Meta de 2018: ser uma pessoa melhor.

A teoria é sempre diferente da prática, isso é uma certeza universal. O campo do “ser” molda-se muito distante do “dever ser”, tornando muitas teorias, metas “balelas”.

Findei 2017 com o coração grato e sinceros aprendizados os quais lembrarei pelo resto da vida. Foi, sem dúvida, um ano bom e feliz, não só pelas coisas positivas, mas por todos os ensinamentos. E, por isso, a promessa da 00:00 do primeiro dia do ano foi tornar-me uma pessoa melhor.

Uma luta diária, diria eu. As teorias não se encaixam perfeitamente à realidade e, ainda, não há verdades universais: meus déficits não são iguais a de outras pessoas. 

A construção do meu melhor, diariamente, vem em um combo de tentar moldar a teoria com aquilo que vivencio e vejo como em falta.

Por exemplo: quando reflete-se ao fato social, a teoria pede para apresentar-se de modo carismático. Muitas pessoas já disseram que quando eu converso sorrindo, soa mais cativante que quando séria, que causa certo receio. Logo, uma das mudanças buscadas diariamente é tentar ser mais sorridente.

Não há fórmula mágica. Não existem exatamente um ponto certo onde direito: faça x e tudo será como quiser. A busca é árdua, diária, lenta e  personalíssima. 

Não ache que será tudo de uma vez. Que você não cometerá erros. É uma Meta difícil, mas só depende de você.

Busque ser cada dia melhor. O mundo agradece.

Beijos, Vanessa. 

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Meta de 2018: ser uma pessoa melhor.

Resenha: Princesa Mecânica (As peças infernais) – Cassandra Clare

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Título: Princesa mecânica (As peças infernais)

Autor: Cassandra Clare

Editora: Galera Record

Ano: 2015

Páginas: 434

ISBN: 978-85-01-09270-0

 

SINOPSE:

O mistério que liga Tessa Gray ao Magistrado continua indecifrável. Por que Mortmain precisa tanto de Tessa para fechar o quebra-cabeça das Peças Infernais? Além de tudo, ela enquanto luta para descobrir mais sobre o próprio passado, ela acaba se envolvendo cada vez mais no mundo dos Caçadores de Sombras e num triângulo amoroso que pode trazer consequências nefastas para todos que ela ama.

 

Classificação: 5/5

 

Não poderia começar de outra forma que não fosse prestando congratulações e expressões do amor e encantamento que a forma de escrever e de evoluir as histórias, desenvolvidas pela honrosa autora Cassandra Clare, proporciona sobre em mim. Não consigo não ser apaixonada por suas obras e não me sentir envolvida.

Sei que já comentei em resenha anterior sobre o cansaço que tive com a saga Os instrumentos mortais e referente ao fato de, ainda, não conclui de ler. Mas, a minha desmotivação quanto a obra não abarca ao fato da genialidade da autora, que reconhecidamente precisei expor inicialmente, aqui, para vocês. Ela é sensacional e esse ponto é incontestável.

Bom, a obra Princesa Mecânica é o terceiro e último livro da trilogia As peças infernais, que traz o mesmo mundo de Os instrumentos mortais, porém, em tempos anteriores. Aliás, ressalvo que, se você ainda não leu Os instrumentos mortais, não há problemas em ler esta trilogia. Apesar de existir esse nexo entre ambos, a história é totalmente independente, de forma a não atrapalhar absolutamente nada a não leitura de um ou do outro.

Antecipo que, tentarei o máximo possível, ser explicativa para quem não leu a obra: tentarei, ao máximo, evitar spoilers.

Primeiramente a história gira em torno de Tessa Gray, uma jovem que, misteriosamente, não sabe quem é (a maiores são seres encantados), e que é perseguida por Mortmain, um vilão enigmático que, por motivos até então desconhecidos, tenta de todas as formas possíveis capturar a jovem Tessa.

Em meio a todo esse enredo da vida da protagonista, temos que esta vive e é protegida, desde o primeiro livro da trilogia, por um grupo chamado “Caçadores de Sombras” que, descendentes do Anjo, lutam contra criaturas do mal. Nisto, a trama também se desenrola em volta da relação da Tessa com os Caçadores de Sombra, àqueles que, de certa forma, viram sua filha e a um triângulo amoroso de tirar o fôlego.

Tendo em vista que é o último livro da trilogia, nem precisarei adiantar que todas as questões pendentes são resolvidas, certo? Tem-se o desfecho de todas as questões que penderam durante as duas obras anteriores e finalmente, aquele “tcharam” acontece (antecipo que mais uma somos surpreendidos).

Se você quer saber se o mistério por trás dos intuitos acerca do “magistrado” são descobertos, saliento que sim! Finalmente descobrimos o porquê, quem realmente ele é e tudo que acerca ao tema.

É óbvio que nem tudo é tão fácil assim, antes da descoberta, muita coisa nova vai acontecer e muitas emoções virão.

Bom, quanto à Tessa, sempre costumo ter problemas com algumas protagonistas, pois via de regra são colocadas em um excesso de vitimismo o qual não costumo gostar muito. Nos dois primeiros livros, arrastei um gostar não gostando, uma indiferença que beirava mais ao desgosto quanto ela. Mas, nesse último livro, ela atingiu ao nível de protagonista com força de vontade e valente que eu costumo gostar. Pois é, terminei a obra bem apaixonada por ela!!!

E, falando sobre o então desfecho do triângulo amoroso entre Tessa, Jem e Will: não gostei! Tentarei evitar muito que tenha quaisquer spoilers nesse comentário, pois é uma questão bem particular da obra, nesse desfecho, que me desagradou. A autora inovou totalmente no fim, quanto esse triângulo que se perdurou em um altruísmo, parceria e amor, de forma que, cheguei a ver bastantes comentários positivos, mas fiquei bem insatisfeita nesse aspecto. Não sei explicar bem, mas esperava um fim mais ao caráter surpreendente da obra e achei um fim não muito “incrível” ao meu gosto literário…

Por fim, encerro dizendo (proclamando) que concluí com o coração na mão a obra. Os personagens são muito apegáveis e a obra é muito viciante. É uma das minhas trilogias favoritas, sem dúvidas. Se você ainda não leu, fica aqui a recomendação. Vem se apaixonar por essa história de tirar o fôlego.

Beijos, Vanessa.

Resenha: Princesa Mecânica (As peças infernais) – Cassandra Clare

Sobre nosso interior

Quantas vezes nos vemos perdidos? Desequilibrados? Fora de base? Não venho publicar absolutamente nada em caráter de dona da razão, mas colocar em palavras um pouco do encontro que tive comigo mesma e a busca constante à evolução e equilíbrio próprio.

Anos vividos para descobrir que era uma farsa. Um eu perdido, infeliz e incapaz de se reconhecer. Sim, soa absurdo mas eu não tinha nada, mesmo tendo muito. Explico melhor: não via nada.

Sabe o que era pior? Eu também não espalhava nada de relativamente bom ao mundo e as pessoas, o que, consequentemente, trazia retornos negativos.

O espelho era uma insatisfação. Esteticamente, via-me de forma desprezível. Mas, o problema maior, era por dentro, somado à inércia em mudar, fruto do estado de cegueira a qual me propunha viver. Não queria ver meus erros, logo acreditava ser culpa do mundo injusto, que nada me proporcionava.

Eu ERA infeliz.

A busca começou no primeiro da faculdade, quando me vi em um estado de destruição. Vi-me só, interiormente, com uma visão referencial de auto-estima baixa e falta de amor próprio. Um desvalorizamento ridículo, inseguranças, medos e a transmissão de coisas negativas, em consequência, para as pessoas.

De tanto chorar, de tanto sofrimento, de tanta dor e decepção, ao ponto de agravar em problemas psicológicos que quase levavam-me à insanidade, achei uma pequena luz que deixei brilhar: precisava mudar.

Foram vozes e pessoas iluminadas, do passado e do hoje, que guiaram-me nesse começo. Conselhos que achava inválidos, couberam como luvas. Pessoas que seguraram a minha mão enquanto eu enfrentava a complexa jornada do nada para um algo.

Lembro de alimentar diariamente pensamentos positivos sobre tudo, apesar dos negativos quererem sair acima. De mudar, esteticamente, ou ao menos dar um passo, naquilo que me incomodava. Mas, principalmente, desconstruir o círculo negativo que eu criara. Afastei pessoas e pensamentos.

Hoje, meus caros, digo que não estou nem em 50% de onde seria o equilíbrio ideal ao meu ser. Encontro-me distante, aliás. Mas vivo fora da inércia, em constante movimento, buscando o melhor de mim todos os dias.

Lembro-me ao acordar de sorrir para as pessoas e para a vida, de espalhar e fazer o máximo de coisas boas que me for possível, de manter a calma em seu máximo e de buscar aquilo que faça bem, pois assim, poderei ser amor ao mundo.

Alimente-se e transborde coisas boas.

Vanessa.

Sobre nosso interior

Relatos de sextas feiras.

Cheguei exausta naquela noite, movendo, trepidamente, minhas pernas pelos metros que distanciavam-me da porta de entrada ao banheiro. Joguei minhas chaves por sob a mesa da sala, arremessei o celular  no sofá marrom claro e caminhei vagarosamente pelo corredor.

O silêncio dominava o apartamento trazendo a certeza de que as meninas, com quem dividia o local, estariam por aí, em mais uma de suas noites empolgantes de farra. As duas eram sorrateiras donas das noites de sextas feiras e dos estabelecimentos noturnos da cidade.

A maçaneta soara pesar quilos mil sobre minhas mãos cansadas e desmotivadas. Sequer preocupei-me em tirar as roupas sujas do trabalho: liguei o chuveiro, deixando que as gotículas de água molhassem cada fio de seu tecido. O vestido encharcado apertava em meu corpo, os cabelos bagunçados perdiam seu volume, ao passo que meu choro misturava-se torrencialmente a água que escorria pelo ralo.

Eu gritava internamente, enquanto abaixava-me encostada nas paredes gélidas do banheiro, importando-me minimamente em vislumbrar ser tão parecido com as cenas dramáticas de filmes.  O soluço apertava minha garganta, formando um nó indissolúvel. Eu estava só e não dizia unicamente no apartamento, mas também, dentro de mim mesma.

Vanessa

Relatos de sextas feiras.

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

Estudar, para algumas pessoas, posiciona-se como um verbo temível e dos quais tendenciam a manter distancia. Quando muitos indagam-me sobre como consigo manter a frequência nos estudos, mesmo nas férias, saliento ser uma questão de hábito. Não aprofundarei muito nessa parte, pois quero deixar para fazer um post específico sobre o assunto.

O que venho falar hoje é sobre utilizarmos essa “terrível” atividade em meio as férias. Sim, estudar durante o seu tempo anual de descanso, tão esperado e aclamado em sua chegada…

Particularmente, citando meu caso, quando no ensino fundamental e parte do ensino médio, nunca atentei-me ao aspecto de debruçar-me sobre os livros e colocar-me a estudar. Hoje, sinto muito pelas ganhos não obtidos e tempo que dever-se-iam ter sido aproveitados.

Comecei a fazer isso a partir das férias do segundo ano do ensino médio, quando vi-me a beira de encarar a prova do “Enem” e minha necessidade de aprovação. Como digo, por o estudo ser algo de costume, acabei  aderindo essa prática por agora, em curso do ensino superior, o qual repito o feito em segundo ano consecutivo.

Certo, meus caros, o ponto é claro quanto o quão lucrativo pode ser estudar nas férias, mas a questão se contrapõe ao aspecto de que o período é, efetivamente, concedido para que o acadêmico descanse do ano possivelmente cansativo e desgastante. Como faz então?

Digo a você que tudo deve-se pautar na proporcionalidade. Aqui, não falo para você estudar cada segundinho do dia, em uma maratona exaustiva. Não, longe disso! Férias foram proporcionadas para buscar o descanso e tudo deve ser ponderado.

Você, meu caro, pode (e deve) sair, ir onde quer que queira, ver amigos, dormir mais que o comum, fazer coisas que goste. Mas, necessariamente, não vai ter um drástico desgaste mental em separar uma hora que o seja, por exemplo, para dedicar-se a estudos de conteúdos da faculdade, a leitura de um livro de seu curso ou em propor-se a estudar aquele idioma que você procrastina durante todo o ano. Eu não falo em, arduamente, propor-se a virar um doutor do estudo sozinho de todos os conteúdos de seu curso, mas a utilizar do tempo para dedicar-se a alguns conteúdos que ainda lhe são não claros ou, como dito, ao estudo de idiomas ou outros cursos e questões que tanto desejas mas que a correria diária não lhe permite no decorrer do ano letivo.

É propor-se a colocar o cérebro em funcionamento e não deixá-lo  desacostumar com a rotina de estudos. Eu, particularmente, coloco-me a estudar com mais afinco à Língua Inglesa e sempre manter-me em leitura de dois livros: um vinculado ao meu curso universitário e outro que seja sobre quaisquer outra temática. Foco estes aspectos como partes de motivação ao estudo, de manter meu cérebro e corpo acostumados à estudar. Saliento que este verbo não representa só a dificuldade acadêmica anual, mas também debruçar-se sobre temas e coisas que você realmente goste de ver e aprender. Quem disse que isso também não é estudar?

Vanessa

Diário de faculdade: Estudar nas férias?

A busca pelo melhor.

É inevitável que a terminologia “melhor” seja imposta como meta diária em nossas vontades mais simplórias as mais complexas. Estamos submersos ao desejo de qualificar nossos atos e posicionamentos à eficiência máxima que possível se for. Queremos ser “o mais”, o número um no campo de vitória, a personalidade imposta aos moldes adequados e perfeitos ao visionar de “melhor”.

O que eu quero dizer com esse “falatório” todo? Quero apenas entrar na indagação de  o que realmente é ser o melhor para você.

Houve uma época (não muito distante haja visto que, os dígitos que compõe minha idade, não atingiram sequer a casa decimal do 2) que utilizava a meta vital de “melhor” em aspecto comparativo.

Meus caros, o ápice da vida seria ser acima dos demais. O bom o suficiente teria que ser, em quaisquer situações, quando eu estaria acima da atitude de alguém. Quando os olhos voltassem em seu todo apenas para mim. Vincula-se em um posicionamento egoísta de inferiorização do outro.

A síntese é básica: só seria melhor, se alguém fosse menos.

Estúpida? Não o sei. Talvez até mesmo você, que está lendo este texto nesse momento, possa visionar que o melhor seja isso: comparando-se aos demais, bom é aquele que fica acima, que mais se destaca.

Hoje, eu analiso diferente, e antecipo que não necessariamente é a verdade sobre os fatos. Não há razão, e se houvesse, eu não seria dona dela. Não detenho o poder de conhecimento do certo ou errado, aliás, acredito na relatividade casuística e personalíssima desses fatores, ao ponto de aceitar que a verdade realmente depende do ângulo e do ponto de vista de quem a vê.

Ainda, saliento, que talvez, no amanhã, tudo isso seja pensamentos “balelas”, o qual possivelmente possa estar a dizer coisas totalmente contrárias. Meus caros, a gente muda e as crenças também…

Mas, o que quero efetivamente falar é que o melhor, na minha visão de hoje, impõe-se como superar, comparativamente, a mim mesma. Envolve-se em disputa pessoal em aspectos passados ao possível no presente.

Melhor envolve-se em superar, diariamente, todos os obstáculos os quais me cerceiam. As vontades ofuscadas e o medo que tende a aprisionar. A meta diária não mais envolve uma análise comparativa as pessoas que estão ao meu entorno, mas ao meu próprio eu e a ser humano que pretendo ser.

Aqui, eu não falo apenas de aspectos pessoas físicos, de carreira. Mas questões de personalidade e atitudes. A busca pelo melhor, em mim, hoje recai à busca constante daquilo que eu acredito ser o bom em uma pessoa, em seus atos e vida. Em lutar por aquilo que quero construir e cada vitória nesse sentido impera-se como o melhor.

O melhor, meus caros, é ser o melhor para mim mesma.

Vanessa Ribeiro.

A busca pelo melhor.

Ano novo: 2018!

Quantas voltas o mundo tem dado? Quão rápido tudo tem passado? O quão significativo tem sido a vida para você? Meu caro, nos últimos 2 anos, eu envelheci uns 10 em alma, sabedoria e no meu eu, interior.

É bizarro quando olhamos para trás e identificamos alguém tão estranho ao ser humano que hoje o somos. Não sei se vocês já passaram por isso, mas ressalto que 2016 foi o ano de choque de realidade e 2017 foi marcado pelo acordar de uma pessoa que encontrava-se perdida em si mesma, e principalmente, marcado pelo desvendar de uma vida plena e bela, de vitórias e conquistas, de amor próprio e superior aos outros, de visionar ao espírito e bondade alheia e ambicionar envolver-se em amor.

A gente, muitas vezes, acumula situações, pessoas e coisas inoportunas. E o pior é que tendemos a acreditar que é exatamente isso que merecemos. E, caros, muitas vezes não o é. Aprendi neste 2017 que, mesmo que doa em nossas mais íntimas minúsculas células, precisamos afastar todos aqueles que nos atrasam. Não precisamos de negatividades em nossos dia-a-dia por excesso de carência e sentimento de solidão. Preferiremos estar só a estar em péssimas companhias… Aprendemos a estar melhor conosco mesmo que com qualquer pessoa…

Estar só com a gente mesmo… Isto é o foco chave da lição mais alta de quando aprendemos a nos amar suficientemente. Amar-se não é expor ego elevado, nariz empinado e superioridade em transpirar. Amar a si mesmo é carregar a certeza de que o melhor de si é superior ao lado ruim e de que você é capaz de conquistar o mundo todo, se quiser e lutar por isso.

Em falar de coisas boas e ruins, se tem uma coisa que aprendi é que somos difusores de amor ao mundo e que, para tal, precisamos estar envolvidos por ele. Precisamos sorrir para as pessoas na rua, abraçar aos mais próximos, conversar sem pressa, ignorar os rancores transmitindo mais amor. E, ainda, aprender a ler a dor nas grosserias e corresponder com sentimentos bonitos e atitudes positivas. Precisamos ser a semente do bem que falta ao mundo, em elevação diária do próprio eu…

Ainda, exponho, que quando a gente sorri para a vida, ela sorri para nós. Quando batalhamos, inclusive contra o cansaço, em busca do sucesso pessoal, ele chega. Virá, mas no tempo certo. E o controle da própria ansiedade e não permissão à desilusão de abrir portas, é o caminho da satisfação. Tente uma, duas, milhões de vezes.

E cá encerro a dizer que aplaudo fervorosamente esses dias de 2017 e à contribuição proporcionada para mim. A grandiosidade dos acontecimentos, das pessoas as quais me presenteou e dos ensinamentos lecionados. Se querem saber o que eu espero de 2018, digo de antemão: que seja a maré bonita que 2017 foi!

Vanessa Ribeiro

Ano novo: 2018!