Nunca é tarde demais para arregaçar as mangas e focar na própria história. De levantar da cama e fazer a vida acontecer. De deixar o celular de lado e iniciar a busca por aquilo qie almejamos.

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Temas aleatórios de conversas matinais.

Depois de mais de dois meses distante, algo inusitado me fez pensar o quanto gostaria de compartilhar sobre isso.

A constatação soa tão óbvia, porém tão raramente pautada, que fez-me querer dizer sobre esse tema não debatido que me perseguiu por duas conversas.

Primeiramente, falo da ilustre honra de ver um debate consciente e bem formulado por meus professores de direito do trabalho e de direito empresarial. Um diálogo, por mídia social que trouxe elucidacoes e teorias academicamente interessantes.

Foi no meio desse confronto de ideias que surgiu, pela primeira vez, o tema do texto: a ausência de neutralidade e o excesso de partidarismo.

Um colega de turma brilhantemente se posicionou sobre ambos serem polos diversos. Que ambos defenderam seus lados. Mas, ainda, que ambos deviam olhar para o lado do outro, só então tudo seria válido. (O acadêmico disse em palavras mais rebuscadas, expresso mero entendimento).

Essa questão ficou pendente na minha mente inquieta que, sem nunca ter olhado por tal ponto, não quis se manifestar.

Pois bem, tem tema que é insistente.

Ontem estava eu conversando com um colega de ensino médio (com quem tenho discussões brilhantes sobre todos os temas inimagináveis) e tudo voltou.

Falávamos de política e os posicionamentos extremos dentro das diversas ideologias. E foi dessa conversa que conclui alguns pontos sobre tudo isso.

Faz sentido e não faz…

Concluímos que a tendência humana é proteger o que vê como certo (bem óbvio).

O problema em questão é que, por orgulho ou outro sentimento, o ser humano cega-se em suas crenças.

Ninguém vê o lado do outro em uma discussão. Menos ainda quer entender lado antagônico ao que ele acredita.

Admito, vi a verdade disso tudo em mim mesma. Se tenho uma crença X, da qual tenho certeza e lutarei arduamente por ela, se houver alguém com crença Y, por mais que aceite a existência, não irei aceitar a crença em si.

É como se não quiséssemos ouvir sobre. Se você, como eu, tem tendência a ouvir o que o outro acredita, mesmo contrariando, digo que ouve não ouvindo.

A pessoa escuta mas rarente assimila de forma a aceitar desconstruir verdades que tem por reais e únicas.

A gente se cega por aquilo que danos por certo e acabamos fechando os olhos ao resto.

Quantas vezes não vemos loucuras por crenças? Desumanidade? Atos horrendos? Intolerância? Esses são extremos que presenciamos pela não empatia e pelo excesso de visão da própria crença. Esse foi o fator mister que trouxe assombro.

Fico pensando que, mesmo não tendo atingindo atos tão inaceitáveis, será que não fomos cegos de tentar impor nossas crenças aos demais? O quão forte pode ser nossa verdade ao ponto de a expor-mos aos demais para tentar os convencer?

Aliás, você expõe ou impõe o que pensa?

Temas aleatórios de conversas matinais.

Esqueci de avisar a minha mãe.

Olá pessoal que acompanha o blog “Quase em crise?”, ou que por acaso, tenha se perdido por aqui. Vamos do início, eu me chamo Luiz Fernando Roecker, e esse é o meu segundo post aqui. O título pode soar estranho, mas prometo que vou explicar. Pois bem, eu sou acadêmico do curso de Letras, da Universidade Federal da Grande Dourados, que se localiza na cidade de Dourados – Mato Grosso do Sul. A estrutura curricular do meu curso possui uma matéria chamada Escrita e Ensino. Eu me matriculei para fazer essa matéria no 2º semestre de 2017. E agora, gostaria de compartilhar com vocês um texto que eu escrevi. Vamos lá?

Esqueci de avisar a minha mãe.

Acordei com o barulho de uma música alta vindo do celular. De súbito, imaginei que fosse o despertador. Mas era uma das muitas ligações que e Continuar lendo “Esqueci de avisar a minha mãe.”

Esqueci de avisar a minha mãe.

O papel da estética e a busca pelo não “encanamento” .

Seria hipocrisia dizer que a imagem de uma pessoa não tem influência alguma. Sim, tem! Lembro-me quando uma conhecida disse, em época que era alheia a essas questões mais estéticas, que precisava me ligar a isso, afinal os outros ligam muito para isso, por mais não importante que o seja.

E a pessoa era de uma beleza interna tão ímpar que fiquei mensurando cada detalhe daquela cabeça. E certa vez, resolvi começar a colocar em prática, não pelos outros mas por mim. E foi aí que as concepções fizeram sentido.

Sim, como aparentamos é um aspecto determinante, em algumas situações. As coisas são absurdamente diferentes quando estamos desarrumados em uma situação, e arrumados nessa mesma. Eu sei que vivemos em uma época de apregoar pelos cantos sobre a liberdade, desprendimentos às questões estéticas, mas no fundo, as pessoas ainda se importam com isso.

No fundo, nós mesmos nos importamos.

Eu entendo essa analise social da estética. Mas não me arrumo pela análise social, mas porque me sinto bem. E, infelizmente, porque as coisas são absurdamente diferentes em algumas situações. A gente tem que estar arrumada para se sentir bem? Não, senhor! Mas se gostar de se arrumar, que belo!

Acredito que, imersos nessa sociedade e em mentalidades vinculadas à estética, estar “arrumado” aos olhos sociais é uma virtude. Mas não quer dizer que devemos nos tornar seres humanos “encanados” com isso, “pilhados” nessas questões.

A gente mede aquilo que nos faz sentir bem e não extrapolar aquilo e nem nossos autos limites. Carregar uma segurança própria de que está tudo bem não se encaixar à perfeição que a sociedade estipula, afinal, ninguém consegue mesmo.

É busca um meio nisso tudo. Se “arrumar” de maneira moderada, sem excessos e prejuízos a si. Digo isso porque é absurdo casos que vemos pessoas colocando em risco suas vidas e saúde para atingir cada vez mais uma perfeição inexistente.

A gente tem que se amar, antes de tudo.

O papel da estética e a busca pelo não “encanamento” .

Metas: dica para alcançá-las.

Ontem estava assistindo um vídeo, de madrugada, falando sobre sonhos e metas. E decidi, também, falar sobre isso.

Não, não sou o “poço” perfeito de realizações. Se eu falar que não atingi nem 10% do que planejo, vocês sequer acreditariam. Eu costumo desejar muita coisa, entre sonhos e metas, que empenho-me em atingir. Sigo a ideia de que, se conseguiu realizar algo que queria, tem que se empenhar para tentar as outras. Sou movida por desejos, sonhos, metas e ambições. Pisciana, meus caros…

Como disse, não sou um ser humano com uma vida extraordinariamente “completa”. Tenho muito para alcançar e construir. Mas também, nesses meus 20 aninhos de vida, sinto-me muito feliz e orgulhosa por tudo o que construí e tudo que conquistei (e venho alcançando). E, de tanto ver gente falando sobre esse aspecto da minha vida, de acharem doses de “sorte” (o que, na real, é esforço), resolvi escrever mais a fundo sobre o tema.

Sempre fui uma pessoa muito motivada em correr atrás do que queria. Competitiva, sonhadora e esforçada, foram adjetivos que caracterizam-me e que levam-me, até hoje, a buscar e lutar para conquistar as coisas que eu quero. E sempre carreguei comigo o sentimento de que precisamos dar nosso melhor nas coisas. Sentimento esse, aliás, que vem crescendo diariamente.

Porém, a vida adulta não é o mar de rosas para realizações e metas como se é na adolescência. Não são mais desejos fáceis de se realizar, como eu tinha outrora. Cria-se desejos e vontades de coisas muito além, que requer mais tempo, vontade e esforço. E a gente desanima tanto, não?

Acredito que essa ideia não recai só para aqueles que não querem perder a força de vontade, como eu lutei e luto para não perder, mas também serve para aqueles que não tem aquele ânimo de levantar e correr atrás do que quer.

A dica é pegar papel, caneta  e tempo.

Oi? É isso mesmo!

Assim que comecei a faculdade, sentei-me e anotei tudo o que eu vislumbrava fazer ou ter na minha vida até seu fim. De bens a sentimentos e experiências. Absolutamente tudo. Se queria ter um carro, uma casa, me casar, ter filhos, viajar pelo mundo e todas essas coisas que quando pensamos e ambicionamos, nossos olhos brilham e o coração quase pula de alegria. Mas que também sabemos poder estar ou não muito distantes. Elenquei até mesmo questões banais, simples e fáceis de resolver como cortar o cabelo, tirar notas boas e etc. Essa é a fase SONHOS.

Sonhou? Motivou um pouco? Criou aquela luz bonitinha de esperança? Agora vem a parte do fazer…

Depois de elencar todos os sonhos para os próximos anos de vida, você precisa sentar e decidir o que é possível e mais fácil de ser conquistado naquele ano. Por exemplo: uma viagem elencada como sonho, por uma série de questões, é mais fácil de você conseguir fazer. Tirar boas notas na faculdade, por exemplo, também. Então, separe todos esses quesitos. Sempre estipulo o prazo de um ano para buscar essas conquistas. Esses sonhos mais próximos de serem alcançados são as METAS.

Próximo passo?

Selecionou o que você quer realizar e o que deseja fazer? Ótimo. Você já tem em mente o que poderá acontecer, logo, precisa pensar em como chegará lá durante o ano. Viajar? Procurar estabelecer formas, durante o ano, de economizar para alcançar a tão desejada viagem. Tirar notas boas? Arrumar um cronograma rígido de estudos. Esse é o passo da ORGANIZAÇÃO.

Como atingir ficou fácil, não? Simplesmente lute e empenhe-se em cumprir o estipulado ou ir até muito além. Mantenha sempre em mente aquilo que quer e o quão valioso vai ser seu esforço. Leia sempre que possível sobre seus sonhos, para crer o quanto vale a pena. Afinal, se a gente viver fazendo sempre as mesmas coisas, viveremos para sempre a mesma vida, nada de novo virá.

Metas: dica para alcançá-las.

Diário de faculdade: precisamos ir além ao aprendizado das salas de aulas.

Estudar sempre foi uma atividade a qual mantive em extrema organização e busca por melhor qualidade. Sempre soa bizarro, para algumas pessoas, quando pauto sobre o tema de gostar de estudar e sentir prazer em fazer isso, desde sempre, saliento.

Apesar de sempre ter sido uma pessoa dedicada aos estudos, durante os anos do colegial e nesses anos iniciais do ensino superior, é sempre preciso alavancar os conhecimentos. Não refiro apenas quanto aos conteúdos apenas da faculdade, por exemplo, mas referente a conhecimentos em outras áreas e até quanto os idiomas.

Uma das coisas mais importantes que carrego comigo é que o conhecimento e a aprendizagem jamais pode ser restrita ao transmitido pelo professor, em sala de aula.

Meus caros, precisamos ir mais além…

O aprendizado nas salas de aula compõe uma parte, apenas, do que podemos aprender sobre algo. Não é versando sobre impossibilidade dos professores, mas sim que ali eles são instrutores iniciais do conteúdo. Nunca podemos levar que uma aula é o ensino pleno e completo de um conteúdo, ou estaremos imersos em um mar de fantasias.

Tenho um professor que costuma repetir que o estudo se faz na escrivaninha de casa. E concordo plenamente com ele. Quando perguntam-me como faço para manter um valor considerável de média e até de conhecimento, esse é, sem dúvidas, o conselho que sempre darei: a gente precisa ir além ao que vemos na sala de aula. Sentar e estudar muito mais opções, visões e livros além ao mencionados ou passados em nossos cursos universitários.

Vou além, ainda nessa questão, que também não podemos ser movidos pela visão unitária de ler e estudar apenas ao que refere aos nossos cursos. Não, precisamos ir além. Eu cometia o grosseiro erro de focar apenas nos conteúdos vinculados à Direito, meu curso, imersa apenas nas doutrinas, e esquecia que a vida profissional e até pessoal, requer muito mais que meros conhecimentos teóricos. Precisamos de um conhecimento mais amplo, além de ser saudável e divertido.

Hoje, sei que a maior influência para minha vida é o estudo na minha escravinha, daquilo que meus professores me direcionam. Sei também que outros livros, filmes e vivências são exemplares importantes na minha coletânea para a busca do “sucesso” pessoal e profissional.

 

Diário de faculdade: precisamos ir além ao aprendizado das salas de aulas.

Resenha: A visita.

 

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Título: A visita (The visit).

Idioma: Inglês.

Ano: 2015.

Gênero: Terror/Suspense.

Faixa indicativa: 14 anos.

Sinopse: Um garoto (Ed Oxenbould) e sua irmã (Olivia DeJonge) são mandados pela mãe (Kathryn Hahn) para visitar seus avós que moram em uma remota fazenda. Não demora muito até que os irmãos descubram que os idosos estão envolvidos com coisas profundamente pertubadoras que colocam a vida dos netos em perigo.

Trailer:

Classificação: 03/05

Becca e Tyler são duas crianças que convivem com sua mãe, uma jovem mulher desgastada pela rotina exaustiva e uma separação conjugal complicada com o pai de seus filhos, em que, movida por terapias, aparenta necessitar um tempo só para si, para diversão, o que é impedido, por uma série de fatores, incluindo o cuidado aos filhos.

Em razão de ela poder cuidar e curtir a própria vida, esta decide enviar os filhos para a casa de seus pais, durante uma semana.

Becca e Tyler estão felizes com a situação de conhecer, finalmente, seus avós, afinal, sua mãe, quando fora embora de casa, tivera um conflito tão grave, ao ponto de não mais retornar a revê-los, ocasionado aos filhos o desconhecimento e não contato com os avós.

A história se desenrola nessa curta estadia das crianças em que, com o passar dos dias, começam a notar atitudes estranhas por parte dos avós, em sua maior parte após às 21h30. E ainda mais: no fim, um grande segredo será revelado.

Conforme o acima relatado, a história se passa sobre Becca e Tyler e a estadia na casa dos (estranhos) avós. Assisti o filme na casa de uma amiga e o sentimento comum , de todos lá presentes, foi de certa frustração. Não que o filme seja absurdamente ruim, mas tem um vínculo muito mais forte ao suspense que ao terror, os sustos são convencionais e a trama só desenrola cenas com um ar mais tenebroso e com sequência quando chega-se ao fim da trama.

A  história tenta trazer um certo realismo de sensações, onde não tem-se aquele terror (perverso) de nos deixar com o coração quase na boca. As descobertas, sob quaisquer ruídos ou situações estranhas, podem ser descobertos na simplicidade de descer e olhar, abrir a porta e verificar o que acontece. Sem grandes sustos e poucas aparições repentinas que causassem um certo tremor.

Uma certa pontuação ao filme, positivamente, pode ser dada à tentativa de mudar o cenário e enredo trazendo uma reviravolta ao final, que conforme já pautei inicialmente, traz uma certa característica de interesse ao filme. Pena que só colocado no final, não?!

Ainda, deve-se pautar ao tom cômico que busca-se colocar nos personagens principais, sempre trazendo algumas piadinhas ou situações inusitadas. Sem contar à ideia de utilizar os personagens Becca e Tyler como quem são os verdadeiros entes a filmar, como se todo o filme fosse uma amostra amadora, já que Becca está filmando toda essa semana em que está na casa dos avós, em intuito de fazer um documentário.

Não é um filme considerável bom ao seu gênero, pelo meu ponto de vista.

Alguém mais já assistiu? O que achou?

 

Resenha: A visita.