concepções fizeram sentido.

Sim, como aparentamos é um aspecto determinante, em algumas situações. As coisas são absurdamente diferentes quando estamos desarrumados em uma situação, e arrumados nessa mesma. Eu sei que vivemos em uma época de apregoar pelos cantos sobre a liberdade, desprendimentos às questões estéticas, mas no fundo, as pessoas ainda se importam com isso.

No fundo, nós mesmos nos importamos.

Eu entendo essa analise social da estética. Mas não me arrumo pela análise social, mas porque me sinto bem. E, infelizmente, porque as coisas são absurdamente diferentes em algumas situações. A gente tem que estar arrumada para se sentir bem? Não, senhor! Mas se gostar de se arrumar, que belo!

Acredito que, imersos nessa sociedade e em mentalidades vinculadas à estética, estar “arrumado” aos olhos sociais é uma virtude. Mas não quer dizer que devemos nos tornar seres humanos “encanados” com isso, “pilhados” nessas questões.

A gente mede aquilo que nos faz sentir bem e não extrapolar aquilo e nem nossos autos limites. Carregar uma segurança própria de que está tudo bem não se encaixar à perfeição que a sociedade estipula, afinal, ninguém consegue mesmo.

É busca um meio nisso tudo. Se “arrumar” de maneira moderada, sem excessos e prejuízos a si. Digo isso porque é absurdo casos que vemos pessoas colocando em risco suas vidas e saúde para atingir cada vez mais uma perfeição inexistente.

A gente tem que se amar, antes de tudo.

O papel da estética e a busca pelo não “encanamento” .

Metas: dica para alcançá-las.

Ontem estava assistindo um vídeo, de madrugada, falando sobre sonhos e metas. E decidi, também, falar sobre isso.

Não, não sou o “poço” perfeito de realizações. Se eu falar que não atingi nem 10% do que planejo, vocês sequer acreditariam. Eu costumo desejar muita coisa, entre sonhos e metas, que empenho-me em atingir. Sigo a ideia de que, se conseguiu realizar algo que queria, tem que se empenhar para tentar as outras. Sou movida por desejos, sonhos, metas e ambições. Pisciana, meus caros…

Como disse, não sou um ser humano com uma vida extraordinariamente “completa”. Tenho muito para alcançar e construir. Mas também, nesses meus 20 aninhos de vida, sinto-me muito feliz e orgulhosa por tudo o que construí e tudo que conquistei (e venho alcançando). E, de tanto ver gente falando sobre esse aspecto da minha vida, de acharem doses de “sorte” (o que, na real, é esforço), resolvi escrever mais a fundo sobre o tema.

Sempre fui uma pessoa muito motivada em correr atrás do que queria. Competitiva, sonhadora e esforçada, foram adjetivos que caracterizam-me e que levam-me, até hoje, a buscar e lutar para conquistar as coisas que eu quero. E sempre carreguei comigo o sentimento de que precisamos dar nosso melhor nas coisas. Sentimento esse, aliás, que vem crescendo diariamente.

Porém, a vida adulta não é o mar de rosas para realizações e metas como se é na adolescência. Não são mais desejos fáceis de se realizar, como eu tinha outrora. Cria-se desejos e vontades de coisas muito além, que requer mais tempo, vontade e esforço. E a gente desanima tanto, não?

Acredito que essa ideia não recai só para aqueles que não querem perder a força de vontade, como eu lutei e luto para não perder, mas também serve para aqueles que não tem aquele ânimo de levantar e correr atrás do que quer.

A dica é pegar papel, caneta  e tempo.

Oi? É isso mesmo!

Assim que comecei a faculdade, sentei-me e anotei tudo o que eu vislumbrava fazer ou ter na minha vida até seu fim. De bens a sentimentos e experiências. Absolutamente tudo. Se queria ter um carro, uma casa, me casar, ter filhos, viajar pelo mundo e todas essas coisas que quando pensamos e ambicionamos, nossos olhos brilham e o coração quase pula de alegria. Mas que também sabemos poder estar ou não muito distantes. Elenquei até mesmo questões banais, simples e fáceis de resolver como cortar o cabelo, tirar notas boas e etc. Essa é a fase SONHOS.

Sonhou? Motivou um pouco? Criou aquela luz bonitinha de esperança? Agora vem a parte do fazer…

Depois de elencar todos os sonhos para os próximos anos de vida, você precisa sentar e decidir o que é possível e mais fácil de ser conquistado naquele ano. Por exemplo: uma viagem elencada como sonho, por uma série de questões, é mais fácil de você conseguir fazer. Tirar boas notas na faculdade, por exemplo, também. Então, separe todos esses quesitos. Sempre estipulo o prazo de um ano para buscar essas conquistas. Esses sonhos mais próximos de serem alcançados são as METAS.

Próximo passo?

Selecionou o que você quer realizar e o que deseja fazer? Ótimo. Você já tem em mente o que poderá acontecer, logo, precisa pensar em como chegará lá durante o ano. Viajar? Procurar estabelecer formas, durante o ano, de economizar para alcançar a tão desejada viagem. Tirar notas boas? Arrumar um cronograma rígido de estudos. Esse é o passo da ORGANIZAÇÃO.

Como atingir ficou fácil, não? Simplesmente lute e empenhe-se em cumprir o estipulado ou ir até muito além. Mantenha sempre em mente aquilo que quer e o quão valioso vai ser seu esforço. Leia sempre que possível sobre seus sonhos, para crer o quanto vale a pena. Afinal, se a gente viver fazendo sempre as mesmas coisas, viveremos para sempre a mesma vida, nada de novo virá.

Metas: dica para alcançá-las.

Diário de faculdade: precisamos ir além ao aprendizado das salas de aulas.

Estudar sempre foi uma atividade a qual mantive em extrema organização e busca por melhor qualidade. Sempre soa bizarro, para algumas pessoas, quando pauto sobre o tema de gostar de estudar e sentir prazer em fazer isso, desde sempre, saliento.

Apesar de sempre ter sido uma pessoa dedicada aos estudos, durante os anos do colegial e nesses anos iniciais do ensino superior, é sempre preciso alavancar os conhecimentos. Não refiro apenas quanto aos conteúdos apenas da faculdade, por exemplo, mas referente a conhecimentos em outras áreas e até quanto os idiomas.

Uma das coisas mais importantes que carrego comigo é que o conhecimento e a aprendizagem jamais pode ser restrita ao transmitido pelo professor, em sala de aula.

Meus caros, precisamos ir mais além…

O aprendizado nas salas de aula compõe uma parte, apenas, do que podemos aprender sobre algo. Não é versando sobre impossibilidade dos professores, mas sim que ali eles são instrutores iniciais do conteúdo. Nunca podemos levar que uma aula é o ensino pleno e completo de um conteúdo, ou estaremos imersos em um mar de fantasias.

Tenho um professor que costuma repetir que o estudo se faz na escrivaninha de casa. E concordo plenamente com ele. Quando perguntam-me como faço para manter um valor considerável de média e até de conhecimento, esse é, sem dúvidas, o conselho que sempre darei: a gente precisa ir além ao que vemos na sala de aula. Sentar e estudar muito mais opções, visões e livros além ao mencionados ou passados em nossos cursos universitários.

Vou além, ainda nessa questão, que também não podemos ser movidos pela visão unitária de ler e estudar apenas ao que refere aos nossos cursos. Não, precisamos ir além. Eu cometia o grosseiro erro de focar apenas nos conteúdos vinculados à Direito, meu curso, imersa apenas nas doutrinas, e esquecia que a vida profissional e até pessoal, requer muito mais que meros conhecimentos teóricos. Precisamos de um conhecimento mais amplo, além de ser saudável e divertido.

Hoje, sei que a maior influência para minha vida é o estudo na minha escravinha, daquilo que meus professores me direcionam. Sei também que outros livros, filmes e vivências são exemplares importantes na minha coletânea para a busca do “sucesso” pessoal e profissional.

 

Diário de faculdade: precisamos ir além ao aprendizado das salas de aulas.

Resenha: A visita.

 

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Título: A visita (The visit).

Idioma: Inglês.

Ano: 2015.

Gênero: Terror/Suspense.

Faixa indicativa: 14 anos.

Sinopse: Um garoto (Ed Oxenbould) e sua irmã (Olivia DeJonge) são mandados pela mãe (Kathryn Hahn) para visitar seus avós que moram em uma remota fazenda. Não demora muito até que os irmãos descubram que os idosos estão envolvidos com coisas profundamente pertubadoras que colocam a vida dos netos em perigo.

Trailer:

Classificação: 03/05

Becca e Tyler são duas crianças que convivem com sua mãe, uma jovem mulher desgastada pela rotina exaustiva e uma separação conjugal complicada com o pai de seus filhos, em que, movida por terapias, aparenta necessitar um tempo só para si, para diversão, o que é impedido, por uma série de fatores, incluindo o cuidado aos filhos.

Em razão de ela poder cuidar e curtir a própria vida, esta decide enviar os filhos para a casa de seus pais, durante uma semana.

Becca e Tyler estão felizes com a situação de conhecer, finalmente, seus avós, afinal, sua mãe, quando fora embora de casa, tivera um conflito tão grave, ao ponto de não mais retornar a revê-los, ocasionado aos filhos o desconhecimento e não contato com os avós.

A história se desenrola nessa curta estadia das crianças em que, com o passar dos dias, começam a notar atitudes estranhas por parte dos avós, em sua maior parte após às 21h30. E ainda mais: no fim, um grande segredo será revelado.

Conforme o acima relatado, a história se passa sobre Becca e Tyler e a estadia na casa dos (estranhos) avós. Assisti o filme na casa de uma amiga e o sentimento comum , de todos lá presentes, foi de certa frustração. Não que o filme seja absurdamente ruim, mas tem um vínculo muito mais forte ao suspense que ao terror, os sustos são convencionais e a trama só desenrola cenas com um ar mais tenebroso e com sequência quando chega-se ao fim da trama.

A  história tenta trazer um certo realismo de sensações, onde não tem-se aquele terror (perverso) de nos deixar com o coração quase na boca. As descobertas, sob quaisquer ruídos ou situações estranhas, podem ser descobertos na simplicidade de descer e olhar, abrir a porta e verificar o que acontece. Sem grandes sustos e poucas aparições repentinas que causassem um certo tremor.

Uma certa pontuação ao filme, positivamente, pode ser dada à tentativa de mudar o cenário e enredo trazendo uma reviravolta ao final, que conforme já pautei inicialmente, traz uma certa característica de interesse ao filme. Pena que só colocado no final, não?!

Ainda, deve-se pautar ao tom cômico que busca-se colocar nos personagens principais, sempre trazendo algumas piadinhas ou situações inusitadas. Sem contar à ideia de utilizar os personagens Becca e Tyler como quem são os verdadeiros entes a filmar, como se todo o filme fosse uma amostra amadora, já que Becca está filmando toda essa semana em que está na casa dos avós, em intuito de fazer um documentário.

Não é um filme considerável bom ao seu gênero, pelo meu ponto de vista.

Alguém mais já assistiu? O que achou?

 

Resenha: A visita.

Relação com meu corpo e uma vida saudável.

No último ano, em especial, tomei um foco maior ao estético, à minha aparência e minha “apresentação” quanto primeiras impressões dos demais. Por que? Querendo ou não, vivemos em uma sociedade em que muitos se baseiam naquilo que eles conseguem ver, à primeira vista, para tirar suas conclusões. Sua aparência é uma coisa que conta muito, inevitavelmente.

Tudo bem, tenho que dizer que não é só por isso mas por uma insatisfação pessoal. Queria alterar algumas medidas aqui, alguns incômodos ali que percebi que um esforço colaboraria.

Tomei alguns cuidados estéticos e ainda tomo relacionado a pele, cabelo e ao corpo, ponto o qual tenho me posicionado com mais afinco e sobre isso que quero dizer.

Como já disse em outra postagem, houve tempos em que tinha um complexo imenso quanto meu corpo, pois sempre fui extremamente magra e tinha um acumulo de gordura abdominal que eu achava terrível. Esses motivos me levaram ao primeiro passo: Academia.

Junho de 2017 eu entrei em uma academia de Cross fit. Primeiramente, tenho que dizer que era extremamente apaixonada, porém não conseguia atingir uma alimentação adequada, vivia de alimentos “ruins” e comendo muito mal. Resultado: comecei a perder ainda mais peso.

Óbvio, foi um colaborador imenso em virtude da queima absurda de gordura que tive nesse meio tempo. Foi lá que praticamente perdi boa parte da gordura abdominal, por exemplo que tanto me incomodava. E foram 4 meses de muita dedicação, diária, que trouxe um certo resultado de forma bem rápida.

Foi aí, por esse motivo, que decidi trocar, incluso alguns outros fatores particulares. Foi quando foquei na musculação, a partir de outubro de 2017 e onde ainda estou. Inicialmente, foi referente a essa busca de um corpo “melhor” no olhar estético. Mas, de certa forma, entendi que o corpo melhor que eu tanto buscava não estava muito ligado, apenas, a como se aparentava, mas a beleza interior daquilo que ele comia e bebia. Foi aí que mudei…

Há dois meses, em janeiro, decidi que mudaria minha alimentação. Não julgo e condeno quem faz uso de suplementações na dieta, mas não combinava comigo, sempre senti-me muito mal com todos os suplementos que usei, causavam-me enjoo e, ainda, continuava com uma rotina alimentar muito mal organizada, uma alimentação muito ruim, formada de doces, salgadinhos e produtos industrializados similares.

Mudar e tomar algumas decisões foi uma situação difícil, que tem trazido muitas mudanças. Primeiro que, com o corte do suplemento, voltei aos ganhos de sempre e adivinhem? Quase não consegui manter o peso e massa muscular conquistado.

O que então mudou de fevereiro para cá? Alimentação. Fiz uma verdadeira modificação na minha forma de me alimentar, cortando bastante o consumo de doces, salgadinhos e tudo aquilo que consumia em excesso, anulando o consumo de bebidas alcoólicas e refrigerantes e focando, principalmente, no consumo de frutas e verduras, em efetuar boas refeições no almoço e jantar e empenhar-me o máximo na musculação.

Não sou adepta a uma dieta restrita. Acredito ser cruel demais. Alimentar deve ser um ato de prazer, de podermos comer conforme nos convier a vontade e a restrição extrema me espanta. Se eu sentir vontade de tomar o refrigerante que, com certeza, cortei da alimentação: tomarei. Ainda como doces e similares. A diferença é a quantidade. Não mais tão excessivamente como de costume…

Resultado? Olha, ainda não fiz avaliação, mas torço para que seja recíproco ao esforço!

 

Relação com meu corpo e uma vida saudável.

Deus!

Talvez você não acredite Nele…

Talvez você não O veja como eu vejo…

Por favor, antecipo que aqui, é meu coração e crença quem diz. Tenho a liberdade de crer e você tem de acreditar no que bem lhe convier. Sejamos atentos à liberdade dos outros, suas expressões e crenças.

Pois bem, eu quero falar do meu Deus. Da minha fé. Da minha crença.

Do amor que recebo Dele.

Estou escrevendo esse texto em um dia de muito amor. De muita felicidade. De sentimento transbordante…

Minha família nunca foi muito frequente à Igreja. Mas acreditam em Deus, fielmente. Quando pequena, minha madrinha levava-me às missas, todos os Domingos pela manhã. Participei de acampamentos, quando mais nova. Vivi uma boa experiência religiosa, tive provas do Deus vivo em tantos momentos, impossíveis de relatar e expor, de tão profundos e particulares…

O que eu realmente projetei em falar para vocês hoje? Não sei! Quero apenas dizer Dele! Do Deus todo poderoso que age diariamente na minha vida. Que absurdamente me ama!

Todos os dias eu tenho vontade de contar-Lhe meus sonhos, meus planos, minhas vitórias. Eu, antes de deitar-me, tenho a honra de agradecer as bençãos diárias que eu sei, que só são concedidas, graças a Ele.

E quantas vezes eu me pergunto se mereço que me ames assim…

Ele me ama mesmo sendo tão errada. Cobre-me de bençãos e realizações mesmo sendo tão errada e pecadora. Sendo falha, incorreta, humanamente fraca, Ele permanece comigo.

Gente, eu olho onde estou, tudo que tenho e não consigo não sentir uma vontade imensa de chorar e agradecer o amor que teve por mim, a generosidade que tiveste ao conceder-me tantas coisas, tantas vitórias, tanto amor em terra.

Ontem, assisti um vídeo que dizia para colocar os planos nas mãos de Deus, que Ele abençoaria e com certeza, faria muito além do que poderíamos planejar e sonhar, porque Ele é amor e graça incalculável.

Deus, eu confiei! Meu coração estava aflito, estava ansiosa e temerosa. Não sabia o que seria dali em diante, o que eu faria, o que planejaria.

Gente, vocês não fazem ideia que, no hoje, ele trouxe a resposta. Trouxe além do que eu esperava. Acalmou meu coração, trouxe a tranquilidade que estava faltando e a solução ao anseio que me afligia.

Curou, tantas e tantas vezes as feridas que tomaram-me. Tirou minha vida do fundo do poço, literalmente. Teve dias de provações em que resumi meu tempo em lágrimas e medo. A tristeza me consumia e quantas vezes a vontade de desistir gritou alto. Não sei se vocês fazem ideia do que é sentir que não faz mais sentido existir.

Eu já. Talvez você sinta isso nesse momento. Talvez já tenha sentido…

O que tenho a dizer é que: mantive-me forte e crendo que só Ele poderia me salvar. E salvou. Ele reconstruiu minha vida, minha história moldada nos cacos. Moldou uma nova história feita em vitória. Foi difícil, mas a fé, cega e confiante, fez-me tentar seguir.

Quantas vezes perguntei quando seria realmente feliz. Quanto tudo pararia de doer daquela maneira. Quando viver se tornaria leve, e não um peso de existência. Quando eu iria estar feliz em estar simplesmente viva…

Ele me conduziu. Segurou minha mão pelos dias de turbulências e dores. Ajuda-me diariamente a reconstruir esse eu frágil que sobreviveu às tempestades.

A gente precisa confiar.

Ele nos ama.

Ele nos cura.

Ele nos salva.

Eu desconheço um outro amor assim…

Vanessa.

 

 

Deus!